O JUIZ - Tio do Meu Filho
O verde da grama se estendia até se perder no horizonte, interrompido apenas pelas imponentes árvores e pelo hangar de metal próximo, que parecia saído de um filme.
Dois carros nos aguardavam ao lado da pista, e um homem alto, com roupas diferentes e um chapéu de aba larga, se encostava casualmente na caminhonete, braços cruzados. Ele nos observava com um sorriso acolhedor, seus olhos calorosos e a barba grisalha denunciando alguém de meia-idade.
“Que prazer receber vocês aqui na minha fazenda,” ele disse com um sotaque carregado. “Bah, não sabia que você tinha se casado, Bruno.”