LOGINHoje era segunda, dia de colégio.
Acordo cedo, tomo meu banho, faço toda minha higiene e depois de por meu uniforme escolar, desço para o café da manhã. Tânia e Gilmar já estavam lá e o silêncio habitava na mesa. Me sentei e já comecei a passar Nutella no meu pão. — Bom dia. Cumprimentei eles, mas já sabendo que não responderiam, era sempre assim, mas eu não ligava. Depois de ter tomado meu café segui para a escola. Eu tinha um motorista que me levava para todas as atividades do meu dia, escola, clube, cursos... Tudo que Tânia odiava fazer... Quer dizer, ela odiava me levar. Depois de me despedir de seu João, sigo para dentro do colégio. ... A aula foi chata como todos os dias, principalmente que vamos entrar em semana de prova. — Os pais de Patrick viajaram e ele vai dar uma festa hoje, você vai neh? Marlon um garoto da minha sala envolve os braços ao redor do meu pescoço e enquanto caminhávamos em direção a saída do colégio, ele me perguntava. — Pow, desta vez não vai dar, minha mãe me colocou de castigo essa semana. — O que você aprontou dessa vez? Ele tinha um sorriso debochando rosto. Olho em sua direção fazendo cara de ofendida, chego ate parar de caminhar em frente ao portão da escola e o olho ofendida. — Eu? Nada! Minto. — Duvido! Mas sei se você não vai me contar... Ele me entrega um papel com o endereço da casa do Patrick e depois de me dar um beijo na bochecha, ele vai em direção ao seu carro. Marlon já tinha 18 anos e apesar de não ser habilitado, ele tinha um carro e dirigia. Olho ao redor para tentar achar o meu motorista, mas minha alma vai embora quando olho para minha esquerda e vejo o cara da boate me encarando Ele estava que nem aqueles bad boys de filmes americanos... Calça preta larga estilo corrida, camiseta branca, boné e óculos escuras... Ele chega a tirar o óculos do rosto enquanto me acompanha com o olhar. Ando de pressa em direção ao João, e vejo o momento que ele ameaça vir em minha direção, mas é interceptado por Cléo, uma menina da minha sala. Assim que ela vê ele, ela grita um “meu amor” e corre em sua direção evolvendo suas pernas ao redor de minha cintura. Desvio meu olhar do dele e entro rápido no carro e assim que seu João da partida olho para trás e o vejo ainda com ela grudada nele, porém ele não tira o olho do meu carro. ... — Flávia ele estava na porta do meu colégio! Eu estou no meu quarto, deitada em minha cama e com o telefone no viva voz. — Ele foi atrás de você? Até Flávia está assustada. — Não! Acho que não... Cléo grudou no pescoço dele e chamou ele de amor, acho que é namorada dele. — Cléo? Cléo a patricinha puta? Flavia ao mesmo tempo que estava em choque, se divertia com meu desespero. — Essa mesma! Cléo era filha de um magnata do petróleo e tinha o prazer em humilhar bolsistas, principalmente quando um dos carinhas que ela saía do time de futebol do colégio mostrava interesse pela garota... Eu odiava ela. — Que sorte hein amiga! Você foi logo ficar com o namorado da Cléo! Risos. — Droga, Flávia! Se ela souber, acabou minha vida escolar! Me senti desanimada. A verdade é que eu era super pra frente, bem rebelde, fugia, ia pra festas cheias de bebidas, ia para encontros proibidos de corrida de carro, mas nunca me metia em brigas, eu nem sabia brigar. — Bem... Fica tranquila, por que tenho certeza que ele não vai contar que traiu ela... Vendo por esse lado... Agora estou mais tranquila. — Você tem razão! Ele não vai contar que traiu ela... Falo pensativa. — Pois é, mas conte mais sobre essa festa que te convidaram? Ela muda o assunto. Passo horas conversando com Flávia sobre vários assuntos e só desligo por que Amélia entra no meu quarto me lembrando da aula de inglês que tenho daqui a pouco.Estou no carro indo para meu curso de idiomas, três aulas eu tenho hoje... Inglês, espanhol e japonês. Sim, Tânia fazia questão que eu soubesse essas três línguas, afinal, um menina bem educada e bonita poderia ter o homem que quisesse, era isso, Tânia no momento certo me usaria como moeda de troca, sendo a pior das cafetinas, aquela que vende a própria filha... No cú dela que eu me casaria com alguém que ela tenha escolhido, por mais lindo que ele fosse! Estou no banco de trás do carro, com um fone no ouvido enquanto seu João dirige o carro pela avenida das Américas, no centro da barra da tijuca... Tudo acontece muito rápido... Em um momento estou perdida em meus pensamentos enquanto ouço APT de Rosé e Bruno Mars e no outro estou no meio de uma gritaria no meio do trânsito. — Passa tudo porra! Passa, passa! Tá surda caralho! Um homem grita me trazendo de volta a realidade. — Eu... Tento falar mais o homem que grita comigo já coloca a mão no meu pescoço e puxa meu cordão com tod
Hoje era o encontro com o Victor, eu estava muito nervosa, liguei pra Flávia e contei o que aconteceu, ela estava super animada, falei o nome dele pra ela, mas a mesma ainda não conseguiu lembrar dele. Depois de desligar o telefone, me arrumei para o colégio. Estava tão aérea pensando em hoje a noite que nem vi Cléo se aproximando — Você conhece Victor da onde? Ela para em minha frente, tem os braços cruzados e tem três de suas amigas atrás dela. — E... Eu? Gaguejo. — É, você mesmo! Ontem ele perguntou sobre você, pediu seu endereço... Conhece meu homem da onde? Agora sua voz aumentou alguns decibéis. Respiro fundo e tento me impor, ou era isso ou eu seria a próxima infernizada do colégio. — Não te interessa! E não é pra dá meu endereço pra ninguém! Falo alto também e saio andando dando as costas a ela. Minhas pernas tremiam, mas eu mantinha minha cabeça levantada. Chego no banheiro da escola e me tranco no reservado. Baixo a tampa do sanitário me sento. Eu respirava e
Era por volta das 22 horas quando sinto pedras batendo no vidro da minha janela, eu estou assistindo uma série, mas acho estranho o barulho e vou até a janela do meu quarto. Ao olhar para baixo vejo um dos seguranças da casa. — Que foi, Marcelo! — Tem um rapaz lá no portão querendo falar com você! — Comigo? Quem? — Victor! — Victor? Não conheço nenhum Victor... É engano. — Não é engano! Ele ameaçou tocar o interfone... Fiquei com medo da sua mãe... — Droga! Tá, eu vou lá ver quem é, mas você vai comigo, por que não conheço ninguém com esse nome! Jogo um roupão por cima do meu baby Doll e desço as escadas bem devagar para não chamar a atenção de Tânia e nem de Gilmar. Ao chegar no portão dou de cara com o cara da boate, até paraliso com o susto. — Droga! Digo o encarando. — Precisamos conversar. Ele está bem de frente para o meu portão, então meio que no automático eu o seguro pelo braço e o puxo para a lateral do muro da casa, Tânia não podia nos ver. — O que faz aqui?
Hoje era segunda, dia de colégio. Acordo cedo, tomo meu banho, faço toda minha higiene e depois de por meu uniforme escolar, desço para o café da manhã. Tânia e Gilmar já estavam lá e o silêncio habitava na mesa. Me sentei e já comecei a passar Nutella no meu pão. — Bom dia. Cumprimentei eles, mas já sabendo que não responderiam, era sempre assim, mas eu não ligava. Depois de ter tomado meu café segui para a escola. Eu tinha um motorista que me levava para todas as atividades do meu dia, escola, clube, cursos... Tudo que Tânia odiava fazer... Quer dizer, ela odiava me levar. Depois de me despedir de seu João, sigo para dentro do colégio. ... A aula foi chata como todos os dias, principalmente que vamos entrar em semana de prova. — Os pais de Patrick viajaram e ele vai dar uma festa hoje, você vai neh? Marlon um garoto da minha sala envolve os braços ao redor do meu pescoço e enquanto caminhávamos em direção a saída do colégio, ele me perguntava. — Pow, desta vez não vai d
— ANGELLL, VEM AQUI AGORA! Essa é minha mãe, Tânia é o nome dela. Eu e minha mãe não nos damos muito bem, quer dizer, genitora, não posso chama-la de mãe já que quem desempenhou esse papel a minha vida inteira foi minha babá... Sim, apesar de ter 16 quase 17 anos, quem sempre fez esse papel tão importante foi Amélia, minha amada babá. — O que você aprontou desta vez, Angel? Amélia entra no meu quarto desesperada. Tânia dificilmente falava comigo, mas quando me gritava assim era por que havia descoberto alguma de minhas “fugas”. — Aprontei nada, Amélia... Você sabe que ela gosta de me torturar! Digo me levantando da cama. — Ela é uma bruxa, isso eu sei... Amélia sussurra para que minha mãe não ouça. — Mas eu sei que você não facilita, o que você aprontou? — Saí com Flavinha, mas foi de madrugada, não sei como essa peste ficou sabendo! Tânia tinha uma fonte secreta, por que sempre sabia das minhas fugas, mas impossível dela ter visto, já que toma calmante para dormir e tenho c
Subimos as escadas da área vip de mãos dadas e depois de passar perto de uns caras estranhos que o cumprimenta, entramos em uma área que tem vários quartos. Então é aqui que o pessoal transa? Penso lembrando que Flávia já havia me falado sobre esse lugar, viny já havia contado pra ela. Nem dá tempo de pensar muito, logo ele já estar agarrado a mim novamente. Meu corpo é grudado na parede e logo sou impulsionada e minhas pernas estão envolvidas em sua cintura. Eu estou com um vestido curto, preto brilhoso, uma calcinha preta que já estragou de tão molhada que estou. Ele beija meu pescoço, morde meus lábios, esfrega com força sua ereção em mim e quando estamos perdendo o ar de tanto tesão, ele coloca a mão nas laterais da minha calcinha, mas aí eu recuo... Claro que eu não ia perder minha virgindade, com alguém que eu nem sei o nome e muito menos em um quarto de balada que centenas de pessoas já transaram, nem sei se trocaram esses lençóis. — Pera aí... Digo descendo de seu col







