PERVERSO, Sr. Bragança
Enquanto ele continuava ajoelhada no chão, lembrei de quantas vezes idealizei e sonhei com esse momento, momento em que o meu cavaleiro de armadura me enxergava e me escolhia dentre as outras.
Enxuguei as lágrimas que só percebi agora e descansei minha mão na sua. Eu estava hipnotizada pela beleza do anel, simples e elegante, todo em ouro rosé com uma pequena pedra em formato de coração no meio, a pedra, parecia um diamante, mas continha uma pequena mancha vermelha no meio, aumentando sua preciosidade.
— Eu não quero ou espero que você seja meu príncipe, na verdade, você sempre foi o meu cavaleiro de armadura prateada, meu an