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19 - "Lua de mel"

Auteur: Anuka
last update Date de publication: 2026-10-23 23:13:33

RAYANE

Quando chegámos ao resort, fiquei muito surpreendida. Era um resort ecológico, um pouco na linha do que o Artur estava a desenvolver. Era o Green House Hotel & Resort e, logo quando entrámos, pude verificar que todos os materiais do lobby eram reciclados ou de material reciclável. Havia sofás de madeira e cortiça e, no meio do lobby, estavam plantados bambus gigantes. Toda a decoração era de muito bom gosto.

O Artur pegou a nossa chave na receção e direcionou-me pelo caminho que nos
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  • Atropelada Pelo Herdeiro Playboy   31 - Momentos de tensão

    ARTUR De manhã a nossa rotina correu de forma maravilhosa: tomámos banho juntos, fizemos o pequeno-almoço e eu levei-a à universidade. - Boas aulas, espero que aprendas muito e me contes depois. - Obrigada, irei. Demos um beijo de despedida e ela saiu do carro. Vi pelo espelho retrovisor quando as amigas se meteram com ela e ela parecia envergonhada. Acho que viram o beijo. Mas vi, acima de tudo, a felicidade no seu rosto; e, de todos os sentimentos que eu já tive, sentir-me feliz pela felicidade da pessoa que amo é dos melhores sentimentos que alguém pode vir a experimentar. Eu não sabia que era possível alcançar este nível de felicidade, de contentamento. Acho que finalmente começo a perceber melhor os poemas de Pessoa. Sinto-me um ridículo do amor. No escritório, após uma reunião inicial, o meu pai entra de rompante, cheio de fúria, como, aliás, tem sido a sua rotina ultimamente. Fecha a porta brutamente na cara da minha secretária. - Não é possível que só faças asneira atr

  • Atropelada Pelo Herdeiro Playboy   30 - Dia dois de casamento de verdade

    RAYANE Passamos o domingo passeando pela praia; Artur falou que caminhar na areia ajudaria na recuperação da minha perna. Depois pegámos um cinema, jantámos num restaurante romântico, acho que a gente está no bom caminho para tornar esse casamento, em um casamento de verdade. Chegando em casa, tive que ir estudar um pouco. Neste final de semana, ainda não peguei nos livros. Mas aí veio um diabinho me atentar, ronronando no meu ouvido. - Artur, para um pouquinho, eu tenho mesmo de estudar. Você não tem trabalho pra fazer não? - Eu posso fazer amanhã. Anda lá um bocadinho para o quarto, só vinte minutinhos, vá lá. - Mas você hein, nunca fica satisfeito? - Eu fico, mas depois olho para ti e não consigo resistir. És muito linda, muito sexy. Ele falava essas coisas no meu ouvido enquanto beijava o meu pescoço. Aí ele me pegou pela cintura e me botou no colo. Eu beijei ele intensamente enquanto botava uma perna de cada lado. Suas mãos subiram nas minhas coxas. Uma mão subiu no

  • Atropelada Pelo Herdeiro Playboy   29 - Enfim um casamento de verdade

    RAYANE Enquanto Artur dirigia para casa, eu o espiava várias vezes. Ele é tão lindo, ai meu Deus como estou ficando boba com esse cara. Passamos pelo mercado para umas comprinhas e fomos para casa fazer o almoço. Depois do almoço, sentamos na sala assistindo um filme, bem agarradinhos. — Por que você não fez um acordo pré-nupcial comigo? Ou, pelo menos, por que não nos casamos com separação de bens? - Porque quando casas em comunhão de bens, levantas menos suspeitas; presume-se que não estás já a pensar em divórcio, então é como se fosse um atestado de casamento verdadeiro. - Mas e se eu fosse usar isso agora? E se eu fosse o tipo de pessoa que quer se dar bem? - Mas não és, eu confio em ti. — Como você pode saber disso? A gente se conhece há pouco tempo. — Eu simplesmente sei, ou não teria me apaixonado por ti. Meu Deus, meu Deus, meu Deus! Eu congelei, ele falou que se apaixonou por mim. Eu sei que as atitudes dele demonstram isso, mas ouvir essa frase faz o meu cora

  • Atropelada Pelo Herdeiro Playboy   28 - O acordo

    ARTURQuando Rayane me beijou, todo o meu corpo incendiou; meu Deus, como eu desejo esta mulher! Ela girou o corpo por cima do meu, deixando-me deitado de costas, passou uma perna para o meio das minhas e subiu a metade do meu corpo; o seu braço esquerdo passou por baixo do meu pescoço e o direito segurava a minha blusa. A sua perna roçou na minha erecção e tive medo que ela se afastasse, mas ela não o fez, roçou um pouco mais. Eu já estava uivando por dentro com a força do meu desejo; com uma mão, segurava a sua nuca, mas com a outra traçava o caminho do corpo da Rayane. E que belo corpo; entre beijos ofegantes consegui falar com ela.- Nem imaginas há quanto tempo eu desejo ter-te assim comigo.- E você nem imagina há quanto tempo eu quero estar assim com você também. - A nossa vida tem sido um labirinto de percepções distorcidas.- Quando você fala desse jeito eu fico mais perdida, sua inteligência é muito sexy.- Ray...Voltei os nossos corpos de forma a ficar por cima dela, enca

  • Atropelada Pelo Herdeiro Playboy   27 - Revelação

    ARTUR Rayane sentou-se ao meu lado e acomodou-se debaixo dos lençóis. - Há uns anos, quando o Guilherme tinha 11 e eu tinha 15, numas férias de verão, aconteceu uma coisa que me provocou um trauma muito grande, não só a mim, mas também ao Guilherme.Nós ficávamos muito tempo em casa; o Guilherme gostava muito de construir e eu gostava muito de jogar jogos de computador. Eu passava horas jogando e negligenciava o meu irmão. Quantas vezes ele me vinha pedir para o ajudar e para me juntar a ele, e eu o ignorava! Eu só queria saber dos meus jogos e nunca brinquei com ele, nem uma vez. Mais tarde apanhei o meu irmão e uma das empregadas mais novas numa sítuação intima, muito constrangedora. Fiz uma pausa para tentar engolir a emoção e o nojo. - Na altura, ele não percebia que o que estavam a fazer era errado e que ela se estava a aproveitar da ingenuidade dele. Quando os meus pais avisaram que iam iniciar um processo judicial contra ela, visto que ela tinha 21 anos, o meu irmão pass

  • Atropelada Pelo Herdeiro Playboy   26 - A revelação

    RAYANE - Artur, eu não vou dormir nessa cama. - Temos de dormir, Ray, nós já tínhamos falado sobre isso. Eu expliquei que a minha mãe pode entrar aqui e expor a nossa farsa. - Você não entendeu, eu não durmo nessa cama, na cama que você transou com a sua prima. - O quê? - É isso mesmo que você ouviu. Eu não durmo na mesma cama que você teve intimidades com a sua prima. - Intimidades? Isso é ridículo, estás a falar do quê? Eu não aguentei mais esse cara me fazendo de trouxa, peguei no celular e esfreguei as fotos na cara dele. Ele pegou no celular, passou as fotos, uma por uma, olhou pra mim, voltou a olhar para o celular, olhou de novo pra mim com uma expressão confusa quase sofrida. Me entregou o celular e foi no banheiro fechando a porta. Fiquei no quarto, com o celular na mão, sozinha, tentando entender o que tinha acontecido, tentando entender essa reação. Posso dizer que tinha imaginado esse momento, o momento do confronto, um milhão de vezes, mas confesso que, de

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