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Uma Noiva Enlouquecida e Suas Cúmplices

Uma Noiva Enlouquecida e Suas Cúmplices

Meu irmão sempre me tratou com carinho e me chamava de "minha querida", além de me ajudar financeiramente. Mas a noiva dele, ao ver nossa proximidade, pensou que eu fosse uma amante que ele sustentava em segredo. Ela apareceu no meu apartamento recém-decorado, trazendo um batalhão de parentes, e começou a me atacar sem dó. — Uma garota tão nova se sujeitando a ser a amante! Vou te ensinar como se comportar, ainda mais em nome dos seus pais! — Gritou, determinada a me humilhar. Ela ainda ameaçou: — Vou postar sua história pelo site da sua escola, para que professores e colegas saibam que você é uma vagabunda que só sabe se jogar na cama dos homens! Elas destruíram minhas coisas, rasgaram minhas roupas e penduraram minha carteirinha de estudante no meu peito, fotografando cada instante da minha humilhação. Foi quando meu irmão chegou, tomado pela fúria, com o olhar chamejando de ódio. — Vocês realmente querem arriscar a própria vida ao tocar na minha irmã?
Short Story · Romance
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O Diário de Treino Íntimo

O Diário de Treino Íntimo

Eu falhei no teste de educação física da faculdade, e treinar era a última coisa que eu queria. Lorenzo, meu tio sem relação de sangue, insistiu em me ajudar para treinamento. Mal tinha feito alguns agachamentos, e já senti uma dor forte no meu peito. Meu corpo fraquejou, e acabei caindo, sem forças, nos braços de Lorenzo. — Não dá mais, tio Lorenzo... — Murmurei, com a voz fraca. — Eu... eu não estou usando top esportivo... Lorenzo respirava pesado. — Viviane, eu vou te ajudar. — Disse ele, com firmeza. Para minha surpresa, senti as mãos dele, ásperas e fortes, segurando meu peito. Ele começou a me guiar, me levantando e abaixando. O movimento ficava cada vez mais rápido, e meu corpo inteiro tremia...
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O Casamento Destinado a Outra

O Casamento Destinado a Outra

Meu marido e eu éramos as duas pessoas que mais se odiavam neste mundo. Ele me odiava por tê-lo arrancado da mulher que amava. E eu o odiava porque seu coração permanecia ocupado por outra. Durante oito anos de casamento, as palavras que mais trocamos não foram de amor, nem de dever, mas maldições. Contudo, no dia em que a cidade caiu, tudo mudou; as bandeiras inimigas já eram visíveis além do portão interno. Ele cavalgou à frente e tomou a estrada, colocando seu corpo entre o inimigo e a minha fuga. — Viva — disse ele calmamente. Então ele ergueu sua lâmina e não olhou para trás. As flechas vieram como chuva. Enquanto elas o perfuravam, ele virou a cabeça uma vez, apenas uma vez. Depois disso, seu corpo bloqueou a estrada, e nada passou. — Se houver outra vida… que Vossa Alteza me conceda a misericórdia de pertencer a ela. Naquela noite, com a cidade em ruínas e o povo morto ou em fuga, subi na torre mais alta do palácio. Eu saltei. Quando abri meus olhos novamente, fui até o rei. — Os reinos do norte exigem uma noiva real — eu disse. — Eu irei. Nesta vida, serei eu a cruzar a fronteira. Em minha vida anterior, ele morreu acreditando que havia falhado com ela. Desta vez, não permitirei que esse arrependimento exista. Assumirei o casamento destinado a ela. Carregarei a coroa destinada a exilá-la. Caminharei em direção a um futuro que ela nunca deveria ter que suportar. Deixe que ela fique. Deixe que ele a proteja. Deixe que ele viva sua vida acreditando que finalmente cumpriu sua promessa.
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A Escolha Mortal do Meu Don

A Escolha Mortal do Meu Don

Eu estava grávida de oito meses e participava de um baile de caridade com meu marido, o Don Massimo, quando uma família rival nos atacou. A multidão entrou em pânico. Fui empurrada ao chão com violência. Havia sangue por toda parte. Massimo perdeu o controle, gritando por médicos, desesperado para salvar meu bebê. Mas, quando acordei, eles tinham desaparecido. Ambos. Sem bebê, sem Massimo. Lembrei-me dos tiros, de Massimo me protegendo com o próprio corpo. Um pavor gelado tomou conta de mim. Arrastei-me até uma cadeira de rodas e corri pelo corredor. Foi quando os ouvi — Massimo e o médico. — Don, sinto muito. Fizemos tudo o que pudemos. O bebê… ele não sobreviveu. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eles mataram meu bebê. A família rival matou meu bebê. Mas as palavras seguintes dele destruíram meu mundo. — Havia apenas uma equipe médica. Eu tive que fazer uma escolha. Bianca… ela também estava carregando meu filho. Massimo suspirou e então deu a ordem: — Ninguém conte a Arabella. Ela vai criar o filho de Bianca como se fosse dela. Ele será meu único herdeiro. Tapei a boca com a mão, minha visão embaçada pelas lágrimas enquanto me virava. O homem que eu amava era uma mentira. Tudo bem. Se ele quer uma guerra, ele vai ter uma.
Short Story · Máfia
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Liguei para Ele Antes de Morrer

Liguei para Ele Antes de Morrer

Enquanto toda a família comemorava o aniversário da minha irmã, Jessica Almeida, eu estava trancada em uma fábrica abandonada, sangrando sem parar. Jessica havia contratado quatro capangas que me torturaram até me deixarem por um fio de vida. Com as minhas últimas forças, rastejei pouco a pouco para pegar o celular e ligar para o meu marido. — Otávio, eu estou gravemente ferida, venha rápido me salvar... Estou em uma fábrica não muito longe, não vai tomar muito tempo. Ao ouvir a minha voz fraca e implorante, o meu marido soltou uma risada de escárnio: — Yolanda, já que chorar e fazer escândalo não funcionou, agora resolveu se fazer de coitada, não é? — Você realmente não mede esforços para estragar a festa de aniversário da Jessica. Volte logo com um presente para pedir desculpas a ela, senão desta vez eu não vou te perdoar tão facilmente. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, a voz de Jessica chamando por ele ecoou do outro lado da linha. Ele não sabia que, no instante em que a ligação terminou, eu já não precisava mais do perdão dele. Nem sabia que aquele cadáver fétido, que o faria franzir a testa e se afastar, mesmo sendo um médico legista experiente... Era exatamente a esposa que ele odiou por tantos anos, Yolanda Almeida...
Short Story · Romance
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Ele Escolheu a Amante, e Eu Paguei com a Vida

Ele Escolheu a Amante, e Eu Paguei com a Vida

Na minha vida passada, Gabriel Lacerda, meu irmão, escolheu acompanhar a amante Camila Soares para ver uma chuva de meteoros. Levou consigo todos os seguranças da casa, deixando-nos completamente vulneráveis. Naquela noite, inimigos que ele mesmo havia destruído aproveitaram a oportunidade e invadiram nossa mansão para se vingar. Minha mãe foi gravemente ferida tentando me proteger. Liguei para ele, desesperada, implorando que voltasse. Ele retornou com os seguranças, mas já era tarde demais. Embora os invasores tenham sido capturados, uma nova tragédia aconteceu: Camila havia desaparecido e deixou uma carta de suicídio. Na carta, ela me acusava de usar a situação para afastar Gabriel dela e de deixar ela sozinha, exposta à vingança dos inimigos. Gabriel queimou a carta bem na minha frente. Sem raiva, sem dor. Apenas disse: — Esquece isso. Não vale a pena. Apesar de tudo, ele foi responsabilizado. Meu pai me confiou o controle da empresa da família. Mas naquela mesma noite, durante a festa de comemoração, Gabriel entrou no meu quarto e me matou. Com o olhar frio, ele disse: — Pessoas como você já deviam estar mortas. A herança é minha por direito. Morri sem paz. E quando abri os olhos novamente… O som dos inimigos arrombando os portões ecoava do lado de fora da mansão.
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Renascer do Abismo

Renascer do Abismo

Na minha vida passada, usei o filho na minha barriga para forçar Vinicius Martins, cuja família estava falida, a se casar comigo. No dia do nosso casamento, seu grande amor deixou uma carta de despedida e se jogou no mar: [O amor verdadeiro finalmente perdeu para o poder. Eu me rendo.] Vinicius não demonstrou reação ao saber da notícia e concluiu o casamento sorrindo para mim. Mas, no dia do terceiro aniversário do nosso filho, ele nos levou para um mergulho. A cem metros de profundidade, ele arrancou nossos tubos de oxigênio, e meu filho e eu morremos afogados. Depois de morta, vi Vinicius levar meu corpo até o túmulo do seu grande amor como um pedido de desculpas. — Jasmim, eu te vinguei. Você ficará feliz aí onde está? Quando abri os olhos novamente, eu havia voltado para a noite em que o forcei a se casar comigo por causa do bebê.
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Depois de Oito Anos, Eu Me Casei com Outro

Depois de Oito Anos, Eu Me Casei com Outro

No casamento da minha melhor amiga, uma garota se lançou para pegar o buquê… mas ele escapou das mãos dela e acabou caindo direto nas minhas. Minha melhor amiga, Valentina Rojas, olhou para mim com um sorriso radiante. — Valéria, parece que a próxima noiva vai ser você. Os convidados trocaram olhares cúmplices e logo se viraram para o meu namorado de oito anos, Adrian Montenegro, presidente do Grupo Montenegro. Mas ele, com a maior calma do mundo, tirou o buquê das minhas mãos e o passou sem esforço para a garota ao meu lado… sua secretária, Natália Cruz. — Foi ela quem pegou primeiro. Depois, acariciou meus cabelos com suavidade e falou com aquela mesma voz gentil de sempre: — Seja boazinha… devolve para a Natália por enquanto. Vai haver outra oportunidade. Junto com o buquê, todos os olhares também se desviaram… até pousarem em Natália. Observei a expressão dela, dividida entre surpresa e timidez. Então apoiei a mão sobre o ventre e forcei um sorriso amargo. Adrian não sabia que não existiria outra oportunidade. "Nossa promessa de oito anos já tinha chegado ao fim… e, mesmo assim, nós nunca demos o passo rumo ao casamento." Eu já tinha prometido aos meus pais, membros da realeza de Alcázar, que partiria na semana seguinte para voltar e assumir o legado da família.
Short Story · Romance
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Me Casei, E Agora Eles Se Arrependeram

Me Casei, E Agora Eles Se Arrependeram

Fernando Rocha finalmente aceitou meu pedido de casamento. Ele fez questão de me lembrar para me vestir bem, dizendo que ele havia preparado uma surpresa especial para mim. Mas, quando cheguei deslumbrante ao local da cerimônia, não havia noivo no altar. Fernando virou-se para a minha meia-irmã, que estava ao lado dele, e sorriu: — Você sempre disse que casamentos são chatos e cheios de formalidades. Hoje, vou te mostrar como é um casamento divertido. O que acha? O mestre de cerimônias então anunciou, em voz alta: — O casamento está suspenso! O meu amigo de infância puxou o balão de água que já estava estrategicamente preparado acima da minha cabeça, estourando-o e me molhando da cabeça aos pés. Fernando arqueou as sobrancelhas, com um sorriso provocador, e disse: — Nilda, era só uma brincadeira. Você não achou mesmo que eu ia me casar com você, achou? Aquele casamento não passava de uma farsa, uma encenação planejada para animar a minha meia-irmã, que estava lutando contra uma depressão. Ao me ver em silêncio, Fernando continuou com o mesmo tom zombeteiro: — Se você está com tanta pressa para casar, escolha qualquer um dos convidados aqui e case com ele! Mas, quando eu realmente entrei de braços dados com um noivo para celebrar a cerimônia, eles ficaram atordoados.
Short Story · Romance
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A Vingança Contra as Mães Ingratas

A Vingança Contra as Mães Ingratas

Eu fui linchada na internet pelas minhas próprias funcionárias que eram mães. Elas começaram a espalhar que a creche gratuita da empresa, feita especialmente para os filhos delas, era na verdade uma "prisão de crianças", um truque cruel para forçar horas extras. O que elas não sabiam era que aquela creche foi o meu projeto mais caro e mais amado: eu importei equipamentos de ponta, contratei professores de fora do país, montei uma estrutura em que cada criança custava, em média, oito mil reais por mês. Ainda assim, a internet inteira caiu matando em cima de mim, me chamando de palhaça, de hipócrita, de capitalista nojenta. Foi aí que eu perdi a paciência e soltei um comunicado interno para todos os funcionários: [Para atender ao desejo de autonomia das famílias na criação dos filhos, a empresa decidiu encerrar o serviço de creche gratuita. A partir de hoje, será substituído por um auxílio‑creche: funcionários que se encaixarem nos critérios receberão 200 reais por mês.] Bastou o aviso ser enviado para o caos começar. As mesmas mães que me xingavam estão agora em massa na porta da minha sala, implorando para eu não fechar a creche.
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