A VETERINÁRIA DO ALFA SOMBRIO
para um Alfa.
Ela prendeu a respiração, os olhos se arregalaram e um arrepio visível percorreu sua pele.
— Seus olhos... — sussurrou, quase sem voz. — Estão diferentes...
— Você perguntou se o seu lobo poderia emergir. — Minha voz saiu baixa e grave, percorrendo cada sílaba como um rosnado contido. — A cidade Lunar é o berço da Lua, sempre tocada pela mão da Deusa. — Deslizei a ponta do dedo pelos seus ombros nus, contornando lentamente a pele até minha marca, pressionando ali com firmeza, sentindo o arrepio que percorreu seu corpo. Era um gesto que eu não deveria permitir, mas já era inevitável. — Se for acontecer, Raposinha, este é o lugar.