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Sua culpa

Author: luproencio
last update publish date: 2026-09-19 22:03:38

Julien mal havia cumprimentado Amy e já apontava, entusiasmada, para o outro lado da propriedade.

— Meu pai fez uma casa na árvore!

— Uma casa na árvore?

— É enorme. Tem uma escada e uma janela. Venha ver!

As duas dispararam pelo gramado.

— Não subam sozinhas! — gritou a mãe de Julien.

— É segura — disse o pai de Julien, observando as duas com orgulho do próprio trabalho.

— Está bem! — responderam as duas sem parar.

Richard fechou o porta-malas e encontrou Irina sorrindo.

— O que foi?

— Nada.

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  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Sua culpa

    Julien mal havia cumprimentado Amy e já apontava, entusiasmada, para o outro lado da propriedade.— Meu pai fez uma casa na árvore!— Uma casa na árvore?— É enorme. Tem uma escada e uma janela. Venha ver!As duas dispararam pelo gramado.— Não subam sozinhas! — gritou a mãe de Julien.— É segura — disse o pai de Julien, observando as duas com orgulho do próprio trabalho.— Está bem! — responderam as duas sem parar.Richard fechou o porta-malas e encontrou Irina sorrindo.— O que foi?— Nada.Ele pegou a bolsa de Ethan e caminhou ao lado dela em direção à casa.Não demorou muito para Amy reaparecer. Veio correndo, com Julien logo atrás, e parou diante do pai.— Papai!Richard já conhecia aquele tom.— Diga.— Eu quero uma casa na árvore.— Imaginei.— Igual à de Julien.— Claro. Podemos fazer uma juntos.Amy arregalou os olhos.— Nós dois?— Nós dois.— Você sabe fazer uma casa na árvore?Richard ficou em silêncio.Irina levou a mão à boca para esconder o sorriso.— Eu sei construir h

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    Maya, sentindo-se estranha, secou as lágrimas. O perfume de Emir estava no lenço. Depois de enxugar os olhos, apertou-o entre os dedos, sem jeito, na dúvida se deveria devolvê-lo ou não.— Está tudo bem? — perguntou Emir, quebrando o silêncio.Maya levantou os olhos e encontrou os dele.— Estou, sim.— Vou levar você até meu escritório. Você se acalma e depois a levaremos para casa.— Não precisa.— Se chegar assim, as crianças irão se preocupar.Maya pensou por alguns segundos.— Está bem.Pouco depois, entraram no estacionamento vazio de um grande prédio. O carro parou, Emir desceu e estendeu a mão para ela, mas Maya recusou, descendo sozinha. Os três entraram no elevador, enquanto os seguranças chegaram logo depois.Assim que saiu do elevador, Emir olhou para o assistente.— Traga chá e algo para a senhora Maya comer.— Não quero incomodar — ela se apressou em dizer.— Não é incômodo.Emir abriu a porta para ela, que passou por ele, deixando no ar seu suave perfume de toranja e bau

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    Próximo à entrada, viu as pessoas começarem a entrar. Algumas sorriram e acenaram para ele. Emir retribuiu aos primeiros acenos, mas logo eram tantos que passou apenas a assentir enquanto seguia.Entre os seguranças, observava as coisas ao redor até chegar à ala mais antiga. Um velho feirante o chamou.Emir parou e seguiu na direção dele, afastando um dos seguranças.O homem simples estendeu a mão. O assistente se moveu, mas Emir o impediu e apertou a mão do feirante.Feliz, o homem lhe entregou uma sacola com mangas.O assistente estendeu a mão para recebê-la, mas Emir o impediu novamente. Pegou a sacola e só então a entregou ao assistente para carregá-la.— Alá o abençoe.Emir seguiu adiante, levando consigo as mangas.Os dois continuaram. Aos poucos, as pessoas foram se aglomerando. Algumas o reconheciam e tiravam fotos à distância, outras acenavam, e ele continuava assentindo. Havia também quem passasse por ele como se fosse uma pessoa qualquer.Foi então que percebeu uma mulher u

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Não assim

    Youssef correspondeu ao beijo de Amine, e as coisas começaram a ficar mais quentes entre os dois.Ele a levantou nos braços sem que ela o soltasse e caminhou até o sofá da sala. Sobre ela, tocava sua cintura enquanto se livrava das peças que o impediam de amá-la por completo.Um apito veio da cozinha. Era o timer do forno.— Espere aqui. Não saia — disse ele, ofegante.Em poucos minutos, voltou e a tomou nos braços novamente.Naquela noite, na casa de Maya, o jantar estava animado. Enquanto comiam, os filhos contavam tudo o que haviam aprendido, e ela os ouvia com os olhos úmidos. Não imaginava que ficariam tão felizes. Tinham reclamado por não estarem com os amigos, mas conversaram com eles por telefone e ainda conseguiram se encontrar no fim da tarde, no quintal.No palácio, Emir também jantava com os filhos. Eles contavam sobre o dia, e ele interagia, não apenas ouvia ou fingia ouvir.Latifa e Soraya estavam sentadas, caladas. Em momento algum interagiam com os filhos, e não era po

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