LOGINA las dos de la mañana, cuando llegó la llamada urgente de los Ancianos de la manada, yo acababa de salir arrastrándome de debajo de mi amor de la infancia, el heredero Alfa Slade. Mi cuerpo todavía me dolía por su ruda posesión. Como la única sanadora humana en toda la manada Bosque Negro, se me ordenó preparar hierbas como regalo para la alianza de apareamiento de Slade con la manada de las Espinas. Levanté con cuidado el brazo de Slade, que me rodeaba. Tras una noche de pasión, su poderoso cuerpo Alfa aún irradiaba un calor febril. Supuse que esta era solo otra princesa loba a la que él necesitaba rechazar, así que le toqué el pecho con picardía y le pregunté con una sonrisa: —Slade, ¿qué excusa vas a usar por nonagésima vez? ¿Que de repente te dio alergia la princesa? Él se dio la vuelta y me besó la frente, con los ojos pesados por el sueño. —Mi dulce niña, esta vez las hierbas deben ser preparadas por ti, y solo por ti. El éxito de esta alianza descansa sobre tus hombros. Me quedé helada. Durante los últimos diez años, yo había sido su consuelo secreto, la que calmaba sus ataques violentos de ira cada noche. Pensé que, tarde o temprano, me ganaría una ceremonia de unión formal. Pero en ese momento, lo comprendí. Yo era solo una conveniencia, un cuerpo para su uso personal. Si eso era todo lo que yo significaba para él, entonces reduciría a cenizas todo lo que teníamos. Hice una llamada a mi antiguo mentor en el Instituto Nacional de Medicina, el profesor Sterling. —Profesor, ese puesto de investigación sobre genética... ¿todavía está abierto? Estoy lista para regresar al mundo humano. Pero cuando ese Alfa arrogante, que decía que éramos "solo amigos" y "estrictamente profesionales", descubrió que ya no podía percibir ni un leve olor mío en el aire, perdió completamente la cabeza.
View MoreAmanda olhou para a cama improvisada no sofá onde Dona Marlene descansava, a pele pálida e os traços abatidos denunciando sua fragilidade. Apesar de tudo, havia ternura em seu olhar, mesmo ao dormir. Amanda ajeitou a coberta com cuidado, tentando ao menos proporcionar conforto onde não podia oferecer soluções.
O relógio na parede do pequeno apartamento marcava 7h15 da manhã, mas Amanda já estava acordada há horas. As preocupações pesavam como uma âncora, prendendo-a em um turbilhão de ansiedade. Na mesa da sala, uma pilha de contas acumulava-se como uma montanha intransponível: aluguel atrasado, faturas de água e luz esquecidas no tempo, e os custos exorbitantes do tratamento médico de sua mãe, que recentemente fora diagnosticada com uma doença crônica.
— Vai dar certo, mãe. Eu prometo — murmurou, mais para si mesma do que para a mulher adormecida.
Amanda suspirou depois de arrumar as cobertas em cima de sua mãe, ela acariciou o rosto de sua querida mãe com o coração pesado, a tristeza tomando conta de seu corpo.
Amanda segurou as lágrimas.
— Está tudo bem. Eu dou conta.***
Amanda trabalhava como garçonete em uma lanchonete no centro da cidade, um emprego simples, mas que colocava comida na mesa. Ainda assim, o salário mal era suficiente para manter as contas básicas em dia. Ela sabia que algo precisava mudar, mas não esperava que o universo fosse tão cruel ao adiantar essa mudança.
Naquela manhã fatídica, enquanto atendia os primeiros clientes do dia, o gerente, Sr. João, a chamou com um semblante grave.
— Amanda, preciso falar com você no escritório.Um frio percorreu sua espinha. Tentando não pensar no pior, ela seguiu-o para a pequena sala nos fundos do restaurante. Sentou-se à frente dele, o coração acelerado, enquanto ele fechava a porta.
— Olha, Amanda... Eu sinto muito — começou ele, com o olhar baixo, incapaz de encará-la diretamente. — Estamos cortando custos. A lanchonete não está indo bem, e... bom, você entende, né?
As palavras a atingiram como um golpe. Amanda abriu a boca para protestar, mas logo percebeu que seria inútil.
— Eu... eu realmente preciso desse emprego, Sr. João. Minha mãe está doente, e...
— Eu sei, Amanda, eu sei. Mas não é algo pessoal, entende? É só... o momento.
Quando saiu da sala, sentiu os olhos marejarem, mas recusou-se a chorar ali. Atravessou o restaurante com a cabeça erguida, pegou suas coisas e saiu pela porta sem olhar para trás.
"E agora? O que eu faço?" Amanda pensou sem saber para onde ir.
De volta ao apartamento, Amanda sentou-se à mesa da cozinha, encarando as contas como se fossem inimigos impossíveis de derrotar.
— Não posso me dar ao luxo de parar.
Nos dias seguintes, Amanda se lançou de cabeça na busca por um novo emprego. Distribuiu currículos em lojas, restaurantes, postos de gasolina, qualquer lugar que pudesse oferecer uma vaga. Cada não que recebia mais parecia uma pista para desistir, entretanto ela não podia se dar ao luxo de desistir.
À noite, quando retornava para casa, exausta, sempre encontrava sua mãe tentando disfarçar a preocupação.
— Como foi hoje, minha filha? — perguntava Dona Marlene, mesmo sabendo a resposta.
— Ainda nada, mas amanhã vai ser diferente.
Mesmo sem acreditar totalmente nisso, Amanda insistia. Afinal, ela não tinha outra escolha.
Certa manhã, enquanto caminhava pelo centro da cidade, algo inesperado chamou sua atenção. No painel de anúncios de uma padaria, um pequeno papel escrito à mão parecia brilhar entre os outros cartazes desgastados:
"Procura-se babá. Trabalho de segunda a sábado. Bom salário. Enviar currículo para o e-mail abaixo."
Amanda hesitou. Nunca havia trabalhado como babá antes, mas lembrou-se dos dias em que cuidava de seus primos mais novos enquanto os tios trabalhavam.
— Não tenho nada a perder.
Naquela mesma tarde, enviou o currículo. Não esperava uma resposta rápida, mas, para sua surpresa, no dia seguinte recebeu uma ligação.
— Olá, é Amanda? — disse uma voz feminina educada. — Sou Teresa, governanta da casa do senhor Victor Castellani. Gostaríamos de agendar uma entrevista amanhã às 10h.
Amanda confirmou, ainda incrédula. O nome Castellani parecia familiar, como se tivesse ouvido em algum lugar, talvez nas notícias ou revistas de negócios.
No dia seguinte, Amanda se encontrava diante de um portão imponente em um bairro que jamais pensou pisar. O lugar parecia tirado de um filme: mansões alinhadas, com jardins impecáveis e fachadas luxuosas.
Quando o segurança abriu o portão após conferir seu nome, Amanda engoliu em seco. Teresa, uma mulher alta e elegante, a recebeu com um sorriso contido.
— Senhor Castellani está esperando na sala de estar. Por favor, siga-me.
Ela entrou na mansão, sentindo-se pequena diante da grandiosidade ao seu redor. O chão de mármore brilhava, e as peças de arte espalhadas pelas paredes pareciam valer mais do que ela ganharia em anos.
Victor Castellani estava sentado em um sofá de couro preto, vestido impecavelmente em um terno azul royal sob medida. Seus olhos avaliadores pousaram sobre Amanda assim que ela entrou.
— Senhor Castellani, esta é Amanda — anunciou Teresa antes de sair da sala, deixando os dois sozinhos.
Amanda sentiu as mãos suarem, mas estendeu a mão com firmeza.
— É um prazer conhecê-lo, senhor Castellani.Ele fez um leve aceno de cabeça, indicando que se sentasse.
— Quero ouvir sobre sua experiência.Ela recolheu a mão timidamente se sentando no lugar indicado.
Amanda respirou fundo.
— Bem, eu nunca trabalhei como babá antes, mas sempre cuidei dos meus primos mais novos. Sou paciente, organizada e...Victor a interrompeu com um gesto.
— Sofia não é uma criança comum. Ela passou por muita coisa e não é fácil de lidar. Preciso de alguém que seja firme, mas compreensivo. Você acha que pode dar conta disso?Amanda hesitou por um segundo, mas antes que pudesse responder, uma risada infantil ecoou pelo corredor. Uma menina de cerca de sete anos entrou na sala como um furacão, os cabelos loiros presos em um rabo de cavalo desalinhado e os olhos brilhantes de curiosidade.
— Papai, você prometeu que... — Ela parou ao notar Amanda, e seu olhar desconfiado deixou claro que já havia passado por situações como aquela antes.
— Sofia, esta é Amanda. Ela está se candidatando para ser sua nova babá.
A menina cruzou os braços e ergueu o queixo.
— Mais uma?Amanda percebeu o desafio no olhar de Sofia e, sem pensar muito, sorriu.
— Oi, Sofia. Eu sou Amanda. Adoro brincar de esconde-esconde. E você?Sofia arqueou uma sobrancelha.
— Você sabe brincar de verdade?— Sei, mas só com quem é bom de esconder. Será que você é?
Por um momento, a desconfiança deu lugar a uma faísca de curiosidade.
— Talvez.Victor observava a interação em silêncio sem demonstrar sequer uma expressão favorável ou desfavorável an atitude de Amanda com sua filha Sofia.
— Teresa mostrará o resto da casa e explicará suas responsabilidades. Vou decidir mais tarde se você é adequada para o trabalho — disse ele, encerrando a conversa, se levantou seguindo para as obrigações de seu dia.
Punto de vista de EloiseCinco años después, Zurich.El sol de la tarde se esparcía por el lago, brillando como un puñado de diamantes triturados. El sonido de dos series de risas plateadas provenía del jardín.—¡Mami! ¡Mira! ¡Atrapé una!Mi hijo de cinco años corrió hacia mí, sosteniendo una mariposa. Detrás de él, mi hija, que acababa de aprender a caminar, iba tambaleándose tras su hermano como un patito torpe. Me senté en una silla de mimbre en la terraza, con una taza de té negro caliente en las manos.Mientras la brisa pasaba, toqué inconscientemente mi cuello. Una delicada cadena de platino descansa allí, de la cual cuelga el diamante sencillo y perfecto que Julian me regaló. Lo uso siempre, sin querer quitármelo nunca. Mientras tanto, en lo profundo de un cajón del tocador de mi habitación, con una fina capa de polvo se había asentado sobre la caja de terciopelo, estaba el colgante de piedra lunar remendado, estaba ahí tranquilamente. Una reliquia hermosa de otra vida.
Punto de vista de EloiseLa represalia de los conservadores llegó más rápido de lo que había imaginado.Nevaba intensamente esa noche. Julian y yo acabábamos de salir del laboratorio y nos dirigíamos al auto.—¿Fondue esta noche? —preguntó Julian, abriendo un paraguas negro para protegerme de la nieve que se arremolinaba.Sonreí y asentí.De repente, varias figuras oscuras surgieron de los rincones sombríos del estacionamiento. El aire se llenó instantáneamente del hedor fétido y salvaje de los lobos, irradiando una violenta intención asesina.—¡Cuidado! —Julian me lanzó detrás de él, pero era demasiado tarde.Una hoja de plata silbó junto a mi cara, incrustándose profundamente en un pilar de concreto. La empuñadura vibraba. Era una daga envenenada. Eran los lobos leales que quedaban de la manada de las Espinas, junto con los conservadores radicales que veían el Protocolo Vance como una amenaza.Otra sombra se lanzó directamente hacia mí, apuntando a mi garganta. Justo cuando l
Punto de vista de EloiseDespués de aquello, no supe nada de Slade durante mucho tiempo. Mientras tanto, mi relación con Julian fue encajando gradualmente. Nos habíamos convertido en una parte indispensable de la vida del otro.En un banquete de celebración por uno de nuestros proyectos de investigación, las lámparas de cristal centelleaban y las burbujas de champán subían por las copas. Julian estaba a mi lado, luciendo impecable en un traje sencillo y bien cortado. De repente, se aclaró la garganta y le hizo una señal a la banda para que dejara de tocar. El salón quedó en silencio. Todos los ojos se centraron en nosotros.Sentí curiosidad por su acción repentina, hasta que se arrodilló sobre una pierna ante todos, sosteniendo un anillo de diamantes sencillo pero de diseño exquisito.—Eloise —comenzó, con la voz temblando ligeramente, pero llena de un amor fuerte—, estos últimos dos años me has demostrado lo que es el verdadero coraje. No solo has curado a una especie, me has cura
Punto de vista de EloiseEl auto apenas había avanzado dos manzanas cuando el chirrido de unos neumáticos rasgó el aire delante de nosotros. Un todoterreno negro viró erráticamente, cruzando tres carriles de tráfico para bloquear mi convoy.Slade saltó del vehículo. Ignoró los disparos de advertencia de mis guardaespaldas y corrió hacia mi auto como un loco. Ya no llevaba corbata ni chaqueta, y su camisa estaba empapada en sudor, pegada a su cuerpo.—Doctora, dé la orden y lo embestiremos —dijo el conductor, con la mano ya en la palanca de cambios.—No —presioné el botón para bajar la ventanilla, observándolo con frialdad—. Dejen que venga.Él golpeó mi ventana blindada, con los nudillos blancos por la fuerza.—¡Eloise! ¡Sal del auto! ¡Solo dime por qué! ¡¿Por qué no puedes perdonarme?! ¡¿Por qué?!El viento nocturno era frío, pero el hielo en mi corazón era más frío. Salí del auto.—¿Estás loco, Slade? —le pregunté con voz plana—. ¿Estás buscando la muerte?—¿La muerte? —solt






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