Se connecterO corredor privativo da ala leste da cobertura da Price International parecia saído diretamente de uma revista de arquitetura de vanguarda.
Paredes revestidas em painéis de madeira nobre, iluminação embutida com sensores de presença e tapetes de fibra natural que abafavam qualquer ruído de passos, compunham o cenário de luxo silencioso. Apertando a chave magnética prateada contra a palma da mão, Grace parou diante da porta de carvalho escura identificada com uma discreta placa metálica. O coração bateu um pouco mais rápido, não por medo, mas pela expectativa misturada a uma ponta de incredulidade. Ela respirou fundo, aproximou a chave do leitor digital e empurrou a porta. Assim que as luzes internas se acenderam automaticamente, Grace travou no batente. O fôlego simplesmente sumiu de seus pulmões. — Meu Deus... — sussurrou ela, dando um passo à frente e fechando a porta devagar, como se temesse que aquilo fosse uma miragem que pudesse desaparecer. O quarto era quase que maior do que o apartamento inteiro que ela dividia com Anthony. Uma cama king-size com dossel minimalista e roupas de cama em linho egípcio branco ocupavam o centro do ambiente. De um lado, uma parede inteira de vidro temperado revelava a vista panorâmica e estonteante das luzes da baía de San Francisco brilhando na noite escura. Do outro, um closet espaçoso já continha suas poucas malas e pertences organizados com uma precisão cirúrgica pela equipe de Thomas. Havia também um banheiro privativo revestido em mármore Carrara, com uma banheira de imersão que parecia pertencer a um spa de alto padrão. Grace caminhou lentamente até a janela, tocando o tecido pesado das cortinas de veludo cinza. Ela, que a vida toda estivéssera acostumada com o rangido da cama velha do quarto alugado, com o papel de parede descascando e com a preocupação constante sobre se conseguiria pagar a próxima conta de luz, agora respirava o ar rarefeito do topo do mundo. — Eles realmente trouxeram tudo... — murmurou, passando os dedos pelas próprias roupas penduradas no closet. Não havia mais o cheiro de mofo do antigo armário; apenas o aroma sutil de lavanda e o silêncio absoluto de uma segurança financeira que ela nunca havia experimentado. Mas a ficha de que aquela nova vida tinha um preço — e exigia nervos de aço — caiu mesmo logo em seguida, quando o visor digital embutido na parede ao lado da porta piscou com uma mensagem curta e direta enviada pelo sistema interno da cobertura: THOMAS PRICE: _ Espero que o quarto esteja do seu agrado, senhorita Butler. Descanse bem. Às 8h em ponto, estarei te esperando no escritório para irmos direto à Stark & Moore. Não se atrase. Grace leu a mensagem, abriu um sorriso firme e respondeu de volta pelo painel: GRACE: _ Pode deixar, senhor Price. Eu nunca mais me atrasarei, ainda mais quando tenho um conselho corrupto para derrubar. Às 7h55 da manhã seguinte, Grace já estava a postos. Ela havia escolhido o seu melhor tailleur — aquele mesmo conjunto clássico em alfaiataria preta que comprara com tanto sacrifício anos atrás —, complementado por uma camisa social branca de gola alta e sapatos de salto médio impecavelmente limpos. Seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo rigoroso, e a maquiagem leve destacava a firmeza em seu olhar. Quando bateu à porta do escritório particular, Thomas já a esperava. Ele vestia um terno executivo azul-marinho de corte impecável — a vestimenta corporativa tradicional de um CEO para reuniões de alto risco —, combinando com uma gravata de seda escura. A alfaiataria caía sobre seus ombros largos com precisão cirúrgica. Quando Thomas se virou para encá-la, um brilho de aprovação mútua cruzou o ar entre eles. — Vejo que a minha nova assistente pessoal está pronta para a guerra, não é senhorita Butler — comentou Thomas, com um tom de voz grave e um sorriso de canto de boca que carregava um toque de desafio magnético. Grace manteve a postura firme, devolvendo o olhar com a mesma intensidade. — Eu nunca perco uma batalha quando sei exatamente o que está em jogo, senhor Price. Thomas deu um passo lento em sua direção, diminuindo a distância entre eles. O olhar escuro e penetrante de Thomas percorreu a postura impecável de Grace de cima a baixo, como se avaliasse cada lâmina invisível que ela trazia consigo. Um sorriso ainda mais pronunciado surgiu em seus lábios antes que ele se virasse para pegar a maleta de couro sobre a mesa. — O carro blindado já está nos esperando no heliponto privativo. Vem! Vamos mostrar ao conselho da Stark & Moore o que acontece quando se tenta roubar um império. Trinta minutos depois, o veículo executivo estacionava no subsolo da imponente torre corporativa da Stark & Moore. O clima no andar executivo da empresa adquirida era de puro pânico silencioso. Funcionários caminhavam apressados pelos corredores com caixas de papelão nas mãos, sabendo que a falência técnica e a venda iminente para a Price International significavam reestruturações brutais. Marcus já os aguardava na porta da sala principal de reuniões, segurando uma maleta de couro. — Senhor Price, senhorita Butler?! Os diretores já estão acomodados lá dentro. Estão tensos. Sabem que o senhor convocou esta reunião extraordinária sem aviso prévio. — Ótimo! É exatamente esse o estado de espírito que eu prefiro — murmurou Thomas, ajeitando os punhos da camisa antes de empurrar a pesada porta dupla de vidro fumê. Grace entrou logo atrás dele, sentindo o peso de dezenas de olhares despencarem sobre si. Sentados ao redor de uma imensa mesa de carvalho polido estavam cinco homens de meia-idade, todos trajando ternos caríssimos, mas cujos rostos pálidos e testas suadas denunciavam o medo iminente. Na ponta da mesa estava o CEO da Stark & Moore, um homem calvo de bigode aparado chamado Arthur Sterling, que tentava manter uma fachada de autoridade que claramente desmoronava. — Thomas... Que surpresa desagradável — começou Arthur, forçando um sorriso amarelo enquanto se levantava. — Nossa equipe jurídica foi informada de que a assinatura do contrato de aquisição só ocorreria no final da semana que vem. Por que essa convocação de última hora? Thomas não se deu ao trabalho de apertar a mão estendida de Arthur. Ele caminhou calmamente até a ponta oposta da mesa, puxou a cadeira principal e sentou-se com uma postura intimidadora, cruzando as pernas e apoiando os braços na madeira. Grace permaneceu de pé logo ao lado dele, com a pasta preta firmemente apoiada contra o peito, emanando uma serenidade gélida. — Digamos, Arthur, que eu descobri que os termos do nosso contrato precisavam de uma revisão urgente... digamos que por motivos de higiene corporativa — respondeu Thomas, com a voz grave e cortante que fez os diretores engolirem em seco. Arthur franziu o cenho, trocando um olhar de relance com o diretor financeiro ao seu lado. — Revisão de quê? Nós já negociamos cada centavo da subsidiária. Se veio tentar rebaixar ainda mais o preço por causa da nossa falência, saiba que o conselho não vai ace... — Eu não vim negociar preço, Arthur — interrompeu Thomas secamente, fazendo um gesto rápido com a cabeça na direção de Grace. — Senhorita Butler, faça o favor de apresentar os fatos aos senhores. Grace deu dois passos à frente, sentindo a adrenalina pura correr em suas veias. Ela abriu a pasta preta e começou a distribuir cópias impressas do dossiê diretamente na frente de cada diretor estupefato. — O que é isso? — perguntou um dos diretores, ajustando os óculos e folheando as páginas impressas com mãos trêmulas. — Isso, senhores, é o raio-x detalhado das finanças ocultas da Stark & Moore nos últimos doze meses — iniciou Grace, com uma clareza cristalina e autoridade que deixaram a sala inteira em silêncio absoluto. — Enquanto o conselho fiscal alegava perdas operacionais decorrentes da crise de mercado, um desvio sistemático de quatro milhões de dólares em ativos de infraestrutura de hardware foi sistematicamente drenado para uma conta de fachada pertencente à Apex Logistics Solutions — uma empresa fantasma registrada em Delaware cujo beneficiário final possui ligações diretas com a mesa diretora desta mesma sala. Um murmúrio de horror e pânico ecoou entre os diretores. Arthur Sterling empalideceu a ponto de parecer um cadáver, largando as folhas sobre a mesa como se estivessem pegando fogo. — Isso... isso é um absurdo! Uma calúnia absoluta! — gaguejou Arthur, levantando-se bruscamente, com a voz alterada. — Quem é essa garota?! De onde tiraram essa intriga infundada? Vamos processar a Price International por difamação e... — Sente-se, Arthur, antes que eu decida não ter mais paciência — cortou Thomas, com um tom de voz gélido e perigoso que fez o homem cair de volta na cadeira, tremendo. — As cópias autenticadas deste dossiê, contendo os rastros bancários e as assinaturas digitais dos envolvidos, já estão gravadas em servidores seguros fora daqui. Eu tenho duas opções muito claras para apresentar aos senhores neste exato momento. E vai de vocês... escolher a correta. Thomas inclinou-se para a frente, apoiando as palmas das mãos na mesa. — Opção número um: os senhores assinam agora mesmo, sem ressalvas, a venda imediata da Stark & Moore pelo valor ajustado que eu estipulei, renunciando a qualquer pendência jurídica. Opção número dois: eu encerro esta reunião, pego o meu paletó, saiu daqui agora mesmo e envio este mesmo dossiê digitalizado diretamente para a Comissão de Valores Mobiliários, para o Departamento de Justiça e para a Polícia Federal antes mesmo do almoço. O silêncio que se abateu sobre a sala de reuniões tornou-se ensurdecedor. Os diretores olhavam uns para os outros em busca de uma saída, mas o desespero estampava o rosto de cada um deles. Eles sabiam perfeitamente que as provas eram irrefutáveis. E ir para a cadeia por fraude corporativa de alto nível significaria perder tudo o que haviam acumulado na vida. Arthur Sterling olhou para Thomas, depois direcionou um olhar de ódio profundo e disfarçado para Grace — a mulher que havia desmantelado o esquema de anos em poucas horas de trabalho árduo. Com as mãos visivelmente trêmulas, Arthur puxou a caneta tinteiro do bolso do paletó. — O... Onde... onde devemos assinar? — perguntou Arthur, com a voz esmagada pela derrota. Grace abriu o contrato definitivo na página de termos de transferência e apontou com a ponta da caneta para a linha tracejada, mantendo um sorriso profissional e implacável nos lábios. — Bem aqui, senhor Sterling. Com as iniciais em todas as páginas, por favor. Vinte minutos depois, os contratos assinados e lacrados estavam dentro da maleta de Marcus. A saída da torre da Stark & Moore foi triunfal. Assim que entraram novamente no carro blindado com vidro fumê, Thomas afrouxou levemente a gravata e soltou uma risada baixa, olhando para Grace com um misto de diversão e fascinação indisfarçável. — Você os destruiu em menos de dez minutos, Grace — comentou Thomas, cruzando os braços com um sorriso de canto de boca. — Foi simplesmente brilhante. Os diretores saíram da sala parecendo que tinham visto um fantasma. Grace recostou-se no banco de couro macio do carro, sentindo o cansaço da adrenalina começar a se dissipar, substituído por uma onda colossal de poder. — Eles não viram um fantasma, senhor Price. Viram a realidade batendo à porta — respondeu ela, olhando nos olhos escuros dele sem recuar. — Fraudes sofisticadas costumam ruir quando encontram alguém que não tem medo de olhar nos lugares errados. Thomas a encarou longamente, o olhar queimando com uma intensidade magnética que fez o ar dentro do veículo parecer subitamente rarefeito. Ele estendeu a mão, tocando levemente a ponta dos dedos dela em um gesto rápido, mas carregado de eletricidade. — Você superou todas as minhas expectativas, Grace Scotty Butler. A partir de hoje, você não é apenas a minha assistente pessoal. Você agora é o braço direito da presidência da Price International. Enquanto o carro cortava as ruas de San Francisco de volta à torre principal, Grace sentia que a sua vida finalmente iria começar a mudar significativamente. No entanto, ela mal sabia que, enquanto comemorava o topo do mundo na cobertura de Thomas, a quilômetros dali, o veneno da inveja e do ciúme já começava a fermentar na mente de Anthony — que, inconformado com a partida da esposa e a perda do controle que tinha sobre ela, ele começava a pensar em uma maneira de como iria destruir tudo o que ela acabara de conquistar para tê-la a seu mercê outra vez.Ele as coloca no meio de minhas pernas, perto do tornozelo, e já em seguida, ele me puxa pelos pés quase que para perto da beirada da cama. Depois disso, ele me vira rapidamente de barriga para baixo.Eu, é claro que não questiono o motivo dele fazer isso, pois estou muito curiosa para saber o que ele irá fazer comigo.- Agora eu vou ensina - lá como é que uma SUB deve se comportar e falar com o seu DOM. - diz num tom firme já pegando uma das cintas com o cadarço.Não levando- o tão a serio no que diz, eu olho sobre o ombro para trás e começo a rir.- Ok, meu senhor, vamos lá. - digo num tom provocante - Me ensine então. - dou um riso travesso.Com isso e sem hesitar, ele passa a outra ponta do cadarço por dentro da fivela e o puxa, colocando- a no meu tornozelo como uma tornozeleira. Em seguida, ele amarra o cadarço no pé da cama. Fazendo a mesma coisa com uma outra cinta, no meu outro tornozelo.- Quase lá, docinho.Ele pega mais duas cintas e faz o mesmo nos meus pulsos. Só que des
Mesmo com essas dúvidas, eu coloco meus braços em volta de seu pescoço e acaricio seus cabelos macios e sedosos.— Quer saber de uma coisa, Thomas? — olho- o fixamente — A partir de agora, que se dane tudo e todos, pois a vida é um sopro. E infelizmente eu não tenho ideia nenhuma do que pode acontecer comigo amanhã. — sorrio — Então, hoje, eu fazendo certo ou errado, pecando ou não, me arrependendo ou não, eu vou me esbaldar com você.Isso é o suficiente para ele me pegar em seus braços, me levar até a minha pequena área de serviço e me colocar sentada em cima da máquina de lavar.— Na área de serviço?! — indago curiosa —Sério, Thomas? Shhh.. — Pera, docinho. Você já vai saber o porquê da área de serviço ser a minha escolha.Ele se afasta, vai até a sala e liga o som, mas em uma altura razoável. Colocando para tocar a música ( Unstoppable - Sia ). Em seguida, vai até a geladeira e pega uma lata de milkmaid já aberta. Retornando para mim, com um olhar malicioso e um sorriso travesso
— Não, eu não armei nada para você, Grace. — tenta se explicar — Eu só a livrei de fazer uma burrada enorme lá no bar.— Burrada? — indago afastando- me dele — De que burrada você está falando?— Depois que você bebeu acima do seu limite, você subiu em cima da mesa e começou a dançar como uma stripper de boate. — diz num tom sério — Dizendo até que iria tirar a roupa. Algo inaceitável para mim.Ao ouvir isso, fico cabisbaixa e completamente envergonhada.— Te pedi algumas vezes para você parar com tal loucura, mas você fingia não me escutar. Ignorando - me por completo.— Desculpe! — digo num tom baixo — É que fazia tempo que eu não saia para beber e me divertir um pouco. Acho que foi por isso que exagerei na dose.— É, foi o que eu pensei. Pois nem o Dominic, com aquele jeitinho calmo dele, conseguiu te convencer a descer da mesa. Levando até uma bela de uma bofetada sua.Ao ouvir isso, olho com os olhos arregalados e boquiaberta.— O que? — indago incrédula — Eu bati na cara do Nic?
Tomo coragem e resolvo dizer a ele o motivo de querer muito ver as filmagens da noite passada.— Então senhor, é que ontem à noite eu..— Ah, que bom.. aí está você amiga. — diz num tom alto vindo em minha direção.— Emma?! — olho surpresa — O que você faz aqui?— Como, o que eu faço aqui, Grace?! — diz num tom meio sarcástico — Eu vim até aqui te buscar. Afinal você me enviou uma mensagem a duas horas atrás me pedindo para vir até aqui te pegar, pois você acabou deixando o seu carro no estacionamento do bar ontem a noite. — Eu mandei? — indago pegando o celular dentro da bolsa para ver se eu realmente enviei alguma coisa a ela, pois eu não me lembro de ter feito isso — Tem certeza?— Claro, olha aqui. — pega seu celular e mostra- me a mensagem enquanto eu olho no meu ao mesmo tempo...( Emma, primeiramente bom dia!Amiga, ontem à noite lá no bar, eu acabei conhecendo um cara muito bacana e muito legal. E por ver nossa grande afinidade e muitas coisas em comum, ele me convidou para v
Estou eu mesmo fazendo o pedido do meu almoço no meu restaurante favorito, quando ouço batidas na porta do meu escritório da minha mais nova conquista.— Entre!. — digo num tom brando.— Com licença e desculpa incomoda- lá novamente, senhorita Butler. — abre uma pequena brecha na porta e diz num tom meio reprimido — Mas é que tem alguém aqui fora, insistindo muito para falar com a senhorita. Eu até disse que estamos fechado para o almoço, mas ela..— Tudo bem, Ashley. — sorrio simpaticamente — Deixe- a entrar. — autorizo mesmo sem saber quem é.— Ok, senhorita Butler! — suspira aliviada — Eu vou fazer isso agora mesmo, com licença.Aceno positivamente, ela sai e eu aproveito para finalizar o pedido antes da pessoa entrar em meu escritório.— Quem será e o que quer tanto falar comigo que não pode esperar a hora do almoço passar para eu reabrir a minha galeria de artes? Eu mal termino de indagar a mim mesma e a porta se abre outra vez.— E aí sumida, bora almoçar comida japonesa?! — en
— Grace, você sabe que mesmo agora estando com o senhor Price, você sempre poderá contar comigo, não sabe?Me afasto de seus braços e o olho fixamente enquanto limpo meus olhos discretamente.— Nic, eu e o senhor Price, nos estamos juntos.— Mas ele te chamou de amor. — relembra- me.— Sim, mas foi só para te irritar, para se vingar de você. — Então você está..— Solteira? — completo — Sim! E assim pretendo ficar por um longo tempo agora.— Nossa, só porque eu ia lhe convidar para jantar comigo essa noite.Rio divertidamente.— Nic, por incrível que pareça, esse é o segundo convite que recebo para sair para jantar em menos de meia hora. — Sério? — olha- me surpreso — Será que eu o conheço?! — indaga com um sorriso de canto de boca.— Ahm.. até bem de mais. — Ah, então acho que ele não vai se importar de sairmos para jantar a três. Afinal nós já fizemos isso lá no Quênia, lembra? Pelo modo como ele diz, noto que ele sabe de quem eu estou falando.— Sim, como eu me esqueceria. Aquel







