A PROMESSA DO ALFA Á FEITICEIRA PROIBIDA
— Respondi, firme, cada palavra marcada pelo peso de minha posse.
Yulli inclinou a cabeça, o brilho desafiador em seus olhos deixando claro que ela não iria recuar. Pelo contrário, estava mais do que disposta a testar os limites.
— Não, é mesmo? — Retrucou, o sarcasmo gotejando de cada sílaba. — Então me explique, Alfa, como é que sua adorável noiva fez questão de me informar que, na sua ausência, vocês tiveram dias bem calorosos? — Sua voz subiu de tom, um rosnado escapando de sua garganta. As presas estavam expostas, e os pelos em seus braços eriçados denunciavam que sua loba também não estava nada satisfeita. A cena era um espetáculo de ciúmes que ela tentava, inutilmente, esconder.