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Hizo que la manada le diera el Luna

Hizo que la manada le diera el Luna

Par:  Tangle HComplété
Langue: Spanish
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Durante la ceremonia de coronación de la Luna, el Alfa Lucas anunció que había sentido la presencia de dos compañeras. Una era yo, mientras que la segunda era, nada más ni nada menos que: Mia, mi hermana gemela. Por ello, propuso que toda la manada votara para elegir quién sería la futura Luna. Él fue el primero en votar por Mia. Incluso mi madre, que votó justo después de él, también por ella. Cuando terminaron de contar los votos, yo tenía cero. Pero Lucas me llevó aparte. —Nora, mi amor, sigues siendo mi compañera destinada. Es solo que la loba de Mia es demasiado débil. Ella necesita el título de Luna más que tú. No armes una escena. Cuando ella se estabilice, tú seguirás siendo mi única compañera unida por el vínculo. Sonreí con frialdad y cerré nuestro vínculo de apareamiento. Ya ni él ni su manada valían la pena como para que me quedara.

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Chapitre 1

Capítulo 1

Eu era uma jovem sonhadora. Havia conquistado, após muita renúncia e dedicação, uma vaga para estudar medicina em uma universidade pública. Tinha certeza de que, quando me formasse, mudaria a vida da minha família e libertaria a minha mãe das garras de seu marido, mas não tive tempo.

Meu padrasto, Anilton, era um homem agressivo e possessivo, vivia alcoolizado e tinha o hábito de agredi-la. Eu era fruto do primeiro casamento dela, sendo a mais velha de duas irmãs: Amanda, de 14 anos, e Beatriz, de 6 anos.

Mamãe estava doente, havia descoberto, há um tempo, uma doença degenerativa que, aos poucos, a impossibilitou de trabalhar e de ter uma vida normal. Sendo assim, apesar de não suportar mais seu casamento falido, e temendo não ter condições de nos manter, ela aceitou viver nessa prisão até que seu corpo, já debilitado, descansou.

Eu tinha 24 anos quando ela partiu e estava no oitavo semestre do curso de medicina. Minha mãe não me deixava trabalhar para que eu pudesse focar inteiramente nos meus estudos. Sendo assim, sempre que eu podia, fazia estágios remunerados, e o pouco dinheiro que recebia, entregava a ela para ajudar de alguma forma.

Sempre optei por passar a maior parte do tempo fora de casa, estudando na biblioteca da universidade, a fim de evitar o meu padrasto, que me importunava desde a minha adolescência. Porém, no último ano de vida da minha mãe, minha rotina se tornou caótica, ela vivia acamada, não conseguia andar, se alimentar ou fazer qualquer coisa sozinha, por isso me vi obrigada a trancar a faculdade para cuidar dela e das minhas irmãs.

Temendo que minha mãe piorasse seu quadro de saúde caso soubesse o que vinha acontecendo, mantive as investidas daquele homem asqueroso em segredo. Com a morte dela, porém, não tendo mais o que temer, ele criou coragem para ser mais incisivo.

— Isadora! — Ouvi sua voz nitidamente embriagada ao me chamar. — Isadora!

Eu estava no quarto com as minhas irmãs, que me olhavam de forma assustada. O monstro não poupava nem mesmo as filhas biológicas de suas agressões e, agora sem a mamãe por perto, eu me sentia na obrigação de protegê-las, por isso estava em busca de um emprego, para ter condições de sair de lá e sustentar as duas.

— Deixa que eu vou ver o que ele quer, Isa. — Amanda disse.

— Não! Fique com a Bia, eu vou lá.

Saí do quarto mantendo uma postura firme, apesar de estar apavorada. Ele se aproximou de mim com uma expressão furiosa.

— Você não fez o jantar? O que esteve fazendo o dia todo?

— Estava entregando alguns currículos, preciso arrumar um emprego. Não se preocupe, eu irei fazer.

— Emprego? Você deveria era estar aqui cuidando da casa e de suas irmãs! Era o mínimo para eu deixar que permaneça morando aqui.

Abaixei a cabeça, ciente de que se não fosse a casa dele, eu não teria um teto.

— A partir de agora você assume o papel da sua mãe… — falou, se aproximando com um olhar malicioso e um sorriso diabólico. — E se quiser ficar aqui, terá que ser útil.

— Tudo bem, seu Anilton, irei preparar a sua comida. — falei dando um passo para trás, ameaçando ir para a cozinha, quando fui surpreendida ao ser puxada bruscamente e presa em seu abraço.

— Depois, agora quero matar outra fome… — O velho praticamente sussurrou, esbaforido em meu pescoço, enquanto tentava me beijar.

— Ficou louco? Me solte agora mesmo! — Supliquei em vão, enquanto ele me segurava com força, me empurrando rumo ao quarto. — Pare, seu imundo! Me deixe em paz!

Lhe acertei um tapa no rosto, o que o deixou furioso.

— Me obedeça pro seu bem, vagabunda! — Ele berrou, me acertando outro tapa, e jogou seu corpo pesado contra o meu. — Alguém já te fez mulher? — Sussurrou, puxando meus cabelos para trás e expondo meu pescoço. — Agora você será minha!

Eu não tinha forças para lutar contra ele, que mantinha minha boca fechada com uma de suas mãos, até que vi a porta se abrindo e, segundos depois, o homem caiu desmaiado sobre mim.

— Amanda? — A olhei ainda atônita, após vê-la segurando um rolo de massa que havia usado para acertar o próprio pai na cabeça.

— Isa! Vem, vamos sair daqui!

O empurrei para o lado imediatamente, parando apenas para pegar a chave do quarto e trancá-lo lá dentro.

— O que eu faço, irmã? Eu não posso continuar nessa casa, mas também não posso deixar vocês!

— Vamos fugir, vamos as três!

Minha irmã era uma adolescente imatura e rebelde. Nitidamente, não fazia ideia de que as coisas não eram tão simples assim.

— Fugir para onde? Vamos ficar na rua? Não temos para onde ir!

— Eu não sei, não sei! Mas não quero continuar com ele aqui. — Minha irmã chorava nervosamente, e eu quis acreditar que os motivos dela não eram os mesmos que os meus.

— Vamos… — Concordei sem pensar muito. — Vamos pegar umas roupas, pegamos o que der.

Corremos para o nosso quarto e pegamos três mochilas, enfiando o básico, o que coube, para nós e nossa irmãzinha. Em seguida, enrolei Beatriz em um cobertor, pois lá fora estava frio e chuviscava.

— Isadora! Sua desgraçada, o que fez? Me tire daqui agora mesmo!

Ouvimos Anilton voltar a berrar após ter acordado, e nos apressamos em sair. Notei que a carteira dele estava sobre a mesa, voltando apenas para ver se tinha algum dinheiro, recolhendo os R$ 120,00 que encontrei.

— O que faremos agora? — Amanda me olhou preocupada. — Precisamos ir para longe, ou ele virá atrás de nós assim que sair de lá.

— Vamos procurar um local para passar a noite, e amanhã vejo se consigo ajuda com uma amiga da faculdade.

Eu ainda tinha algum dinheiro guardado que recebi do meu último estágio. Então, pegamos um ônibus, o primeiro que passou. Durante o trajeto, eu observava as gotas de chuva pelo vidro, descendo na mesma velocidade que as lágrimas em meu rosto. Minha irmã também estava muito abalada, porém determinada, enquanto a mais nova já dormia tranquilamente em meu colo, sem entender nada.

— Moças, onde vão descer? Essa é a última parada, estamos chegando ao terminal. — O motorista perguntou, provavelmente estranhando a situação.

— Estamos indo para o terminal mesmo, lá uma pessoa irá nos buscar.

O homem assentiu, sem questionar mais nada, porém notei que ficou nos observando quando finalmente descemos e caminhamos sem rumo, em meio à escuridão.

— Para onde vamos? — Amanda perguntou, seus lábios tremiam devido ao frio e ao provável nervosismo.

Olhei ao redor tentando me situar, e lembrei que naquela região, há algumas quadras dali, havia um posto de saúde.

— Vamos para o hospital. Fingimos que estamos aguardando atendimento, passamos a noite em segurança, e amanhã pensamos no que fazer.

Caminhamos a passos largos, morrendo de medo, pois já era tarde da noite e as ruas estavam desertas. Quando finalmente chegamos ao hospital, subimos a rampa que dava acesso à entrada de emergência, onde algumas pessoas aguardavam atendimento. Sentamos em um banco mais distante, respirei um pouco mais aliviada e, após velar o sono das minhas irmãs por horas, acabei cedendo ao cansaço e adormecendo ali também, sentada.

Na manhã seguinte, despertei atordoada com uma funcionária me chamando.

— Moça, está tudo bem? Vocês estiveram aqui a madrugada toda, mas não fizeram ficha para atendimento. O que houve?

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commentaires

Elizabeth Estrada Saldaña
Elizabeth Estrada Saldaña
Nunca la respetaron, solo la utilizaban para sus fines, con elogios y mentiras. Bonita historia
2026-09-22 15:55:37
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Mary
Mary
Los últimos dos capítulos fueron bastante flojos, no hubo peleas lo que mataba la expectativa habría venido bien, ¿que carajo es una sombra? ¿Qué es el vínculo? ¿Qué significa ser luna y por qué tuvo que hacer la corona a mano?, creo que un capítulo 11 para mostrar en lugar de contar le hizo falta.
2026-09-25 11:28:13
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