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Gravidez vs. Bomba: Vendo Ele Enlouquecer

Gravidez vs. Bomba: Vendo Ele Enlouquecer

Giorgo era o Don da família Romero Ele foi emboscado por um lunático suicida que tinha bombas presas ao próprio corpo. Naquele momento, meu marido, Fábio Lopez, já havia levado seus homens para um desfile de moda ao lado de seu primeiro amor, Reina Digiorno, com a intenção de protegê-la durante o evento. Em vez de apertar o botão de sinal no anel que eu usava, eu me lancei contra Giorgo, mesmo estando com a gravidez bastante avançada. Foi assim que consegui usar meu próprio corpo para protegê-lo da explosão. Na minha vida anterior, eu havia apertado o botão. Fábio abandonou Reina às pressas e foi correndo ao local do atentado para salvar a vida de Giorgo. Graças a essa contribuição, ele foi promovido ao cargo de sottocapo. Mas Reina enlouqueceu de raiva por Fábio tê-la deixado antes do fim do evento. Movida apenas pelo ressentimento, ela atravessou a rodovia de forma imprudente e acabou sendo atropelada, morrendo no local. Embora Fábio não tivesse dito uma única palavra, ele escolheu me enviar para uma casa de leilões subterrânea exatamente no dia em que eu entrei em trabalho de parto. — O Don tinha vários soldados para protegê-lo! Por que você me obrigou a voltar naquele momento? — Ele me encarou com frieza, e sua voz estava carregada de desprezo. — Não foi só porque você queria a glória de ser a esposa do sottocapo? Se não fosse por você, Reina não teria morrido! — Ele continuou, sem qualquer piedade, os olhos cheios de ódio. — Você vai sofrer mil vezes mais do que ela sofreu! Eu só pude assistir enquanto os convidados faziam lances, um por um, pelos meus órgãos. Nem mesmo o cordão umbilical do meu recém-nascido foi poupado do leilão. No fim, eu morri de uma infecção causada durante a remoção dos meus órgãos. Quando abri os olhos novamente, eu já havia retornado ao dia em que Giorgo foi emboscado.
Short Story · Máfia
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Reteniendo un nacimiento

Reteniendo un nacimiento

Tenía nueve meses de embarazo y estaba lista para dar a luz, pero mi esposo, Sean Conner, me encerró en el cuarto de almacenamiento del sótano y me dijo que retuviera el parto. Comentó que era porque la esposa de su difunto hermano, Quinn Faber, también estaba a punto de dar a luz ese día. Hacía años, Sean y su hermano habían acordado que el primer hijo nacido en la familia Conner sería criado como heredero y recibiría la herencia familiar. —El bebé de Quinn debe nacer primero —dijo Sean como si fuera algo trivial—. Ella perdió a su esposo y no tiene nada. Tú ya tienes mi amor, por lo tanto, es justo que la herencia sea destinada a su hijo. El dolor de las contracciones me dobló por la mitad y lloré, suplicándole que me llevara al hospital. Él me secó las lágrimas y con una tranquilidad inquietante, me dijo: —Deja de fingir. Luego, espetó: —Siempre supe que no me amabas. Todo lo que te importa es el dinero y el estatus. Forzaste el parto para robarle el lugar a mi sobrino... ¿Cómo puedes ser tan cruel? Con la cara pálida y temblando, logré susurrar: —No puedo controlar cuándo nace un bebé, esto es una coincidencia. Te juro que no me importa la herencia. ¡Yo te amo! Él soltó una carcajada llena de frialdad y me dijo: —Si me amaras, no habrías presionado a Quinn para que firmara ese contrato renunciando a la herencia de su hijo. Bueno, una vez que ella dé a luz, volveré a buscarte. Después de todo, el bebé que llevas en tu vientre lleva mi sangre. Sean se quedó fuera de la sala de parto donde estaba Quinn y solo después de que el recién nacido llegó al mundo, él se acordó de mí. En ese momento le ordenó a su secretario que me llevara al hospital, pero la voz de este tembló mientras decía: —La señora... y el bebé... Ambos han muerto... En ese momento, él perdió la razón.
Short Story · Romance
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Renascida: A Vingança do Casamento

Renascida: A Vingança do Casamento

Quando a família Costa estava à beira da falência, os pais de Daniel Costa vieram implorar por um casamento arranjado. Meu pai, com pena de mim por ter amado Daniel durante dez anos, investiu bilhões para salvar a família Costa e me casou com ele. Na noite de núpcias, Daniel cobriu meus olhos com um véu vermelho e me tomou repetidamente na cama, sem piedade. Um mês depois, cheia de alegria, eu fui até ele com o teste de gravidez nas mãos, mas acabei ouvindo uma conversa entre ele e seus amigos no bar: — Vocês acham que o filho que a Iolanda Moreira está esperando é de qual homem, depois de ser fodida por mais de dez caras? Um dos amigos caiu na gargalhada: — Mestre Daniel, eu só fui três vezes. Não pode ser meu, né? — Eu aposto no Leo! — Outro disse. — Ele é insano na cama. Naquela noite, ele fez a Iolanda gritar de loucura. Aposto dez mil que é dele! Foi aí que eu entendi. Naquela noite de núpcias, quem tinha feito sexo comigo tantas vezes não era Daniel, mas seus mais de dez amigos. Desesperada, eu invadi o bar e o confrontei. Daniel, sem um pingo de remorso, respondeu: — Está chorando por quê? Se a sua família não tivesse usado a injeção de capital para me chantagear, forçando a Rebeca a ir embora, eu nunca teria feito isso com você. Vou te dizer uma coisa: no dia em que a Rebeca me perdoar, eu te deixo em paz. Arrasada, eu pedi o divórcio. Mas Daniel me ameaçou com o vídeo daquela noite em que eu fui abusada por seus amigos e me trancou no porão: — Não tenha pressa de ir embora. Eu e meus amigos ainda estamos apostando quem é o pai dessa criança que você está esperando! Oito meses depois, eu dei à luz no porão e morri junto com o bebê. Quando abri os olhos novamente, percebi que havia voltado no tempo, para o dia em que a família Costa implorava ao meu pai por uma injeção de capital e um casamento arranjado. Desta vez, no dia do meu casamento, foi Daniel quem chorou até os olhos ficarem vermelhos.
Short Story · Romance
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Mi esposo eligió a su hija adoptiva, yo me fui

Mi esposo eligió a su hija adoptiva, yo me fui

Damien y su exesposa se divorciaron hace cinco años, y luego él se casó conmigo. Cuando nos casamos, él tenía una hija adoptiva de 13 años llamada Lily. Después de nuestro matrimonio, Damien me trató excepcionalmente bien y yo siempre traté a Lily como si fuera mi propia hija; incluso cuando en ocasiones ella mostraba hostilidad hacia mí, no me importaba. Eso es normal en una chica adolescente, después de todo. Hasta que mi padre fue accidentalmente atropellado por un coche y quedó en estado vegetativo. Fue allí que, por casualidad, escuché una conversación entre Damien y su asistente. —Jefe, no lo entiendo. ¿Por qué bloquear la craneotomía? —preguntó el asistente, sonando confundido—. Los médicos dicen que hay una alta probabilidad de que él pueda recuperarse. ¿Por qué insiste en un tratamiento conservador? —Él no puede despertar —la voz de Damien estaba contenida por el dolor—. Vio el rostro de Lily. Me cubrí la boca con la mano, clavando las uñas profundamente en mi carne. Lily es la hija adoptiva de Damien y de su difunta exesposa, Sarah. Sarah murió salvando a Damien, por lo que él siempre ha tratado a Lily con una mezcla de culpa y total indulgencia. Damien continuó, con un tono increíblemente conflictivo: —¡Pero Lily no lo hizo a propósito! Solo tiene trece años… Si obtiene antecedentes penales, su vida se acabará. El único deseo de Sarah antes de morir fue que yo cuidara de Lily y la viera crecer sana y salva. No puedo renunciar a ella. El asistente guardó silencio durante unos segundos. —¿Y qué hay de su esposa? —Voy a compensarla por esto —la voz de Damien se suavizó—. Le proporcionaré la vida más próspera y conseguiré la sala privada más grande junto con los mejores cuidadores para su padre, quien sufrió el accidente automovilístico. No me importa cuánto cueste. Mi corazón se hundió por completo. ¿Solo porque te sientes culpable con Sarah y Lily vas a sacrificar a mi padre? Con las manos temblorosas, guardé la grabación que tomé y le pedí a mi abogado que preparara los papeles del divorcio. Sin embargo, cuando desaparecí por completo de su vida, el una vez poderoso CEO se volvió loco.
Short Story · Romance
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Meu Marido Escolheu a Filha Adotiva e Eu Fui Embora

Meu Marido Escolheu a Filha Adotiva e Eu Fui Embora

Damien se divorciou da ex-esposa há cinco anos e então se casou comigo. Quando nos casamos, ele tinha uma filha adotiva de treze anos chamada Lily. Depois do nosso casamento, Damien sempre me tratou excepcionalmente bem. Eu sempre tratei Lily como se fosse minha própria filha. Mesmo quando ela demonstrava certa hostilidade comigo de vez em quando, eu não me importava, isso é normal para uma adolescente. Até que meu pai foi atropelado em um acidente e ficou em estado vegetativo. Foi então que, por acaso, ouvi uma conversa entre Damien e seu assistente. — Chefe, eu não entendo. Por que bloquear a craniotomia? — o assistente perguntou, confuso. — Os médicos disseram que há uma grande chance de ele se recuperar. Por que o senhor insiste no tratamento conservador? — Ele não pode acordar — a voz de Damien saiu baixa, carregada de dor. — Ele viu o rosto da Lily. Tapei a boca com a mão, as unhas cravando na minha pele. Lily é filha adotiva de Damien e de sua falecida ex-esposa, Sarah. Sarah morreu salvando Damien, e desde então ele sempre tratou Lily com uma mistura de culpa e indulgência absoluta. Damien continuou, o tom cheio de conflito: — Mas a Lily não fez isso de propósito! Ela tem só treze anos... Se tiver uma ficha criminal, a vida dela estará acabada. O último desejo da Sarah, antes de morrer, foi que eu cuidasse da Lily e a visse crescer em segurança. Eu não posso desistir dela. O assistente ficou em silêncio por alguns segundos. — E quanto à sua esposa? — Eu vou compensá-la — a voz de Damien suavizou. — Vou dar a ela a vida mais próspera possível. Vou garantir a melhor suíte particular e os melhores cuidadores para o pai dela. Não importa quanto custe. Meu coração afundou por completo. Só porque você se sente culpado por Sarah e Lily, vai sacrificar o meu pai? Com as mãos tremendo, salvei a gravação e pedi ao meu advogado que preparasse os papéis do divórcio. Mas quando eu desapareci completamente da vida dele, o poderoso CEO enlouqueceu.
Short Story · Romance
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Um Dia Fui Seu Erro, Agora Sou Seu Arrependimento

Um Dia Fui Seu Erro, Agora Sou Seu Arrependimento

O maior erro que já cometi na vida foi me apaixonar pelo meu meio-irmão Alfa, Cayden Gates. Eu tinha 12 anos quando minha mãe se casou de novo, e ele foi o único na nova alcateia que me tratou com gentileza. Me apaixonei por ele à primeira vista. Quando eu tinha 16 anos, fui atacada por lobos selvagens, e ele enfrentou dez deles sozinho para me proteger. Aos 18, ele foi envenenado por prata. Quase morreu. Foi quando minha loba me disse que ele era meu companheiro destinado. Sem hesitar, doei minha medula óssea para salvá-lo. Naquela noite, olhando para ele dormindo com o rosto pálido, não resisti e beijei o canto dos seus lábios. Ele abriu os olhos naquele exato momento, o rosto corado. — Tessa, somos irmãos. Você não deveria ultrapassar esse limite. A partir daquele dia, ele começou a me evitar, como se eu fosse um erro que ele não podia se permitir cometer. Sua noiva, Rosie Lloyd, tinha sido diagnosticada com uma doença sanguínea rara, e eu era a única doadora compatível. Pela primeira vez, ele me implorou. — Se você aceitar salvá-la, eu concordo com qualquer coisa. Mas eu já estava fraca por causa do transplante de medula. Doar sangue de novo poderia me matar. Eu disse não, e no final Rosie morreu. Ele não derramou uma única lágrima, como se nada tivesse acontecido. Mas no funeral dela, ele destruiu o retrato que eu tinha pintado dele na frente de todos e disse friamente: — Que nojo você ter a audácia de sonhar em ficar com seu próprio irmão. Depois disso, me tornei uma vergonha, motivo de piada por onde passava. A humilhação e o desespero me consumiram por completo, e em um momento de confusão, caí no lago e me afoguei. Quando abro os olhos de novo, estou de volta ao momento em que ele me implora por sangue. Eu digo sim, calmamente. Considero isso a última dívida que tenho com a família Gates. Cayden, a partir de agora, acabou entre nós. Não existe mais nenhum laço nos unindo.
Short Story · Lobisomen
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