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capítulo 2-Traição do namorado

last update publish date: 2025-03-19 00:12:22

Ela já havia conversado com Mark sobre seus sentimentos em relação a Clara . Mark sempre a tranquilizava, dizendo que conhecia Clara desde antes de Angie e que nunca houve nada além de amizade entre eles. Ele tentava convencê-la de que não havia motivo para ciúmes, mas Angie não conseguia afastar a sensação de desconforto. Para ela, a conexão entre os dois parecia mais intensa do que ele admitia, e isso a deixava insegura. Apesar das palavras de Mark, a presença de Clara a fazia sentir que havia algo mais ali, algo que ela não conseguia ignorar. A conversa que tiveram não parecia suficiente para acalmar suas preocupações, e a dúvida continuava a pairar sobre sua mente enquanto tentava se concentrar na noite com os amigos.

Angie tentava se convencer de que estava apenas vendo coisas e que seus ciúmes eram a verdadeira fonte de sua insegurança em relação a clara. Ela se repetia que não havia motivos para rivalizar com a amiga de Mark, que, segundo ele, era apenas uma boa amiga. No entanto, mesmo com essa racionalização, a sensação de desconforto persistia. Angie se esforçava para focar nas conversas ao seu redor, tentando ignorar a inquietação que a acompanhava. Ela sabia que precisava confiar em Mark e em seu relacionamento, mas a imagem de Clara, com seu jeito encantador e atencioso, não saía da sua mente. A luta interna entre a razão e a emoção a deixava ainda mais confusa, enquanto tentava encontrar um equilíbrio entre seus sentimentos e a realidade da situação.

A noite passou devagar, com Angie lutando contra seus pensamentos enquanto tentava se divertir com os amigos. Quando finalmente chegou a hora de ir para casa, Clara, com seu jeito animado, sugeriu que fossem a outro lugar para continuar a festa. A ideia parecia empolgante para a maioria, mas para Angie, foi como um balde de água fria.Ela sentiu um misto de ansiedade e relutância. A perspectiva de passar mais tempo com Clara e Mark, em um ambiente mais íntimo, a deixava nervosa. Enquanto os outros começaram a discutir onde ir, Angie se pegou hesitando. Ela queria se juntar a eles, mas a ideia de estar em um lugar onde a tensão poderia aumentar a deixava apreensiva.Mark, percebendo sua hesitação, olhou para ela com um sorriso encorajador, mas Angie não conseguia afastar a sensação de que a noite poderia se tornar ainda mais complicada. Com um suspiro profundo, ela decidiu que, independentemente de suas inseguranças, não queria perder a oportunidade de estar com Mark e os amigos. Assim, ela se juntou ao grupo, tentando deixar suas preocupações de lado e aproveitar o momento.

Porém, Angie decidiu não ir. Com um olhar decidido, ela se virou para Mark e disse: "Sinto muito, eu tenho que ir para casa. Vamos, Mark." A voz dela estava firme, mas por dentro, uma onda de emoções a invadia. Ela sabia que precisava cuidar de si mesma e que ficar ali poderia intensificar suas inseguranças.Mark, surpreso com a repentina mudança de planos, olhou para ela com uma expressão de preocupação.

_Você tem certeza, Angie? Podemos nos divertir mais um pouco. ele sugeriu, tentando convencê-la a ficar. Mas Angie balançou a cabeça, determinada.

_Sim, eu estou certa. Preciso de um tempo para mim. Respondeu ela, forçando um sorriso. Os outros amigos começaram a perceber a situação e, embora alguns parecessem desapontados, respeitaram a decisão dela.Enquanto se levantavam da mesa, Angie sentiu um misto de alívio e tristeza. Ela sabia que precisava ser honesta consigo mesma e com seus sentimentos, mesmo que isso significasse deixar a diversão para trás. Ao sair do restaurante, ela respirou fundo, sentindo que havia tomado a decisão certa, mesmo que fosse difícil.

_Eu sei que não gostou da ideia de irmos com os nossos amigos, mais precisava recusar o convite. disse Mark. _Desde o inicio voce sabia que eu queria ir sozinha com voce, mais eu aceitei de boa a compania deles e não fiz nada para deixa-los desconfortavel, mesmo eu ficando, voce acha mesmo que pode me recrinar?. Falou Angie chateada.

_Esta bem então, vou te deixar em casa. Falou Mark.

Mark deixou Angie em casa e seguiu seu caminho, o que a deixou magoada. No entanto, apesar da dor que sentiu, Angie decidiu não culpar Mark, acreditando que sua atitude poderia ser apenas um capricho passageiro.

Antes de ir para seu quarto passou no quarto de seus pais que dormiam pesado, ela os beijos no rosto e voltou para seu quarto e dormiu.

Na manhã seguinte Angie foi para a escola normalmente, achou estranho Mark não te-la mandado mensagem no aplicativo de conversa.

Ela achou que ele tinha ficado chateado por ontem, então ela mandou, ele respondeu normal, dando uma desculpa qualquer por não ter mandado primeiro.

Angie estava se sentindo estranha, como se algo estivesse prestes a acontecer, mas decidiu ignorar essa sensação. Ao entrar no colégio, percebeu que as pessoas a olhavam de forma estranha e algumas até riam. Isso a deixou confusa, pois ao olhar no espelho, não encontrou nada de errado em sua maquiagem ou roupa.

Suzam, carinhosamente chamada de Suzy por ela, sua amiga a pegou pelo braço e a levou para o banheiro.

_Amiga como está se sentindo?

_Como assim? eu estou bem? porque essa pergunta?. Perguntou Angie confusa.

_Então você não viu?.

_Vi o quê Suzy?.

Angie não imaginava que descobriria o motivo dos olhares estranhos dos colegas, Suzy pegou o celular e antes de mostra-la algo disse:

_Você tem que ser forte.

_Esta me assustando, o que é?.

_Suzy virou a tela do celular para a amiga e logo os olhos delas incrédulos e depois começou a se encher de lágrimas.

Na tela do celular, em uma rede social, havia a foto de Mark beijando outra garota e essa garota era Clara.

_Não pode ser, isso é uma montagem, só pode. DIsse Angie sem acreditar.

_Eu sinto muito amiga, mais não é uma montagem, eu soube que ontem após de deixar em casa, ele saiu com Clara e com o Jack para uma boate.

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