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Estreando a Cunhadinha
Estreando a Cunhadinha
Autor: Número Dois

Capítulo 1

Autor: Número Dois
— Cunhado, é a minha primeira vez, vai devagarinho…

Era de noite. A garota, que não vestia nada além de meias, estava ajoelhada na minha frente, com o rosto corado, e levantou o olhar para mim com os olhos marejados.

— Cala a boca e chupa…

Enfiei o dedo na boca dela e ela, dócil, envolveu e lambeu. Sua linguinha se agitava com vontade, e um gemido manhoso saía bem suave.

Esse era o som mais sensual que uma garota podia fazer…

Meu nome é Octavio Bravo e sou um homem recém-casado. Há algum tempo, minha cunhadinha, que ainda está no ensino médio, veio passar uns dias aqui em casa.

A garota, com o corpo já bem desenvolvido, andava todo dia de blusinha de alcinha e shortinho curto, sem nem usar sutiã.

Fosse andando ou sentada, os peitos ficavam sempre marcados, firmes e durinhos, a cinturinha fina e cheia de curvas, as nádegas redondas e empinadas… para qualquer homem era impossível não ter pensamentos maliciosos.

E muito menos para um cunhado como eu, com a cabeça quente e uma safadeza sem tamanho; a palavra “cunhadinha”, para mim, era a tentação definitiva…

Às vezes eu provocava por brincadeira, claro, para aproveitar e passar a mão: um roção nos peitos, uma apalpada na bunda, um aperto na cinturinha, e é claro que não deixava escapar as pernas longas e claras dela.

Desde então descobri que minha cunhada tinha uma fraqueza fatal: mesmo que a gente a provocasse, ela não se atrevia a resistir, só aguentava tudo sem reclamar.

Uma vez entrei no banheiro pronto para tomar banho e vi que minha cunhada tinha esquecido de recolher a calcinha que tinha tirado.

Assim que peguei aquela tanga para admirar, ela arrancou da minha mão e a abraçou contra o peito. Eu fingi que ia tirar dela de novo, mas acabei pegando com vontade, firme, num peito macio e liso.

Em casa ela ficava sempre só de blusinha de alcinha, sem sutiã: ao tocá-la parecia que roçava a pele nua.

Não queria soltar, e até dei mais alguns apertões.

Minha cunhada ficou paralisada por alguns segundos e, quando viu o volume enorme entre as minhas pernas, soltou um “ai!” e saiu correndo de rosto vermelho, virando de costas.

Depois dessa pegada, senti que já estava queimando de tesão.

Tomei banho rapidinho e, com o pau duro feito pedra, corri para o quarto. Vi que minha querida já estava dormindo de lado e, sem dizer uma palavra, subi na cama.

Agarrei a cintura fina dela por trás, coloquei de quatro e puxei a calcinha até os joelhos, enrolada como uma bola.

— Mmm… amor… o que deu em você?… quem te deu um afrodisíaco?

Minha querida acordou meio tonta com o tranco, demorou meio minuto para reagir e, sem nem se virar, empinou a bunda para trás.

— Vai… devagarinho… ainda não estou molhada…

— Só queria te comer, não posso?

Minha querida é muito sensível e também sabe gemer gostoso. Normalmente eu fazia boas preliminares antes de ir direto ao ponto.

Mas naquela noite, sabendo que tinha alguém em casa, contra todo o costume ela segurou os gemidos.

Pensando na minha cunhada lá fora, quis fazer barulho para que ela escutasse, e de propósito disse palavras sacanas para minha querida para provocá-la enquanto metia fundo contra a bunda macia e escorregadia dela.

— Você gosta? Gosta assim, sendo comida assim?

Escapou da minha querida, sem conseguir segurar, um gemido longo. Empinou bem a bunda e um gemido meloso e nasal saía um atrás do outro; a sedução saía até pelos poros.

— Mmm… ah… isso é um estupro!… que gostoso…

Nesse momento percebi que a porta do quarto, não sei desde quando, estava com uma fresta aberta, e uma sombra se moveu.

Era minha cunhada espiando?

Olhando de rabo de olho consegui dar uma espiada disfarçada.

E era verdade: minha cunhada, só de calcinha, estava meio agachada atrás da porta, com a boquinha entreaberta, o peito subindo e descendo com uma respiração afobada, e as bochechas coradas, com os olhos cravados no que eu fazia.

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