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POV/NATASHA— Eu achava que era tudo escondido — falei. — As pessoas de máscara, os nomes…— Tem quem prefira assim — Nathan respondeu. — Na época do Rocco, o sigilo fazia parte de muita coisa. Continua havendo pessoas que precisam de discrição, mas agora você também pode saber com quem está conversando.Sakura apoiou o braço na mesa.— E ninguém precisa participar de uma sessão para entrar. Você foi com a Tábata para dançar, não foi?Assenti.— Só conheci aquela parte. Depois fiquei meio perdida.Não contei do beijo. Ainda não sabia explicar por que gostei tanto antes de sentir medo.— O espaço é grande — Diego comentou. — Tem a boate, os lugares para conversar e as áreas das sessões. Você pode passar a noite lá sem querer conhecer um dom.— Ou ir embora depois de uma hora — Alex acrescentou.Passei o polegar pela haste da taça.— A Tábata disse que estava procurando alguém. Fiquei pensando em como ela sabe que vai gostar.— Ela precisa conversar, perguntar, ver como se sente perto d
NOTA DA AUTORA ❤️Para quem acompanhou Sky, Rocco, Sakura e Nathan: esta história acontece alguns anos antes do epílogo final daquele livro. Aqui, estamos no comecinho da gravidez da Sakura! 🥰O Ambrosia também está sob nova administração, com algumas mudanças nas regras. Vocês vão conhecer essas novidades ao longo da história. Obrigada por continuarem comigo neste universo! ❤️-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------POV/NATASHADeixei a bolsa sobre a cama, tirei os sapatos e fui tomar banho. A água quente ajudou a relaxar meus ombros depois do primeiro dia inteiro na empresa, mas continuei lembrando das mãos de Oliver me erguendo até a bancada.Ele me afastou dos cacos, ajudou a me acalmar e voltou ao trabalho. Eu é que ainda pensava no perfume e na firmeza dos seus ombros. Passei o sabonete pelo braço, constrangida comigo mesma, e terminei o banho.Vesti uma roupa confortável, avisei Nathan de que estava sain
(CAPITULO MAIOR POR CAUSA DO CAP. ERRADO ANTERIORMENTE)POV/OLIVERA porta se fechou depois que Joana e Natasha saíram, e continuei olhando para a cadeira diante da minha mesa. O material da reinauguração estava aberto no computador. Precisava conferir as informações, devolver dois documentos e falar com as equipes antes do almoço.Peguei a caneta, mas lembrei do jeito como Natasha segurou o caderno contra o corpo ao se levantar. Durante a reunião, afastou uma mecha do rosto várias vezes. Eu acompanhava seus dedos, voltava ao documento e, pouco depois, estava olhando para ela de novo.Duas semanas esperando aquela mulher começar a trabalhar comigo, e bastaram alguns minutos na mesma sala para dificultar o restante da manhã.Deixei a caneta sobre a mesa e esfreguei a testa.Tinha quarenta anos, uma empresa para administrar e compromissos que não podiam depender da minha disposição. Ainda assim, passei os últimos dias consultando o telefone como se alguma informação nova sobre Natasha f
POV/NATASHAConferi o nome no arquivo antes de encerrar a ligação. A confirmação ficou registrada, e acrescentei uma observação para Joana acompanhar depois.Quando levantei os olhos, duas mulheres atravessavam a recepção. Uma delas caminhava com uma bolsa no antebraço, olhando diretamente para a sala de Oliver. A outra vinha ao lado, falando alguma coisa que não consegui ouvir.Joana passou a mão pelo rosto e se levantou.— Clarice.A mulher mais nova voltou a atenção para ela.— Ele está aí?— Está.Ela continuou andando com a acompanhante. Joana foi atrás, e ouvi uma batida breve antes de a porta de Oliver se abrir. As duas entraram, e Joana retornou à mesa.Fiquei esperando, sem saber se deveria perguntar alguma coisa.— Natasha, pode preparar café, por favor?— Posso.Salvei a alteração no arquivo e fechei o caderno.— A Clarice é a secretária de operações? — perguntei.— É. A outra é Madame Antonieta, mãe dela.Assenti. Joana olhou na direção da porta fechada.— Clarice é irmã d
(CARAMBA!! COMECEI MAL))- DESCULPEMPOV/NATASHAEu não conseguia encontrar a saída.O corredor estava escuro, e meus passos faziam barulho demais. Olhei para trás, tentando enxergar quem vinha, mas só percebi o movimento de um homem se aproximando. Apertei a bolsa contra o corpo e corri mais depressa.Havia uma porta adiante. Estendi a mão, mas meu pé prendeu em alguma coisa. Caí de joelhos e tentei me levantar antes que ele me alcançasse.Uma mão agarrou meu braço.— Não!Virei o corpo, procurando espaço para escapar. Ele me empurrou de costas contra o chão e se abaixou sobre mim. A máscara preta tinha detalhes dourados ao redor dos olhos.Reconheci a boca que me beijou.— Por favor…Os dedos dele se fecharam no meu pescoço.Segurei seu pulso com as duas mãos. Tentei puxá-lo, empurrar seu peito, fazer qualquer coisa que me permitisse sair dali. O chão estava frio sob minhas costas, e minhas pernas se moviam sem encontrar apoio.— Se você não for minha, não vai ser de mais ninguém.Er
POV/NATASHATábata mandou uma mensagem perto do horário de almoço, perguntando se eu já podia comer.Eu estava conferindo um contato e precisei terminar de registrar a resposta antes de pegar o telefone. Quando levantei os olhos, Joana organizava alguns documentos sobre a própria mesa.— Posso sair para almoçar?Ela conferiu o horário.— Pode. Depois continuamos com as confirmações.Salvei o arquivo, deixei o caderno fechado sobre a pasta e fui encontrar minha amiga na copa. Tábata estava escolhendo um lugar para sentar e sorriu quando me viu.— Como foi?Puxei a cadeira diante dela.— Acho que bem.— Você acha?— Ninguém pediu para eu ir embora.Ela soltou uma risada, e abaixei os olhos, sorrindo um pouco também.— Já te deram trabalho?Contei sobre a reinauguração e a lista de convidados. Enquanto comíamos, expliquei o que precisaria organizar e como Oliver acompanharia algumas escolhas.Tábata ouvia sem me interromper, mas ergueu as sobrancelhas quando mencionei as apresentações.—







