O Desbravador de Mundos
Eram de um azul intenso e silencioso, que não queimava com fúria, mas com uma determinação pura, refletindo nos cristais da Garganta.
O monstro rugiu e retaliou: uma mão atravessou a defesa da princesa e perfurou o seu abdómen. Ignis arfou, mas ergueu os olhos cheios de fúria. A sua nova chama azul envolveu a ferida. Não cauterizou a carne com violência. Em vez disso, o fogo pareceu queimar a ferida de dentro para fora, purificando o dano, cicatrizando a pele numa velocidade impossível.
— O meu fogo... não se apaga! — gritou ela, a sua voz um misto de dor e um triunfo feroz.