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Amando

Penulis: luproencio
last update Tanggal publikasi: 2026-09-05 20:56:17

O sol entrava tímido pela janela. Do lado de fora, ouvia-se o canto de pequenos pássaros que pulavam de galho em galho no pequeno pomar.

Ada despertou cedo, como estava acostumada, apesar de sentir que o corpo parecia não lhe pertencer. Por alguns instantes, permaneceu imóvel, ainda sonolenta, como se tentasse se lembrar de onde estava. Virou-se e encontrou o rosto bonito e tranquilo de Samir.

Ele dormia ao seu lado, com os cabelos ligeiramente desalinhados. Ada ficou observando-o por alguns se
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  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Quanto mais fico, mais quero ficar.

    Emir se afastou apenas o suficiente para Maya respirar. Quando ele lhe deu espaço, ela abriu os lábios e respirou rapidamente. Abriu os olhos e o encarou, os cílios tremendo.Ele sorriu.— Não vou pedir desculpas por isso. Eu quis, eu fiz.Ela não respondeu. Sentiu como se sua alma estivesse deixando o corpo. Emir, que vira suas bochechas vermelhas pouco antes do beijo, agora via a frágil Maya parecer ainda mais frágil. Ela ficou pálida, os olhos pesaram, e a mão que o empurrava perdeu a força e escorregou por seu braço.Ele se afastou.— Maya? — chamou, preocupado.Apertou o botão de pânico e, ao ouvir passos, afastou-se da cama. Ainda sentia a mão dela em seu braço e o frio dos pequenos lábios nos seus.Um médico e uma enfermeira entraram.— O que houve?— Ela estava normal. De repente, ficou pálida e apagou.— Queda de pressão — disse a enfermeira enquanto aferia.O médico ajustou o soro. A enfermeira saiu apressada e voltou com uma seringa, cujo conteúdo injetou no soro.— É grave

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Apenas vive

    Emir olhou para o filho tão pequeno. Queria lhe dar uma lição e agora se surpreendia ao perceber que o menino estava sofrendo, achando que, por sua culpa, deixaria alguém órfão.— Não se atormente. Ela não vai morrer.— Como sabe?— O segurança já a trouxe para o hospital.— E quanto à minha mãe?— Está em casa. Você também irá para lá. O segurança já está esperando.Enquanto isso, no quarto de Maya, Youssef a olhava preocupado.— Estou bem.— O que aconteceu?— Nada demais. Apenas uma criança entrou na frente do carro, eu vi e a protegi.— Você podia ter morrido.— Não exagere. O carro não estava tão veloz. E eu o deixaria morrer? Você deixaria?— Só temos você. E se algo acontece...— Você tem medo de perder sua mãe? — Maya perguntou com um olhar travesso.— Claro que sim.Youssef estava envergonhado e aflito como um menino.— Vá para casa. Amine e as crianças precisam de você, devem estar preocupados. Pegue seus irmãos mais velhos na escola.— E você vai ficar aqui sozinha?— Hum..

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Agora é problema meu

    Emir deixou Soraya para trás. O garoto ainda lançou à mãe um último olhar, mas não pediu por misericórdia.Emir dirigiu até um distrito distante. Amim começou a olhar pela janela. Crianças descalças brincavam na rua, outras ajudavam idosos, empurravam carrinhos de mão e carregavam tijolos.— Vê, Amim? Homens ruins transformam riquezas em miséria e sofrimento.O garoto continuou olhando pela janela.— Acha que, se eu trocasse você por qualquer um daqueles garotos ali, eles diriam o que você me disse pela manhã? Diriam o que você disse à pequena Esra?Amim permaneceu em silêncio.— A vida já não foi difícil para Esra? Ela mal conheceu o pai. O que você ganhou dizendo aquilo para ela?Por fim, o garoto olhou para o pai, com os olhos úmidos.— Minha mãe...— Diga-me, Amim: sua mãe está correta?— Não — respondeu, com a voz baixa.— Este é o filho que eu conheço. Meu Amim não tem esse tipo de atitude rude e egoísta.Emir soltou o ar e dirigiu para fora do distrito.— Eu ia levar você até a

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Sou filho do Emir

    O filho sorriu. Emir viu lágrimas em seus olhos, mas ele as segurou.— Vou falar com Amim agora.No caminho, enquanto seguia para o quarto onde Amim estaria, Emir olhou pela casa. Encontrou uma das filhas no quarto e bateu à porta.— Pai? — ela disse, assustada.— Oi. Está tudo bem?— Está, sim.— Se precisar de algo, pode vir falar comigo.— Está tudo bem, pai.— Mesmo?Emir entrou e abriu os braços. Ela veio correndo. Tinha a mesma idade de Yassi.A menina o abraçou e chorou.— O que foi?— Não é nada, só... — ela disse, secando as lágrimas.Emir ficou olhando para ela.— Me sinto sozinha.— Não tem amigas?— Sou filha do Emir. Às vezes, essa posição é cruel.— É mesmo? Eu achei que dava vantagens.— O senhor viu as notícias hoje de manhã?— Vi, sim. E eu só queria ir à feira. — Emir riu.— Talvez alguém que não se importe com seu status... Assim como Samir e Youssef são amigos. Os irmãos deles estão na escola. Yassi tem sua idade.— Eu sei. Ela está na minha turma, mas não se entur

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.    Dê-me seu telefone

    Maya serviu café na xícara de Emir. Os dois ficaram conversando e evitaram falar da confusão na feira.Assim que ele terminou o café e comeu o pãozinho, Maya perguntou:— Quer levar alguns?— Imagina, não precisa.— Bem, então, quando tiver vontade de tomar um café, ligue e posso preparar.— Faria isso?— Por que não faria?Emir olhou para Maya, em seus olhos, e se lembrou do episódio mais cedo, quando ela parecia tão assustada e vulnerável em meio ao tumulto. Ali, com os filhos, parecia uma mulher forte, mas era frágil e delicada. Tudo o que fazia era para sobreviver e protegê-los.— Dê-me seu telefone — Emir pediu.Maya ditou número por número. Ele anotou e mandou uma mensagem para ela com o número de seu assistente também.— Meu telefone e o do meu assistente. Qualquer coisa que você precisar, que as crianças precisarem, por favor, me procure. Ficarei muito chateado se você não me comunicar.— O senhor é muito ocupado.— Não estarei para você e sua família.Maya sentiu as bochechas

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Sua culpa

    Julien mal havia cumprimentado Amy e já apontava, entusiasmada, para o outro lado da propriedade.— Meu pai fez uma casa na árvore!— Uma casa na árvore?— É enorme. Tem uma escada e uma janela. Venha ver!As duas dispararam pelo gramado.— Não subam sozinhas! — gritou a mãe de Julien.— É segura — disse o pai de Julien, observando as duas com orgulho do próprio trabalho.— Está bem! — responderam as duas sem parar.Richard fechou o porta-malas e encontrou Irina sorrindo.— O que foi?— Nada.Ele pegou a bolsa de Ethan e caminhou ao lado dela em direção à casa.Não demorou muito para Amy reaparecer. Veio correndo, com Julien logo atrás, e parou diante do pai.— Papai!Richard já conhecia aquele tom.— Diga.— Eu quero uma casa na árvore.— Imaginei.— Igual à de Julien.— Claro. Podemos fazer uma juntos.Amy arregalou os olhos.— Nós dois?— Nós dois.— Você sabe fazer uma casa na árvore?Richard ficou em silêncio.Irina levou a mão à boca para esconder o sorriso.— Eu sei construir h

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