Outubro é meu mês preferido para essa rota. O tempo fica estável, sem chuvas fortes, e a primavera deixa a cidade mais colorida. Os voos tendem a ser mais pontuais, e você consegue boas ofertas se comprar com antecedência. A cidade está em pleno ritmo, mas sem a correria de final de ano. Ideal para quem quer equilíbrio entre clima, preço e movimento.
Fevereiro é uma época incrível para essa viagem! O clima em São Paulo está mais ameno, sem aquele frio intenso de julho ou o calor absurdo de dezembro. A viagem de avião costuma ter menos turbulências nessa época, e os preços das passagens tendem a cair depois do Carnaval. Além disso, dá para aproveitar a programação cultural da cidade, que sempre tem algo rolando, desde exposições até festivais de música.
Outro ponto positivo é evitar a temporada de férias escolares, quando tudo fica mais cheio e caro. Se você curte um clima mais tranquilo e ainda assim animado, fevereiro pode ser a escolha perfeita. Sem contar que a viagem de volta para São Luís ainda pega o final do verão maranhense, com aquelas praias lindas sem tanta gente.
Junho tem um charme especial para quem quer fugir do agito. São Paulo fica mais vazia porque muita gente viaja para o interior durante as festas juninas. Os hotéis costumam ter promoções, e os restaurantes estão menos lotados, o que é ótimo para quem quer explorar a gastronomia paulistana sem pressa. O frio começa a chegar, mas nada que um bom casaco não resolva.
A única ressalva é em relação à umidade, que pode ser mais alta nessa época. Mas se você não se importa com um pouco de neblina pela manhã, junho oferece uma experiência mais autêntica e menos turística. E ainda dá para pegar algum arraial pela cidade, com comidas típicas e música boa.
2026-07-13 10:58:48
16
Leer todas las respuestas
Escanea el código para descargar la App
Related Books
Além do Nome DeLuca
Gemma
0
14.2K
Uma semana antes da Páscoa, Adrian me deu sete dias de folga e colocou uma passagem para Estocolmo dentro da minha bolsa.
Achei que ele finalmente estava aprendendo a se importar.
Então eu o ouvi conversando com nosso filho na escada.
— Papai, você vai mesmo se casar com a tia Bianca? E a mamãe?
Noah estava segurando seu carrinho em miniatura, tentando parecer corajoso.
Adrian ficou em silêncio por um momento.
— É apenas um casamento no papel. Matteo se foi. Bianca e Sophia estão expostas, e eu não posso deixá-las assim. Elas precisam do nome DeLuca para proteção.
— A mamãe sabe?
— Ela não pode saber — a voz dele suavizou. — Não conte isso a ela, Noah. No seu aniversário, eu compro aquele modelo de Aston Martin que você quer.
Então a passagem nunca foi um presente. Era uma forma de me tirar do caminho.
Se ele podia colocar o nome da família em outra mulher, mesmo que fosse só de aparência, então eu podia recuperar o orgulho e a ambição que enterrei neste casamento.
Desta vez, quando eu partisse para o norte, não voltaria.
Sempre que alguém em Marisola elogiava aquela mulher, considerada a beleza do século, todos riam em uníssono:
— Ela não é só bonita, é generosa! Já criou dois filhos do marido e da amante!
Então, quando eu falei em me divorciar, ninguém deu a mínima.
Rafael Monteiro nem pestanejou e me atirou um cheque sem cerimônia:
— Não faça drama, vá e compre duas bolsas.
O filho mais velho estava vidrado no videogame:
— Não incomode o meu pai. Se quer ir embora, vá logo, o que está esperando?
O filho mais novo ligou direto para a mãe biológica:
— Aquela velha bruxa parece que vai sair de casa. Mãe, se prepare!
Até os empregados balançavam a cabeça, tentando me convencer a não insistir.
Mas diante de todas as dúvidas e críticas, eu não senti nem tristeza nem raiva.
Apenas disquei com calma o número que sabia de cor e salteado.
— Sra. Isabela, chegou o momento do nosso acordo de dez anos. Já paguei a dívida pela vida da minha irmã.
Meu companheiro, Luther Evans, gastou 20 mil dólares em duas passagens de primeira classe no Moonlight Express para a Costa de Vespera. No momento em que estávamos prestes a embarcar, ele me puxou de lado e deu o meu lugar para minha irmã adotiva, Zoey Turner.
Ele explicou: — Só restou um assento vazio no trem, e o filho da Zoey nunca viu o oceano antes. Esta é a oportunidade perfeita. Crianças não podem ser separadas de suas mães, então eu vou levá-los primeiro e deixá-los acomodados, depois volto para buscar você.
Eu concordei e desci do trem, observando-o desaparecer à distância. Assim que chegaram à praia, um amigo perguntou a Luther por que eu não tinha ido junto.
Ele estava ocupado inflando uma boia de piscina para Zoey, respondendo casualmente sem levantar os olhos. — Moonlight Express passa a cada três dias. Avery Smith pode simplesmente comprar sua própria passagem e vir mais tarde. Vou comprar alguns presentes para compensá-la. Ela é muito compreensiva e não vai ficar brava comigo por muito tempo.
Um sorriso amargo surgiu nos cantos da minha boca. A família inteira sempre favoreceu Zoey, e agora até meu próprio companheiro não era diferente.
Como ninguém queria me ver de qualquer forma, decidi que iria embora em três dias.
Para salvar os três homens mais importantes da minha vida, fiz um acordo com a Deusa da Lua. Trocar minha vida pela deles. Se eu pudesse fazer qualquer um deles me amar de verdade em cinco anos, eu teria o direito de viver. Mas no último dia da contagem regressiva, todos os três ainda tinham sentimentos negativos por mim. De acordo com as regras, eu havia falhado. Minha vida estava prestes a ser apagada.
— Deusa da Lua, eu poderia enviar uma última mensagem? Uma tentativa final?
Talvez por pena, ela me concedeu esta última chance. Esta mensagem era meu tiro final. Eu apertei o botão de voz em nosso bate-papo em grupo, lutando para manter minha voz firme.
— Vocês poderiam me amar só um pouquinho? Eu realmente vou morrer.
Após um momento de silêncio, veio o riso impiedoso deles.
— Você fará qualquer coisa para competir com Lidia por atenção, não fará?
— Pare com as mentiras. Isso só faz com que te odiemos mais.
— Se você está tão desesperada para morrer, então faça isso de uma vez.
Missão falhada. Eu lhes dei exatamente o que queriam.
Mas quando eu estava prestes a morrer, todos eles surtaram.
— Professor… Por favor. Eu vim pra aprender a dirigir. Não pra isso.
Ela era casada.
Ele era instrutor de direção e, para piorar, amigo do marido.
Durante as aulas, cada erro no pedal virava um pretexto para se aproximar. Cada correção vinha acompanhada de um toque que ultrapassava o necessário. Presa dentro do carro da autoescola, sem ter para onde ir, ela sentia a linha entre o certo e o proibido se desfazer minuto a minuto.
Naquele dia, uma escolha errada, de roupa, de silêncio, de confiança, fez tudo escapar do controle. O espaço apertado, a respiração próxima demais, a tensão que já não dava mais para disfarçar.
Duas semanas antes do casamento, Theo Salles de repente adiou a cerimônia de novo.
— A Suzana disse que nesse dia vai inaugurar sua primeira exposição. — Explicou ele. — Ela vai estar sozinha na abertura, tenho medo que ela não consiga segurar a pressão. Com certeza vai precisar de alguém ao lado. — Continuou. — Nós não precisamos dessa formalidade. Casar hoje ou amanhã, qual é a diferença?
Mas essa já era a terceira vez que ele adiava nosso casamento por causa da Suzana Lima.
Na primeira vez, ele disse que Suzana tinha saído de uma cirurgia e sentia falta da comida da terra natal. Então, sem hesitar, ele foi para o exterior cuidar dela por dois meses.
Na segunda vez, ele disse que Suzana ia se isolar nas montanhas para pintar em busca de inspiração. Ficou preocupado achando que não era seguro ela ir sozinha, por isso, foi junto.
Esta é a terceira vez.
Desliguei o telefone e olhei para Léo Duarte, meu amigo de infância, sentado preguiçosamente à minha frente. A bengala na sua mão, incrustada de esmeraldas, batia ritmicamente no chão de mármore.
Você ainda quer uma esposa? — Perguntei.
No dia do meu casamento, Suzana, sorridente e encantadora, ergueu sua taça esperando que um homem brindasse com ela. Mas esse homem, de olhos vermelhos, estava assistindo ao vivo o casamento do herdeiro do maior grupo imobiliário do país, o Grupo Duarte.
Passar férias em Fortaleza é uma delícia, mas o clima pode ser um fator decisivo. Entre julho e dezembro, as chuvas diminuem bastante, e os dias ficam mais ensolarados, perfeitos para curtir as praias. Junho ainda tem um pouco de chuva, mas já dá pra aproveitar bem. Evite os meses de fevereiro a maio, quando as chuvas são mais intensas e podem atrapalhar os passeios.
Além disso, se você quer fugir dos preços altos, fique de olho nas passagens aéreas fora de temporada. Setembro e outubro costumam ter boas promoções, e o clima já está ótimo. Se puder, evite dezembro e janeiro, quando os preços disparam por causa das férias escolares e do Reveillon.
Campinas e Jundiaí são destinos que brilham em épocas diferentes, e tudo depende do que você busca na viagem. Entre abril e setembro, o clima em ambas as cidades fica mais seco e ameno, perfeito para explorar parques como o Parque Portugal em Campinas ou o Parque da Cidade em Jundiaí sem sufocar no calor. Junho, especialmente, é mágico em Jundiaí por causa da Festa do Morango, onde a cidade respira docemente com barraquinhas de morango fresco e doces caseiros. Se você curte um clima mais festivo, vale a pena planejar a viagem nessa época.
Já se você prefere evitar multidões e quer aproveitar uma atmosfera mais tranquila, outubro e novembro podem ser ótimos, com a primavera colorindo as paisagens e temperaturas ainda agradáveis antes do verão escaldante. Campinas, nesse período, tem eventos culturais bacanas, como exposições no Museu de Arte Contemporânea. O único porém é que chove um pouco mais, então leve um guarda-chuva. No fim, não existe época 'errada', mas se puder escolher, eu fugiria do pico do verão (janeiro e fevereiro), quando o calor pode ser bem intenso para passeios ao ar livre.