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Capítulo 2

Author: Romênia
last update publish date: 2026-09-21 11:38:25

Ela se virou para Fael, rindo com deboche.

— Ain, ele gosta! Não liga pra ele, tá?

Fael já não tinha como negar nada. Deu um apertão na bu.nda dela. O corno levantou com um sorriso sujo de pervertido, o pa.u dentro da roupa parecia um pepino. Ele ofereceu outra cerveja. Fael pegou e deu uns beijos nela.

Ela pegou o pa.u de Fael e enfiou na bu.ceta, sem nem encapar. Se ele estivesse com a cerveja na boca, tinha engasgado. Foi delicioso demais. Aquela bu.ceta quente, lisinha, engoliu tudo e ela começou a rebolar.

O corno ficou olhando de perto, começou a bater pun.heta sentado no sofá, um pouco longe. Fael se sentiu usado. A gata o sufocou beijando e sentando. Ele deu um puxão para dar uma segurada e não estourar o champanhe rápido. Ela saltou do colo dele às pressas.

— Me come de quatro, seu gostoso.

— Se me fizer go.zar, vai poder comer meu c.u.

Ela virou a bunda na direção do corno. Fael foi pra cima. O que ele ia fazer, amarelar? Não!

De forma alguma. Fael teve uma bela visão da bu.nda em formato de coração, o c.u todo à mostra e a preciosa beiçuda. Era grande, carnuda, deu vontade de morder. Para ganhar tempo, ele começou a beijar a bun.da dela, deu um tapão forte, ela pulou e arrebitou mais ainda. Fael meteu a mão na bu.ceta massageando, começou a chupar tudo, meteu a língua na b.uceta, rolou até beijo grego.

Fael nunca tinha sido tão sa.fado assim antes. As ex dele mal deixavam olhar a preciosa; comer c.u então, sem chance. A sorte de ter namorada saf.ada ele nunca teve.

A gata estava com a preciosa batendo palmas, meladinha. Fael se aproximou ficando em pé, apoiado no sofá. Met.eu devagarinho, foi deslizando. Ela soltou um ge.mido alto. Ele sentiu ela apertando o p.au, se contraindo. Começou a meter mais rápido, deu um tapão que levantou um vergão na hora.

Fael a segurou pelo quadril e comeu sem dó. Os g.emidos dela ecoavam na sala, pedindo para ele meter mais forte. Ele g.ozou, enchendo ela de po.rra. A vontade de Fael foi desmaiar e dormir por uma semana.

Ele saiu de dentro pingando. Ela se virou para trás.

— Vem, seu corno chifrudo. Não g.ozou ainda, né?

Fael nem esperava por isso. Foi se levantando. O corno se aproximou só de camiseta. Fael nem tinha visto ele tirar o resto da roupa. Ele foi sorrindo todo faceiro, mas nem um paninho passou; meteu daquele jeito, todo melado.

O fôlego de Fael nem tinha voltado. O cara deu meia dúzia de bombadas e go.zou urrando. As roupas de Fael já estavam na mão. Quando ambos se levantaram, a calça já estava no joelho.

A gata disse que queria dar banho em Fael e pagar o que prometeu, porque goz.ou gostoso no p.au dele. Era o c.u, né, mas Fael preferiu não arriscar saber o que mais os dois malucos iam querer.

Ele disse que precisava ir embora, deu uns beijos nela, juntou as coisas meio rápido e foi para a porta. O cor.no abriu o portão com dinheiro na mão, dizendo que queria vê-lo lá de novo e que não era pra Fael levar a m.al, porque ele era um cuckold. Quis dar um agrado. Fael recusou o dinheiro, disse que não precisava.

Foi embora com aquele sentimento de vergonha alheia. No dia seguinte, Fael recebeu um pix de quinhentos reais, no nome da gata, com data e horário. Mandou mensagem dizendo que queria devolver e que não podia rolar de novo, porque estava começando a namorar. Ela respondeu que não tinha ciúmes, mas que ele podia ficar com o dinheiro como gorjeta.

Fael comprou uma aliança de quinze reais e nunca mais fez entregas naquele endereço sem usá-la. A cada pedido, a gata aparecia com uma roupa provocativa diferente, mas Fael resistiu, por medo…

Algum tempo depois, Fael conheceu uma linda mulher em um aplicativo de namoro e nem imaginava que, novamente, iria cruzar o caminho de uma hotwife e de um cuckold, um corno que queria dividir a mulher com outros homens.

Nadira sempre teve tudo de bom na vida.

Não do tipo que se conquista com sofrimento exagerado ou histórias trágicas de superação, mas daquele “bom” contínuo, estável, quase silencioso. Família estruturada, pais presentes, uma infância segura, adolescência leve, juventude gostosa. Ela tinha viajado, namorado, curtido festas, experimentado o mundo no tempo certo. Sempre foi bonita. Daquelas mulheres que chamam atenção sem esforço, mesmo quando tentam passar despercebidas.

Na casa dos trinta, veio a notícia que ninguém espera ouvir com naturalidade: não poderia gerar filhos.

Ela lembrava exatamente do consultório, do tom neutro da médica, do papel sendo dobrado com cuidado excessivo, como se aquilo pudesse suavizar o impacto. Não chorou ali. Nunca foi de fazer cena em público. Chorou depois, sozinha, sentada no carro, antes de dar a partida. Chorou mais pelo que aquela impossibilidade simbolizava do que pelo desejo real de ser mãe. Era estranho admitir isso até para si mesma.

Quando contou para Brenon, foi com medo.

— Amor… — ela começou, sentando-se na ponta da cama, com os dedos entrelaçados com força

— Eu não vou poder gerar filhos. Nunca.

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