INICIAR SESIÓNHá dez anos ele a contratou para gerar seu herdeiro. Apenas um acordo frio... e noites quentes que marcaram os dois mais do que deveriam. Contrariada entregou o bebê e desapareceu no mundo. Agora, Dayse retorna como CEO de um império construído em silêncio, Voltou para resgatar o filho que foi forçada a entregar. E disposta a revelar segredos que podem abalar as estruturas de poder daquela família. Ele sem saber que se trata da mesma pessoa, se apaixona por ela novamente. A mulher que um dia teve nas mãos — e deixou partir. Mas será que o amor pode sobreviver onde só deveria haver ódio? Spin-off: Renata retorna ao Brasil acompanhando Dayse, para ajudar na implantação da filial do grupo empresarial. Há quase dez anos mantém um relacionamento aberto com Matheo, mas ele não aceita mais essa condição e a pede em casamento pela milésima vez. Renata, marcada pelo passado traumático (um filho perdido em circunstâncias violentas), decide confrontar os responsáveis por sua dor expondo seus segredos. No Brasil, cruza novamente com alguém ligado ao seu inimigo. Esse reencontro desperta uma paixão inesperada, que se torna também uma arma — capaz tanto de destruir quanto de libertar. O prazer intenso vira a linha tênue entre destruir-se ou reconstruir-se — amar o inimigo ou matá-lo dentro de si.
Ver más“Recomeço não apaga cicatriz. Só muda o lado da janela.” — (Anotação de R.)A luz da manhã em Split escorre pela pedra clara como se tivesse sido polida para este dia.O vento vem salgado do Adriático e mexe de leve nas fitas presas ao corrimão do terraço onde vai acontecer a cerimônia.Não há arco de flores gigantes, nem palco, nem holofotes. Só cadeiras brancas, uma mesa simples de madeira com um vaso de jasmim, e nós — mais inteiros do que já fomos.“É aqui,” digo em voz baixa, e Matheo sorri daquele jeito que parece costurar o mundo no lugar.Pequeno salto no tempo e na respiração: chegamos cedo, sem alarde; os amigos chegam aos poucos, rindo com cuidado, como quem entra numa igreja de mar.Dayse me abraça primeiro — apertado, verdadeiro — ela puxa as trigêmeas, já com aquele brilho danado de gente que ocupa o espaço sem pedir licença.Os quadrigêmeos correm em volta da mesa do jasmim, e em cada passo eu reconheço ecos de um ontem que, por milagre, não me fere mais.Enzo está por p
“Às vezes fechar o passado é só escolher pra onde olhar primeiro.” — (Anotação de R.)A televisão fala baixo na sala, como quem não quer me assustar.Não precisa.Eu já reconheço os sons: o plástico de provas entrando em malotes, o interfone da portaria que toca em coro quando a polícia chega, o “não tenho nada a declarar” repetido em voz de advogado cansado. As legendas correm, os portais pipocam.A Casa sangra por vários andares ao mesmo tempo. Prisões preventivas. Bens bloqueados. Mandados cumpridos antes do sol nascer. O jornalista enumera endereços e eu enumero respirações. Uma, duas, três.Aurélia não aparece. Nem foto antiga, nem tomada de costas, nem dublê de cabelo. É como se tivesse evaporado deixando apenas perfume — jasmim com ferrugem. Fantasma solto; rede em ruínas. Eu não comemoro em voz alta. Só apoio as mãos na bancada da cozinha e deixo o corpo entender: não é o fim de nada, mas é um marco. Uma linha de corte no mapa.No escritório, o dia corre como sempre — papéis,
“Às vezes, respirar fundo é um ato revolucionário.” — (Anotação de R.)...Antes do pôr do sol, o grupo de mensagens cifradas apita no aparelho preto. Joana atende, ouve, anota uma linha, e enfim sorri: pequeno, funcional. Rafael olha por cima do ombro.— O promotor aceitou a entrada noturna — ela diz. — A gente protocola às 22h. O juiz de plantão é o bom. Mandados saem até 1h. Cumprimento às 6h, simultâneo. Clínica, Casa, escritório.Eu fecho os olhos por um segundo. Não pra rezar. Pra encaixar os órgãos no esqueleto.— Eu não vou — falo, e é uma promessa a mim mesma. — Agora é com a justiça. Mas estarei aqui. Com o telefone ligado. Com as portas trancadas. E com a janela aberta.Rafael recolhe as pastas como quem recolhe pássaros que voltarão com provas novas. Alexandre me encara mais um segundo do que seria socialmente aceitável.— Você fez muito mais do que qualquer vítima tem obrigação de fazer — ele diz, e dessa vez a palavra não me arde.— Eu não sou só vítima — respondo. — Eu
“Justiça não é terapia, mas às vezes ajuda a respirar melhor.” — (Anotação de R.)...A mesa do meu apartamento virou campo de batalha. Não tem flor no copo hoje, nem chá, nem pão queimado. Só café forte, pastas numeradas e um gravador de áudio no centro, como um coração mecânico impondo ritmo. Abro as cortinas; a luz da manhã entra reta, quase cirúrgica. Melhor assim: tudo à vista.— Vamos começar — digo, e minha voz soa diferente até pra mim. Não é fria. É nítida.Rafael deixa o laptop, Joana abre o caderno duro de capa preta. Alexandre encosta na parede, braços cruzados, o rosto anônimo que ele aprendeu a vestir. Ninguém senta primeiro. Eu sento, e eles me seguem.Empurro a primeira pasta.— Dossiê Casa dos Jasmins: estrutura, nomes de fachada, rotas recorrentes, “clientes cativos”, imóveis de apoio. O que recuperei da Casa. Aqui tem fotografia, cópia de chaveiro, cartões com a flor em baixo relevo, contatos, listas de plantão.Passo a segunda.— Clínica Santa Albina: Ala sem regis












Bem-vindo ao Goodnovel mundo de ficção. Se você gosta desta novela, ou você é um idealista que espera explorar um mundo perfeito, e também quer se tornar um autor de novela original online para aumentar a renda, você pode se juntar à nossa família para ler ou criar vários tipos de livros, como romance, leitura épica, novela de lobisomem, novela de fantasia, história e assim por diante. Se você é um leitor, novelas de alta qualidade podem ser selecionados aqui. Se você é um autor, pode obter mais inspiração de outras pessoas para criar obras mais brilhantes, além disso, suas obras em nossa plataforma chamarão mais atenção e conquistarão mais admiração dos leitores.
Calificaciones
reseñasMás