เข้าสู่ระบบMinha prima usou o meu computador e esqueceu de sair da própria conta do WhatsApp. Eu estava prestes a desconectá-la quando uma notificação de um grupo apareceu na tela: [Para comemorar a melhora do Gabi na escola, vamos fazer um jantar em família hoje à noite.] Movida pela curiosidade, cliquei na conversa. Havia apenas quatro participantes naquele grupo: meu pai, minha mãe, meu irmão e minha prima. Então vi a mensagem do meu irmão: [Somos só nós quatro. Não chamem a Débora Dutra. Ela é mesquinha demais. Até por uma simples maçã ela arruma disputa com a minha prima.] Fiquei imóvel diante da tela. Foi naquele instante que percebi a verdade. Eu já não fazia parte daquela família havia muito tempo.
ดูเพิ่มเติมEu apertei a alça da mochila com força e puxei o ar fundo:— Eu estou bem lá fora. Tenho trabalho fixo, tenho onde morar. Você não precisa se preocupar.— Mas eu sinto a sua falta… — A minha mãe disse.Eu não respondi. Eu simplesmente saí do quarto.O Gabriel veio atrás de mim pelo corredor:— Mana, volta para casa. O pai e a mãe estão com saudade de você.Eu soltei uma risada fria:— Com saudade de mim? Com saudade de eu voltar a ser a "filha madura" que aguenta tudo calada?Ele abriu a boca, mas não encontrou nenhuma palavra.Eu atravessei a porta do hospital. O sol lá fora estava forte, doía nos olhos.O meu celular vibrou. Era uma mensagem da Kayra:[Chegou mais um pedido grande. Quando você volta?]Eu respondi:[Amanhã.]Naquela noite, já no hotel, a campainha tocou. Quando eu abri a porta, o meu pai e a minha mãe estavam ali, com os olhos inchados de tanto chorar.— Dé, podemos entrar para conversar um pouco? — A minha mãe perguntou.Eu não falei nada. Eu só virei o corpo para o
A Gisele tinha uma "boa amiga" que sabia de tudo sobre a vida dela.As duas brigaram por causa de um homem, e, no auge da raiva, essa amiga resolveu expor tudo de Gisele.Que ironia. Quem tinha destruído a minha vida acabou destruindo a própria com as próprias mãos.Quando a minha mãe viu aqueles posts, ficou em choque. Ela mostrou o celular para a Gisele e perguntou se era verdade.A primeira reação da Gisele foi negar. Ela disse que aqueles perfis não eram dela, que alguém tinha falsificado tudo. Só que um dos perfis estava vinculado ao número de celular dela. Essa prova ela não tinha como refutar.A minha mãe começou a chorar ali mesmo. Ela chorava desesperada, repetindo entre soluços:— Gisele, eu te tratei mal em algum momento? Por que você fez isso? A Débora é a minha filha de sangue. Como é que você pôde…A Gisele também chorou, mas, dessa vez, não era aquele choro de coitadinha. Era um choro descontrolado, histérico:— Tia, eu só estava com muito medo! Eu tinha medo de que, qua
Se fosse antes, eu provavelmente teria chorado de tanta mágoa. Mas, naquele momento, tudo o que senti foi um ridículo frio.Ela sempre repetia o mesmo roteiro: primeiro se fazia de vítima, depois virava a situação inteira contra mim, como se eu fosse o problema do mundo.O que eu não esperava era encontrar, no meio daqueles comentários, um nome que eu conhecia bem.Era o da minha mãe. Ela não fazia ideia de que aquele perfil era segundo da Gisele. Pensou que fosse apenas uma influenciadora qualquer desabafando sobre a própria vida.Ela comentou:[Você está absolutamente certa. A minha filha é muito imatura. Se ela tivesse metade da sua maturidade, já estaria ótimo.]Quando li aquilo, meus dedos ficaram gelados. Então era exatamente assim que minha mãe me via.Eu larguei o celular e fui até a varanda. Fiquei ali em silêncio por muito tempo.Lembrei-me de quando era criança e tinha febre alta. Minha mãe passava a noite em claro ao lado da minha cama, trocando compressas frias na minha te
Eu apertei o celular com força, mas não disse nada.A voz da minha mãe veio carregada de choro:— Fala comigo! Onde você está? Eu vou te buscar.Eu respondi com calma:— Não precisa. Eu estou em outra cidade e não vou voltar tão cedo.Do outro lado da linha, o silêncio durou alguns segundos. Depois, a voz da minha mãe soou incrédula:— Como assim? Você foi sozinha para outra cidade? Você ficou louca? Você é uma menina, como é que…Eu interrompi, no mesmo tom sereno:— Eu não estou pedindo a sua opinião. Eu só estou informando.A voz dela subiu imediatamente:— Débora! Você volta para casa agora! Olha o absurdo que você está fazendo! Tudo isso por causa de um jantar? Você vai mesmo levar isso tão longe?Eu permaneci em silêncio.Talvez ela tenha achado que eu estava cedendo, porque o tom dela suavizou um pouco:— Está bem… volta para casa. Eu faço a costela assada que você gosta. O Gabi já entendeu que errou. Volta, vamos ficar bem, como uma família."Como uma família."O canto da minha






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