Luna Perdida. A Escrava do Inimigo.
Era renascimento.
Connor inclinou-se para mim, seus lábios tão próximos que minha respiração se entrelaçou com a dele. Sua voz saiu rouca, apenas para mim:
— Você é tudo, Hoop. Tudo.
E então, quando a xamã ergueu as mãos ao céu, abençoando nossa união, Connor aproximou o rosto do meu e selou nossos destinos com um beijo. Não era apenas amor. Era promessa. Era fogo, era cura, era fé. Nossos lábios se encontraram como se fossem feitos para isso desde o início dos tempos, e naquele beijo eu entendi que meu coração não estava apenas batendo: ele estava renascendo.