Se não fosse apenas alguém com o mesmo nome…
Alice levantou o olhar e percebeu que, na escuridão, ele continuava sendo só uma sombra. Ela, do início ao fim, não tinha conseguido ver o rosto daquele homem.
Ela levou rapidamente para trás a mão que estava tremendo sem controle, tentando esconder o gesto. O coração de Alice disparou, descompassado, misturando ansiedade e pânico.
Era como se o maior segredo da vida dela estivesse prestes a ser arrancado à força, deixando‑a com uma única vontade: sair dali o quanto antes.
— Obrigada. — Murmurou Alice, em voz baixa.
Ela se virou e, em poucos passos, sumiu outra vez na escuridão.
Quando chegou diante da entrada principal, Alice ergueu os olhos para o Solar do Vale Verde. Lá dentro, tudo estava inundado de luz, com música suave preenchendo o ar. Ela obrigou a si mesma a recobrar a lucidez, ajeitou a postura e, junto de Daise, seguiu em direção ao jardim reservado à família Monteiro.
— Sra. Alice, a senhora voltou? Meu Deus, o que aconteceu com o seu rosto? Vou chamar…
— Não precisa, eu mesma entro. — Cortou Alice, sem dar espaço para réplica.
Só depois que as duas desapareceram em meio aos convidados foi que Theo olhou pelo retrovisor para o homem vestido de preto, recostado no banco de trás.
— Dom Ronaldo, o senhor deixou o cartão para a Sra. Monteiro porque teve receio de que a Daise voltasse de mãos abanando hoje à noite e quis garantir outra rota para continuar a busca por V? — Perguntou Theo.
— Alguém dentro da família Monteiro está encobrindo essa história. — Respondeu Ronaldo, com calma. — Há um ano eu mandei alguém até o Pietro para sondar, e ficou claro que ele não sabia de nada. Mas alguém na família Monteiro conhece a verdade.
Ronaldo vinha seguindo o rastro de V havia três anos. No fim, todas as pistas levavam até os Monteiro. Se Daise não conseguisse arrancar nenhuma informação naquela noite, ele pretendia agir pessoalmente.
Ele se lembrou do rosto de Alice há poucos minutos: desarrumado, manchado de sangue, mas ainda assim luminoso, e daqueles olhos límpidos, firmes.
— Ela tem mais fibra do que parece. — Disse Ronaldo, em voz baixa.
— O senhor disse o quê? — Theo perguntou, sem ter ouvido direito.
Antes que Ronaldo respondesse, o celular dele tocou.
— Dom Ronaldo, aquele grupo que sequestrou o senhor e a mocinha naquela época reapareceu! — Avisou a voz do outro lado da linha.
…
Dentro do Solar do Vale Verde, o jardim e os arredores estavam lotados de convidados.
Praticamente todas as figuras influentes da Cidade Nampula tinham dado as caras naquela noite. Homens e mulheres em trajes impecáveis cruzavam o salão com taças nas mãos, rindo e conversando ao som de um conjunto de cordas que tocava ao fundo.
Alice entrou de forma tão discreta que ninguém chegou a notar a presença dela.
No grande salão, os principais membros da família Monteiro eram cercados e bajulados de todos os lados, atravessando a multidão em meio a brindes e elogios. Todos exibiam uma expressão radiante, inflada de orgulho.
A partir daquela noite, a família Monteiro entrava de vez para o topo da elite de Cidade Nampula. O entusiasmo e a excitação deles tinham atingido o auge.
Entre todos, quem mais chamava atenção era o herdeiro da geração atual: Michel, o CEO executivo da Capital Monteiro. Ele estava impecável, de postura nobre e presença dominante, como um astro no centro da constelação de convidados.
Dizia‑se que a abertura de capital bem‑sucedida da Capital Monteiro tinha muito do esforço dele.
Saber que a empresa teria um sucessor como Michel fazia com que todos se apressassem em cumprimentá‑lo, alguns até indo pessoalmente levar uma taça de vinho em sinal de respeito.
— Sr. Michel, o senhor realmente é um jovem brilhante. — Elogiou um convidado.
Outro convidado lançou um olhar curioso para a mulher ao lado dele:
— E esta deve ser a Sra. Monteiro, não é? Já ouvi dizer que a Sra. Monteiro é muito culta, uma beldade fora do comum. Mas, vendo hoje… não era bem o que eu tinha imaginado.
Assim que aquela frase saiu, não foram apenas os membros da família Monteiro que ficaram com a expressão engessada. Iolanda, que naquela noite tinha se produzido com todo o capricho, ficou ainda mais constrangida.
Só Michel manteve o rosto impassível quando explicou:
— Coronel, ela é apenas a minha secretária, Iolanda.
"Apenas secretária?"
Ninguém acreditava de verdade. Pelo jeito que ela olhava para Michel, um misto de mágoa e expectativa, dava para ver que a história ia bem além de trabalho. Vários convidados trocaram olhares cheios de malícia.
— Já se comentava por aí que, desde que o passado da Sra. Monteiro veio à tona, ela tinha sido colocada de lado pela família Monteiro. Pelo visto, era verdade.
— Pois é. Numa festa dessas, ela nem aparece, e ele ainda traz uma secretária jovem e bonitinha do lado. A família Monteiro está deixando a família Castro passar vergonha.
— E a família Castro também veio hoje, não veio? — Murmurou outro convidado.
Não muito longe dali, os pais de Alice ainda mantinham um sorriso educado no rosto, prestes a desabar de tanto constrangimento, mas os olhares dos dois já estavam tão pesados e sombrios que pareciam até congelar o ar ao redor.
Ao lado deles estava justamente a filha biológica deles, perdida havia vinte e dois anos e recém‑recuperada: Isadora Castro.
O pai de Isadora se chamava Daniel Castro.
Daniel virou de costas para o salão e rosnou em voz baixa:
— Inútil! A gente fez aquela garota casar com o Michel e ela não foi capaz nem de segurar o coração do próprio marido! Numa noite dessas, o Michel traz a secretária e deixa a esposa de lado… Ela quer fazer a família Castro passar vergonha no país inteiro?
A mãe de Isadora, Solange Castro, também estava com uma expressão carregada de decepção:
— O que deu na cabeça da Alice? Agora a família Monteiro nem se preocupa em manter as aparências. Se eu soubesse que ia ser assim, eu nem tinha vindo hoje.
Isadora observou os pais falando daquele jeito, cruzou os braços e comentou, num tom frio e despretensioso:
— Não foi a família Castro que largou a Alice primeiro? Ninguém aqui se importa com ela. A família Monteiro só está agindo do jeito que acha que a gente aprova, só isso.
Daniel e Solange ficaram sem chão com aquela frase da própria filha.
Os dois encararam Isadora, atônitos, enquanto ela pegava uma taça de espumante e se afastava deles com toda calma do mundo, como se nada tivesse acontecido.
No entanto, o fato de Michel ter trazido uma secretária para o banquete da família Monteiro não chegou a causar um escândalo generalizado.
Afinal, se a própria família Castro estava engolindo aquele sapo em silêncio, os outros só iam aproveitar o espetáculo, sem se meter.
Do outro lado do salão, Priscila olhava para Iolanda com uma inveja azeda:
— Depois de hoje, essa ordinária vai ficar conhecida nesse meio inteiro.
Priscila se virou para Marta e reclamou:
— Mãe, como é que a senhora deixou o meu irmão trazer ela para uma festa importante dessas? A senhora não detestava essa mulher? Ela já tinha embolsado cinco milhões para sumir de Cidade Nampula, e mesmo assim voltou correndo. Que fome é essa de dinheiro? Por que a senhora não desmascarou a verdadeira cara dela na frente do meu irmão?
Mesmo que Alice não tivesse comparecido hoje, quem deveria estar do lado de Michel, recebendo todos os olhares, era ela, Priscila, a herdeira oficial da família Monteiro. Em vez disso, o destaque tinha ido parar nas mãos de Iolanda, alguém que ela considerava de uma categoria muito inferior à sua.
Marta lançou um olhar aflito ao redor, puxou a filha pelo braço e a arrastou para um canto mais reservado. Só quando teve certeza de que ninguém por perto poderia ouvir, ela soltou um xingamento em voz baixa:
— Você é burra? As coisas mudaram. O seu irmão está cada vez mais em alta, como é que eu vou bater de frente com ele agora? E outra: naquela história do passado, ele está convicto de que foi a Alice que armou tudo. Por que eu deveria explicar aquele mal‑entendido entre os dois? Para quê? Eu, na verdade, acho ótimo que a Iolanda tenha resolvido reaparecer bem agora.
Priscila ofegou baixinho:
— Mãe… a senhora quer usar a Iolanda para… quebrar de vez o casamento do meu irmão com a Alice?
Ela fez o gesto de uma lâmina cortando, como se estivesse separando algo em dois.
Marta abriu um sorriso impecável, todo calculado:
— Eu só preciso dar o empurrão certo, não preciso sujar as minhas mãos. Muito em breve, a família Monteiro vai ter a vaga de Sra. Monteiro livre, e aí eu vou poder escolher, com calma, uma herdeira de verdade, à altura do seu irmão. Quero uma moça cuja família, aparência, formação e talento sejam todos superiores aos da Alice. Em tudo. Quanto à Iolanda, se eu consegui me livrar dela uma vez, eu consigo pela segunda. Mulher assim é a última coisa com que eu me preocupo.
O olhar de Marta estava cheio de expectativa e de uma confiança inabalável. Priscila não se conteve e murmurou:
— Mãe, encontrar alguém melhor que a Alice… acho difícil, viu…
Marta lançou um olhar fulminante para a filha:
— Você não sabe de nada. E escuta bem: hoje à noite você não vai arrumar problema para o seu irmão, entendeu? Eu vou mandar tirarem muitas fotos dele com a Iolanda, bem próximos, e depois vou fazer essas fotos chegarem nas mãos da Alice. Dizem que a gravidez dela é delicada e que ela está internada. Se ela perder essa criança de raiva, aí sim eu vou poder dormir em paz.
Marta e Priscila voltaram ao salão para continuar circulando entre os convidados. Nenhuma das duas percebeu a silhueta furtiva que passou por trás delas, deslizando rápida como uma sombra…
…
O baile começou.
Michel estava com o braço em volta da cintura de Iolanda, dançando com ela a primeira valsa da noite.
Sob todos os holofotes, ele olhava para a mulher em seus braços com uma ternura escancarada. Os dois se encaravam, como se o resto do mundo tivesse desaparecido. A intensidade daquele olhar ficou clara até para quem só estava assistindo de fora.
— O Sr. Michel é bem romântico, hein. — Comentou alguém, em tom de brincadeira.
— Olha a troca de olhares desses dois… Tem história aí. Hoje ninguém nem lembra mais daquela falsa herdeira da família Castro, a tal Sra. Monteiro. — Sussurrou outro convidado.
— Fala sério, os dois juntos ficam perfeitos. Ele e ela realmente combinam.
De repente, um grito cortou o clima leve vindo da direção do jardim.
— É a Sra. Monteiro! Ela está sangrando muito!
— A Sra. Monteiro se machucou…
— E o Sr. Michel ainda está ali dentro abraçado com a secretária na pista de dança.
Algumas dessas frases chegaram aos ouvidos de Michel. O coração dele deu um salto, completamente fora de ritmo.
"Que diabos aconteceu agora?"
Ele interrompeu a dança e virou para um dos empregados ao lado:
— O que está acontecendo lá fora? — Perguntou ele.
Poucos segundos depois, um funcionário entrou às pressas, quase tropeçando, e gritou:
— Deu problema, Sr. Michel. A Sra. Alice se machucou, tem… tem sangue pra todo lado…
O rosto de Michel perdeu a cor na hora. Ele soltou Iolanda imediatamente e saiu em passos largos, praticamente correndo para fora.
Iolanda mordeu o lábio inferior, sem esconder a frustração, e foi atrás dele. Os outros convidados, farejando confusão, também se apressaram para ver de perto.
Aquela noite prometia ser animada para quem quisesse ver a família Monteiro no olho do furacão. Muitos rostos exibiam um brilho oculto de expectativa. A mais empolgada de todas era Marta.
"Sangue? Essa desgraçada da Alice não deve ter perdido essa criança, não…" Murmurou Marta, com os olhos acesos.
Michel foi abrindo caminho no meio da aglomeração.
Alice estava sentada numa cadeira, com os lábios completamente sem cor e alguns rastros de sangue ainda mal limpos no rosto.
Quando Michel apareceu, ela ergueu os olhos para ele, deixando transparecer uma fragilidade evidente.
— Michel… — Chamou Alice, num fio de voz.
Ela se levantou e cambaleou em direção a ele, o corpo inteiro sem forças, desabando contra o peito dele.
— Eu soube que hoje tinha uma festa muito importante em casa. — Disse Alice, arfando. — Eu queria voltar para ficar com você, te fazer uma surpresa… mas teve um acidente de carro no caminho. Desculpa, foi descuido meu…
A garganta de Michel se apertou de um jeito quase doloroso. Ao ver Alice naquele estado, tão abatida e indefesa, ele sentiu uma inquietação estranha, um misto de medo e nervosismo. Qualquer bronca que ele quisesse dar simplesmente morreu antes de chegar aos lábios.
— Você se machucou muito? — Conseguiu ele perguntar, com dificuldade.
Ele viu que a testa dela já estava enfaixada, mas o que deixava Michel mais tenso era o estado dos bebês que ela carregava, filhos dele e, na cabeça dele, de Iolanda também. Só que, com tanta gente por perto, aquele não era o momento para tocar no assunto.
Michel a ergueu nos braços. No instante em que a levantou, ele levou um susto:
"Por que ela está tão leve assim?"
Como se sentisse a preocupação dele, Alice levou a mão até a própria barriga, de propósito, ali mesmo na frente de todos:
— Michel, fica tranquilo. Eu só tive uns ferimentos leves. Os nossos bebês estão bem. — Disse ela.
Um murmúrio percorreu a roda de convidados, como uma onda.
Muita gente passou a olhar para Alice com uma pena genuína. Ninguém tinha imaginado que aquela "falsa herdeira" da família Castro fosse tão apaixonada por Michel. Mesmo machucada, grávida, quase tendo perdido a vida, ela ainda estava preocupada em acalmar o marido.
E ainda por cima, sendo gestante, como foi que a família Monteiro permitia que ela andasse sozinha por aí?
Para piorar, naquela mesma noite Michel tinha aparecido na festa, diante de todo mundo, abraçado à secretária. Enquanto isso, a esposa oficial, grávida, chegava quase ensanguentada.
A impressão que ficava era a de que havia algo profundamente errado com os valores da família Monteiro.
Os olhares dos presentes se voltaram, pesados, para os membros da família. Iolanda também virou alvo imediato dos comentários silenciosos, encarada como se já estivesse sendo julgada e condenada ali mesmo.
Pietro, o patriarca à frente da Capital Monteiro, ficou visivelmente desconfortável. Ele teve que avançar um passo e tentar contornar a situação.
— Menina, você estava internada, por que saiu do hospital? Se queria voltar, era para ter pedido o motorista da casa para buscar você. Michel, anda logo e leva a Alice lá para baixo. Manda chamar o Dr. Manuel para examiná‑la direito. — Ordenou Pietro.
Michel não discutiu. Ele apertou Alice nos braços e saiu em passos rápidos, deixando para trás o burburinho crescente do salão.
Iolanda olhou aquela cena, com os olhos marejados, sentindo o peito arder como se alguém tivesse enfiado uma faca ali. As unhas compridas dela se cravaram tanto na própria palma que chegaram a cortar a pele.
"Alice! Era para ser uma noite perfeita, e você conseguiu estragar tudo!"
Marta também se sentiu profundamente frustrada. Algumas pessoas se aproximaram para parabenizá‑la por estar prestes a virar avó, e ela só conseguiu forçar um sorriso protocolar, completamente sem graça.
Os três da família Castro trocaram um olhar significativo.
— Vamos ver como a Alice está? — Sugeriu Solange.
Michel levou Alice de volta ao quarto.
— Michel, você não ficou bravo comigo, ficou? — Perguntou Alice.
Ela encarou o semblante fechado dele, com a expressão tensa e frágil, mas, por dentro, ela sabia exatamente o que estava fazendo.
Ela tinha arruinado a festa da família Monteiro, tinha manchado a valsa perfeita dele com o "primeiro amor". Como ele não ficaria irritado?
Mesmo assim, Michel dificilmente conseguia ficar indiferente quando via Alice tão vulnerável. Ao se lembrar de que ele próprio tinha trazido Iolanda para casa naquela noite, ele sentiu uma pontada leve de culpa.
— O importante é que você e as nossas crianças estejam bem. — Disse ele.
Alice pousou a mão sobre o ventre:
— Fica tranquilo. Mesmo que eu tenha que dar a minha vida, eu vou proteger os nossos filhos.
Uma sensação estranha voltou a atravessar o coração de Michel. Ele ia levantar a mão para tocar o curativo na testa dela, mas o celular tocou na hora errada. Michel só precisou bater o olho na tela para se levantar em seguida.
— O Dr. Manuel já está vindo. Eu volto rápido. — Disse ele.
Michel saiu às pressas. Assim que ele passou da porta, Alice se sentou na cama apenas por um segundo e, em seguida, se levantou. Ela foi até a janela e olhou para baixo.
Ela sabia que tinha sido Iolanda quem chamara Michel com tanta urgência. E era justamente essa brecha que ela estava esperando.
Manuel chegou pouco depois.
Ele fez a limpeza do ferimento e começou a dar os pontos. Para não prejudicar a gestação, ele só pôde aplicar um pouco de anestésico direto no corte. A dose foi tão pequena que quase não fez efeito.
A dor veio inteira. O corpo de Alice começou a tremer, cada músculo rígido. As mãos dela apertaram o lençol com tanta força que o tecido quase rasgou. Mesmo assim, ela não soltou um único gemido.
Quando terminou, Manuel soltou um longo suspiro, aliviado.
— Sra. Alice, a senhora é muito resistente. Mas, para garantir, seria bom a senhora ir ao hospital amanhã e fazer um exame mais completo. — Recomendou ele.
— Obrigada, eu vou sim. — Respondeu Alice.
Alice pediu para a empregada Amanda, que tinha ido ajudar a cuidar dela, acompanhar o Dr. Manuel até a saída. Assim que ficou sozinha, ela trocou de roupa e vestiu um vestido inteiramente branco.
Ela deixou os cabelos compridos soltos, caindo até a cintura. A testa ainda estava enfaixada, os lábios pálidos, sem uma gota de cor. Tudo isso, somado ao rosto de uma beleza quase hipnótica, criava uma imagem que despertava um tipo de compaixão instintiva, como se ela pudesse se quebrar a qualquer momento.
"Ser uma vadia calculista com boa atuação? Fácil. Aprendo isso rapidinho. Se isso me levar ao divórcio, vale cada segundo."
Quando Alice já se preparava para sair, Amanda voltou ao quarto.
— Sra. Alice, seus pais vieram ver a senhora. — Avisou Amanda.