Um novo amanhã: renascendo das cinzas
O cheiro da comida caseira se espalhava pelo ar, e a sensação era de lar.
E ali, naquele pedaço de paraíso, compreendi: não importa o que o passado me tirou, porque o presente me dava tudo... e muito mais.
Encostei a cabeça no ombro do meu marido e sussurrei, apenas para ele:
— Um novo amanhã!
Ele beijou minha testa e respondeu:
— E dessa vez… eterno!
E foi assim, no coração do nosso jardim, que descobri que recomeços existem. Que o amor cura, que a vida pode florescer mesmo onde só há cinzas.
E que, no fim, tudo o que realmente importa estava ali, diante de mim: nós.