MESTRE DO MORRO
Rio de Janeiro | Brasil
Voltei ao Morro do Coiote para enterrar o que restava da minha mãe e, de alguma forma, recuperar o pedaço de mim que os anos de guerra tinham engolido, mas o ar quente e o cheiro de pólvora velha me lembraram, já no primeiro passo fora do Galeão, que a favela não perdoa quem foge e depois ousa regressar com cicatrizes e segredos.