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Mein Mann wählte die Adoptivtochter — ich ging fort

Mein Mann wählte die Adoptivtochter — ich ging fort

Damien und seine ehemalige Frau hatten sich vor fünf Jahren getrennt — ich heiratete ihn später. Als wir heiraten wollten, hatte er bereits eine dreizehnjährige Adoptivtochter namens Lily. Nach unserer Ehe zeigte Damien mir große Zuneigung, während ich Lily stets wie meine eigene Tochter behandelte. Auch wenn sie mir ab und zu Feindseligkeit entgegenbrachte, schenkte ich ihr keine Beachtung. Solches Verhalten ist für ein junges Mädchen verständlich. Als mein Vater versehentlich von einem Auto getroffen und im Wachkoma blieb, hörte ich zufällig ein Gespräch zwischen Damien und seinem Assistenten mit. „Chef, ich verstehe es nicht — warum blockiert du die Schädeloperation?“, fragte der Assistent verwirrt, „Die Ärzte gehen davon aus, dass er sich erholen kann. Warum hältst du dich an eine konservativ Behandlung fest?“ „Er darf nicht aufwachen“, sagte Damiens mit gedämpfter Stimme. „Er hat Lilys Gesicht gesehen.“ Ich presste meine Hand fest über den Mund, sodass die Fingernägel tief in mein Fleisch drangen. Lily war die Adoptivtochter von Damien und seiner verstorbenen ehemaligen Frau Sarah. Sarah starb, als sie Damien rettete — aus diesem Grund zeigte er Lily stets eine Mischung aus Schuldgefühl und völliger Nachsicht. Damien fuhr fort, seine Stimme klang unendlich wirr und zerrissen. „Aber Lily hat es nicht absichtlich getan! Sie ist erst 13 Jahre alt — einen Eintrag im Strafregister würde ihr Leben ruinieren. Sarahs letzter Wunsch war, dass ich Lily betreute und sie gesund und unversehrt erwachsen ließ. Ich kann sie nicht allein lassen.“ Der Assistent schwieg einige Sekunden. „Was passiert mit deiner Frau?“ „Ich werde ihr alles entschädigen“, sagte Damien mit sanfterer Stimme. „Ich schenke ihr ein wohlhabendes Leben und sichere für ihren Vater — der bei dem Unfall verletzt wurde — das größte Private zimmer sowie die besten Pfleger. Die Kosten spielen für mich keine Rolle.“ Mein Herz sank tief. Weil du dich Sarah und Lily schuldig fühlst, opferst du meinen Vater? Mit zitternden Händen sicherte ich die Aufzeichnung und bat meinen Anwalt, die Scheidungsvereinbarung vorzubereiten. Als ich schließlich spurlos verschwand, verlor der einst mächtige Geschäftsführer die Fassung.
Short Story · Liebesroman
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O Caixão que Ele Construiu por Amor

O Caixão que Ele Construiu por Amor

Sou uma lobisomem, grávida de oito meses do filho híbrido do meu companheiro vampiro. Quando as contrações começaram, meu companheiro vampiro, Justin, me trancou dentro de um caixão de gelo talhado com runas destinadas a impedir o parto. Eu gritei. Eu implorei. Ele apenas disse: — Espere. Mas tudo aquilo era por causa da sua paixão de infância, Isolde. A vampira de sangue puro havia usado magia negra de sangue para conceber o herdeiro puro de Justin sem sequer ter relações com ele. Uma antiga profecia assombrava o clã. O primeiro filho vampiro nascido em mil anos receberia a bênção suprema do Progenitor. Ele purificaria a linhagem. Quebraria uma maldição que vinha sendo carregada por gerações. — Essa honra pertence ao filho de Isolde — disse Justin, com a voz fria como gelo. — Você já tem o meu amor, Gracie. Este caixão só garante que você dê à luz depois dela. A dor das contrações rasgava meu corpo. Implorei para que ele me levasse ao Santuário da Fonte de Sangue. Justin se inclinou. Seus dedos gelados agarraram meu queixo. Seus lábios ficaram tão próximos dos meus que seu sussurro soou como uma ameaça. — Pare com essa encenação. Eu deveria ter percebido antes. Você nunca me amou. Era uma excluída no mundo dos lobisomens. Só queria meu poder e meu título. — Está tão desesperada que arriscaria a vida do nosso filho com seus truques selvagens de loba só para arruinar a bênção de um sangue-puro... Você é venenosa. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu tremia, minha voz se partindo. — O bebê está vindo... eu não consigo impedir. Por favor... faço um juramento de sangue! Eu não me importo com a bênção. Eu só quero você! Ele soltou um riso de desprezo, embora um traço de mágoa traída atravessasse seus olhos. — Se você me amasse, não teria corrido para minha mãe. Não teria envenenado a mente dela contra Isolde. — Voltarei depois que ela receber a bênção. Afinal, a criança que você carrega também é minha. Ele ficou de guarda do lado de fora do santuário onde o ritual de Isolde acontecia. Não pensou mais em mim. Não até ver o halo da bênção coroar Isolde. Então ordenou ao seu servo de sangue que me libertasse. Mas a voz do servo tremia de terror. — Meu senhor... senhora Gracie e a criança... os sinais de vida... desapareceram. Naquele instante, o mundo de Justin se despedaçou.
Short Story · Vampiro
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