Leiloada para o mestre - A história de Vitória.
— Continua, Vitória!
— Eu mandava, eu mandava ladrilhar. Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes. Para o meu, para o meu amor passar. — Ela se vira totalmente para mim. E eu continuo cantando. — Nessa rua, nessa rua, tem um bosque. Que se chama, que se chama solidão. Dentro dele, dentro dele mora um anjo, que roubou, que roubou meu…
— Meu coração. — Ela termina a música de um jeito enrolado, mas saiu, ela falou.