LOGINJudy Di Lua era uma mulher solitária, vivia para realizar seus sonhos e um deles estava prestes a realizar seu primeiro desejo que era morar sozinha, mas tudo mudou de repente após seu pai sofrer um acidente e ficar dependente dela. Sendo Judy órfã de mãe quando ainda era um bebê, sempre foi ela e seu pai, elas tinham uma boa relação e por ele, ela daria a vida. Com o passar do tempo Judy tem que arranjar um emprego, pois suas vendas de doces já não estão dando mais lucros como antes, não o suficiente para viver. Ao descobrir que foi selecionada para trabalhar na empresa do melhor amigo do seu pai, Ramon então vê ali uma oportunidade para se aproximar mais da jovem, afinal, ela só tinha o pai como família e agora o melhor amigo dele. Mas como nem tudo são flores, Ramon é um pouco mais velho que Judy, o que renderia muitas críticas, principalmente porque ele é um empresário muito bem visionado, com um passado terrível e doloroso.
View MoreJudy Os dias estavam sendo corridos. Os preparativos do casamento do meu pai estavam em dia. Finalmente Andrew havia se resolvido com Isabelle, enquanto Vivian entrava no último mês de gestação. Porém, havia algo que estava me incomodando, Ramon estava ficando cada dia mais ausente, de mim, dos nossos filhos e tudo que envolvia nós dois. Faltam dois dias para a inauguração da casa de acolhimento, estou tendo que me virar sozinha. Enfim… era um sábado a noite e ele saiu após chegar do trabalho, não falou comigo, nem mesmo disse onde iria e eu fiquei parecendo uma idiota diante aquilo. Ligação Ativa“Mary, vou direto ao assunto. Teria como passar a noite com as crianças? Eu preciso resolver umas coisas importantes”. “Claro que posso. Pode ir tranquila resolver teus problemas que teus filhos estarão longe dos perigos noturnos”. “Você é um anjo, Mary meu amor”. Ligação Inativa Me arrumei conforme seria preciso para a ocasião em que eu estava indo, deixei as crianças na casa da Mary
Três anos depois… Ramon— Pai, o senhor viu onde eu deixei minha bolsa? Esqueci a chave do carro dentro dela e eu preciso ir buscar Judy. — Vivian, minha filha que agora estava grávida, mais que nunca estava mais grudada a Judy. Sua bolsa estava em cima da cama das crianças, que no momento estavam na escola. Judy trabalhava com crianças, mas estava apenas esperando a licença para abrir seu orfanato, ou como ela prefere chamar, o lar solidário. Andrew continuava fazendo as mesmas coisas, porém, com mais responsabilidade agora que tem dona e toda dona tem razão. (...)Todos reunidos à mesa, nossa família era grande e Celeste estava entre nós. As crianças corriam pela casa com a filha de Mary, que se tornou nossa família também. A mesa estava posta para o jantar, havia algo que meu amigo queria fazer e eu como apoiador, tive que fazer o cenário bonito valer a pena. — Você tá com uma cara de quem está escondendo alguma coisa de mim. — Judy cravou suas unhas em minha mão põe debaixo da
Vivian Esperava por Abner na porta do hospital, quando Victoria passou dentro do carro com Jenna, a mulher que me abandonou. De onde elas se conhecem? Será que Rambon sabe disso e se sim, porque será que nunca me disse nada sobre isso? Abner estava visivelmente cansado, estava passando o fim de semana em sua casa, já que ele morava em outra cidade devido ao trabalho e eu não poderia morar com ele devido aos estudos. — O que houve? Você parece que viu algum fantasma. — Entrei no carro tentando disfarçar minha cara de sem graça, mas era quase impossível não perceber como aquilo me deixava mal.— Victória estava no carro com a minha mãe… será que elas se conhecem e meu pai nunca me contou sobre minha mãe por algum motivo? — Se isso for verdade, deve ter sido algo muito sério. Não acho que seu pai faria isso com você e seu irmão, além do mais, por tudo que você já me disse sobre Victória, essa mulher deve ser capaz de fazer qualquer coisa. E se ela descobriu alguma coisa sobre ela e e
Judy Acordei sonolenta, sentindo um vazio repetindo e completamente sem muita noção das coisas, mas se havia algo que eu estava sentindo falta, era da minha barriga. Tentei levantar e sentir meu corpo pesado e dormente, o acesso em minha mão que segurava o soro e ao lado da cama estava meu pai, com um olhar meio e um grande sorriso nos lábios. A enfermeira entrou feliz e logo atrás dela veio mais três, cada uma empurrando um carrinho com uma incubadora, onde estavam meus filhos tão preciosos. — Olha só quem veio ver a mamãe. — A voz doce da enfermeira não era desconhecida, mas no momento isso era o que menos importava. Meu pai estava ao meu lado, olhando para seus netos com os olhos cheios de lágrimas, enquanto me olhava compadecido e com orgulho em seu olhar. — Ele me lembra você quando era um bebê, e hoje eu sou avô dessas bênçãos. — A lágrima escorreu em seu rosto, me deixando sensível e chorando logo em seguida também. — Eu posso segurar em meus braços? — No momento eu só que


















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