Sabe aqueles dias nublados que parecem pedir um filme leve? Pois é, a Sessão da Tarde acertou em cheio ontem com 'Meninas Malvadas'. Confesso que já perdi as contas de quantas vezes vi essa pérola dos anos 2000, mas a cena do Cady jogando os cubos de gordura no chão nunca falha em me fazer gargalhar. A Regina George continua sendo a vilã mais estilosa que já apareceu na TV aberta – e olha que já vi muita coisa!
Meu tio, que é daqueles que grava tudo na TV a cabo, me avisou ontem sobre 'As Branquelas' na programação. Dizia que era obrigação familiar assistir, então parei tudo e fui ver. Caramba, como esse filme envelheceu bem! O humor pode ser bobo, mas tem uma energia contagiante. A cena do interrogatório com a caneta ainda é o auge da comédia física, e o fato de ter sido filmado em 2004 me fez refletir sobre como o cinema mudou (ou não mudou) desde então.
Ontem, enquanto fazia um lanche da tarde, lembrei de ligar a TV e descobrir qual filme passava na Sessão da Tarde. Era 'O Máskara', com o Jim Carrey em um dos seus papéis mais icônicos. Aquele humor exagerado e as expressões faciais absurdas dele sempre me pegam desprevenido – ri sozinho no sofá como se tivesse 12 anos again.
A parte mais engraçada é que minha mãe, que normalmente detesta comédias pastelão, apareceu do nada e ficou grudada na tela até o final. Ela jurou que nunca tinha visto o filme antes, mas eu tenho quase certeza que a gente assistiu junto em 2004, quando passou no cinema. Memórias de infância são traiçoeiras assim mesmo, né?
Acabei de checar o histórico da TV Globo e descobri que ontem foi dia de 'Os Fantasmas se Divertem'. Que nostalgia! Lembrei na hora das tardes na casa da minha avó, quando ela deixava eu ver filme até o jornal das seis. Aquele piano voador e os fantasmas brincalhões foram meus primeiros contatos com o gênero fantasia – bem diferente dos efeitos especiais de hoje, mas com um charme que ainda funciona.
2026-05-27 21:48:41
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— Cunhado... Amor... Me deixa sentir você por inteiro.
— Caramba... Onde você aprendeu isso? Desde quando ficou tão ousada?
No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
No cinema particular, mal iluminado, o meu padrasto tinha me levado para ver um filme adulto, dizendo que era o meu presente de maioridade. Ao ver na tela o homem e a mulher se amando com tanto prazer, eu sentia o meu corpo inteiro coçar por dentro.
Eu não conseguia evitar apertar bem as minhas pernas úmidas, tentando resistir àquela corrente elétrica de formigamento entre as coxas.
Quando meu padrasto me viu com o rosto todo corado, ele veio para entre as minhas pernas e arrancou de uma vez só a minha calcinha.
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Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
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Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
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Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
Na Família Valenti, você nasce com um chip.
Ele é fundido ao bio-relógio preso ao seu pulso, e sua tela digital conta, segundo por segundo, exatamente quanto tempo de vida ainda lhe resta.
Todos podiam ver os números diminuindo no relógio da minha irmã gêmea.
E no meu também.
Todos sabiam que ela morreria no dia do nosso aniversário de dezoito anos.
Por isso, Vivian se tornou a princesa intocável do nosso mundo brutal.
Todos os vestidos bordados com diamantes eram dela.
As joias mais raras eram dela.
Até o último resquício de humanidade do nosso pai pertencia a ela — aquele pequeno fragmento de afeto que ele só demonstrava depois de guardar a arma.
Eu costumava sentir pena dela.
Seu tempo estava acabando.
Mas, meu Deus… eu invejava Vivian.
Ela tinha tudo o que eu nunca tive:
O amor dos nossos pais.
Então chegou a noite da festa de aniversário de dezoito anos dela.
Meus pais estavam preocupados que eu causasse uma cena.
Que eu irritasse o Don de uma Família aliada.
Então me trancaram no porão.
Úmido.
Gelado.
Enquanto uma febre mortal queimava meu corpo.
Soquei a pesada porta de carvalho, minha voz falhando.
— Mamma, por favor! Me deixa sair! Estou queimando de febre… Minha cabeça parece que vai explodir…
Do lado de fora, a voz da minha mãe veio fria como aço.
— Chega, Sienna! Hoje é o aniversário de dezoito anos da sua irmã. O último dia de vida dela! Pare com esse teatro! Você não consegue sofrer em silêncio pela honra da Família?
— Mas eu estou muito doente…
O som dos passos dela foi se afastando até desaparecer completamente.
Então a escuridão me engoliu.
E, no meu pulso, o bio-relógio começou a piscar um alerta crítico.
ALERTA CRÍTICO: Incompatibilidade nos sinais vitais. Dados do chip pareado incompatíveis. Verifique a identidade do usuário.
Ah, a Sessão da Tarde sempre traz aquela nostalgia maravilhosa! Ontem rolou 'O Máskara', aquele clássico dos anos 90 com o Jim Carrey hilário. Lembro de assistir quando criança e morrer de rir com as expressões exageradas dele. Ainda hoje, algumas cenas me pegam desprevenido – tipo quando ele dança com Cameron Diaz no clube. A trilha sonora cheia de swing e os efeitos especiais ‘vintage’ dão um charme extra. É daqueles filmes que, mesmo sabendo cada piada, você ainda curte como se fosse a primeira vez.
E sabe o que é engraçado? Percebi que muita gente no Twitter tava comentando sobre como a comédia física do Carrey envelheceu melhor que muitas piadas digitais atuais. Será que é nostalgia ou realmente falta hoje esse tipo de humor? Fiquei até com vontade de revisitar outros filmes dele, tipo 'Liar Liar'.
Ontem a Sessão da Tarde trouxe um clássico que sempre me pega desprevenido: 'O Máskara', com o Jim Carrey. Aquele humor absurdo e a transformação do personagem ainda me fazem rir como se fosse a primeira vez. A cena do banco é simplesmente lendária, sabe? Acho que o que mais me surpreende é como o filme consegue equilibrar comédia, ação e um toque de romance sem perder o ritmo.
Lembro de assistir quando criança e ficar fascinado com os efeitos especiais. Hoje, percebo que o charme tá mesmo no carisma do Carrey e na direção criativa. A Sessão da Tarde sempre acerta quando resgata essas pérolas dos anos 90 – é como um abraço quente da nostalgia.
Cara, essa pergunta me pegou de surpresa! Eu adoro a Sessão da Tarde, é um daqueles momentos nostálgicos que me fazem voltar à infância. Lembro de chegar da escola e ligar a TV só pra ver qual filme ia passar. Hoje em terça-feira, geralmente rolam uns clássicos dos anos 80 ou 90, tipo 'Os Goonies' ou 'E.T.'. Mas se for algo mais recente, pode ser um 'Harry Potter' ou até um 'Homem-Aranha' do Tobey Maguire. A programação varia bastante, então eu sempre dou uma olhada no guia da TV ou no site da emissora pra confirmar.
Aliás, você já reparou como a Sessão da Tarde tem um charme único? Mesmo com streaming, tem algo mágico em assistir um filme dublado na TV aberta, com aquela sensação de evento coletivo. Se for um dia chuvoso então, perfeito pra maratonar. Espero que hoje seja um bom filme, porque tô precisando de uma dose de nostalgia!
Meu dia sempre fica mais animado quando descubro o filme da Sessão da Tarde! Hoje, segundo minha pesquisa, estão exibindo 'O Rei Leão', aquele clássico da Disney que emociona gerações. A história do Simba, desde a infância até sua jornada para assumir o trono, é simplesmente atemporal.
Lembro de assistir quando criança e chorar com a cena do Mufasa... e mesmo hoje, adulto, ainda arrepio com a trilha sonora. A animação dos anos 90 tem um charme que os CGI modernos não substituem. Se puder, vale até ligar a TV só para a cena do Hakuna Matata!