Um Don para a dama da máfia
Meu olhar desceu automaticamente para o ponto de contato antes de voltar para o rosto dela, que se mantinha firme, atento, completamente presente.
— Eu não vou fugir disso — disse, com a voz mais baixa, mas segura. — Não gosto de fugir de nada. Prefiro aprender a controlar.
Não respondi. Não era necessário.
Ela aproximou minha mão um pouco mais do corpo dela, guiando com calma até o sutiã, controlando cada movimento como se estivesse retomando, centímetro por centímetro, algo que havia sido tirado dela. Meu corpo reagiu ao contato, instintivamente, mas minha mente veio antes, segurando qualquer impulso, mantendo tudo sob controle absoluto, porque aquilo não era sobre desejo, não era sobre im