A FILHA DO MEU INIMIGO
— Falo, agarrando os fios negros e os puxando para trás, fazendo ela arquear as costas e se oferecer para mim.
Mordo seu pescoço, massageando o local com a língua em seguida. Ela geme, se contorce e tenta fingir que não está afetada, gostando da minha pegada. Rio, maldoso, puxando seu cabelo com mais intensidade. Eu não costumava gostar de sexo bruto, sempre fui de fazer um amor leve e gostoso, mas tem algo nessa menina que me deixa insano, cheio de fome. Deve ser a porra desse olhar que ela me dá sem perceber, praticamente me implorando para enterrar meu pau em sua pequena boceta, mas também pode ser a cor das íris claras, esse verde mata me deixa selvagem, me faz querer agir como um homem