Vendida ao Sheik
Me aproximei ainda mais, diminuindo a distância entre nós, deixando minha voz sair baixa, controlada, como se tudo estivesse sob domínio.
Eu disse que ele não precisava fazer nada, que eu poderia cuidar disso sozinha, e deslizei a mão novamente com mais intenção, pressionando sem pedir permissão, deixando claro que aquela situação não dependia apenas da vontade dele.
Porque, naquele momento, o que estava em jogo não era apenas desejo.
Era controle.
E eu não tinha intenção alguma de perder isso.