Inicio / Romance / Humilhada pelo meu chefe. / Se não vai terminar, não começa..

Compartir

Se não vai terminar, não começa..

Autor: Lu Carvalho
last update Fecha de publicación: 2023-02-03 22:17:07

— Oi, amor, como foi a entrevista? - fingi se importar.

Na realidade se importa sim, afinal se eu não trabalhar, as contas acumularam ainda mais.

— Muito bem, tanto que já começo amanhã.

Ele, então, se aproxima, segura em minha cintura e da um selinho em minha boca.

— Olha, aí sim amor, eu sabia que você ia conseguir.

— Obrigada. - digo num tom seco.

Eu olho para a Emma, e ela parece estar com mais raiva do que eu.

— Hoje a noite vamos comemorar, delícia.

Segura no meu cabelo, vira o meu rosto e da outro selinho.

Emma faz uma cara de nojo para mim.

— Tá bom, Anthony. - concordo mesmo sabendo que não tô a fim.

Pego a garrafa de vinho já vazia, me levanto para ir jogar no lixo e levo um tapa inesperado em um lado da minha bunda.

O barulho do tapa ecoa na pequena cozinha.

— É isso aí, essa é a minha garota.

Eu tenho que me segurar para não mandar ele para o inferno enquanto caminho até o lixo perto da porta.

— Ah, e não esqueça de vestir aquela lingerie azul turquesa que amo tanto, hein.

— Claro que não amorzinho. - aperto os dentes de cima nos de baixo, com muita força.

Ele, então, vai até a geladeira, pega uma latinha de cerveja e saí para a rua novamente.

Olhando para a Emma, sei que ela está sentindo o mesmo que eu.

Nojo, asco, raiva, ódio, ...

— Como você consegue suportar esse homem em cima de você, Grace? - indaga — Ele é asqueroso, nojento, repulsivo, repugnante, ...

— Não sei. - suspiro — Talvez seja porque ele é meu marido, e é minha obrigação.

— Desculpa Grace, mas você está totalmente errada. - discorda — Você não é obrigada a transar com um homem que não te sustenta.

— Pode até ser Emma, mas se eu nego a ele, ele começa a me insultar, diz que estou o traindo com alguém, não me deixa dormir.

— Cara, sinceramente, eu não sei se eu conseguiria suportar um homem desse, como você o suporta. - Balança a cabeça negativamente — Um cara folgado, encostado e aproveitador.

Mas uma vez ela está certa nas palavras.

— Sim, mas uma vez você está totalmente coberta de razão, Emma. - concordo — Mas ele não era assim. Ele era tão diferente quando eu o conheci.

Começo a me lembrar da época da faculdade.

— Quando saíamos, ele não deixava eu pagar, nem muito menos rachar a conta com ele. Desgrudar de mim? Só quando cada um tinha que ir para o seu dormitório ou aulas diferentes. - sinto- me decepcionada — E comemoração então? Até uma nota boa nas provas era motivo para comemorar.

— Sim, você disse certo, Grace. Ele era diferente. Hoje não mais. - ela pega as taças e coloca dentro da lava louças — Com o tempo as pessoas mudam, algumas para melhor e outras infelizmente para pior. Que seria o caso dele.

— Sim, realmente foi para pior.

Sento novamente na bancada da ilha e fico batendo meus dedos nela.

A ansiedade parece querer tomar conta do meu corpo.

— Sabe, eu sei que é uma pergunta um pouco íntima demais, mas como é que é na hora h entre vocês dois? - olha- me atentamente.

— Ah, o que eu posso te dizer?. Frio como a Antártida.

— Sério? - me olha incrédula.

— Sim, o duro que sim. - suspiro — Enquanto ele tá lá se satisfazendo, eu fico olhando para o teto, torcendo para que ele acabe logo. São poucas as vezes que sinto tesão, e quando sinto ele não me deixa alcançar o orgasmo.

— Nossa, amiga, eu não fazia ideia que isso estava acontecendo com você.

— É que infelizmente eu não tenho mais vontade, nem desejo nenhum de transar com ele. - digo desanimada — Tudo entre nós esfriou completamente.

— Mas você não sente mais nada por ele, nenhum tipo de afeto?

— Não, em meu coração não há mais respingo nenhum de amor, de paixão, de carinho, ... , nada.

— Então se você não o suporta mais, não sente mais nada por ele, porque você não o manda embora, pede o divórcio e vai viver a sua vida? Afinal essa casa é sua, está no seu nome.

— Sinceramente eu não sei, Emma. - respondo indecisa — Talvez seja porque eu já me acostumei a tê- lo por perto, ou até medo de ficar sozinha, sei lá. - digo enquanto aliso uma mecha do meu cabelo.

— É, pode até ser isso mesmo, Grace. - concorda — Mas ouça e siga um conselho de amiga.

A olho atentamente.

— Tente mudar o seu jeito de pensar, o seu jeito de agir. - aconselha- me — Pare de se apegar tanto nas coisas ou nas pessoas, porque uma coisa que eu aprendi na vida 'é que nada é nosso, tudo é emprestado'.

A Emma tem a mesma idade que eu, mas às vezes ela parece tão mais amadurecida.

— Pode deixar, eu vou.

Ela senta do meu lado e segura na minha mão.

— Grace, você ainda é nova, bonita e interessante. - elogia- me — Com certeza tem muitos homens melhores do que ele por aí. Homens que com certeza a tratariam como uma rainha e não como uma serva, uma criada.

— Eu sei, Emma, eu sei.

Coloco os dois cotovelos em cima da ilha e apoia a minha cabeça em minhas mãos.

— Se você sabe mesmo, então, acorda Grace. Pare de deixar ele fazer de você, o que ele bem quer. - diz num tom firme — Mostra para ele, que é ele quem precisa de você e não você dele.

Talvez se eu seguisse todos os conselhos que a Emma já me deu, minha vida não estaria como está hoje.

— Pode deixar, desta vez eu vou fazer de tudo para seguir o seu conselho.

— Assim espero, Grace. Porque a única coisa que eu quero, é que você seja feliz como você realmente merece.

A olho com ternura e sorriu para ela.

— Obrigada. - agradeço de coração.

Ficamos em silêncio por alguns segundos.

— Bom, agora deixa eu ir. - pega sua bolsa ao lado da minha — Eu preciso descansar para o meu turno da noite na boate.

Emma é dançarina na boate *Flor da noite*.

Não que seja um serviço que ela se orgulhe, mas é o que a ajuda pagar as suas contas.

— Ok, vai lá, e obrigada por tudo viu.

— Não precisa me agradecer, Grace. - diz com humildade — Você é muito mais que uma amiga. Você sabe disso.

— Idem.

Ela me abraça apertado e vai embora.

— A Emma é realmente a melhor pessoa que Deus poderia ter colocado em meu caminho. - digo com sinceridade — Igual a ela não há.

Depois que a Emma se vai, eu começo a fazer tudo que preciso fazer em casa.

Deixar tudo organizado, já que não sei como irei voltar do meu primeiro dia de trabalho.

Após isso, vou para o banheiro tomar um longo banho antes de me deitar para descansar para o dia seguinte.

— Ué, o Anthony ainda não chegou?!

Olho para o relógio e vejo que já são quase 00:00.

— Quer saber, eu vou me deitar e dormir, afinal tenho que acordar cedo amanhã.

Me deito e em poucos minutos adormeço.

— Oh, gataaaaa.

Acordo com a voz arrastada do Anthony me chamando, mas sem abrir meus olhos.

— Vamos brincar de papai e mamãe, gostosa.

Estou com tanto sono que o ignoro.

— Gata, eu quero.

Segura no shorts do meu pijama e o puxa para baixo, fazendo- me abrir os olhos.

— Anthony por favor, hoje não. - suplico — Você sabe que amanhã tenho que me levantar cedo para trabalhar. Então me deixa descansar, por favor.

Ele fingi não me escutar, ficando de pé nos pés da cama e tirando toda a sua roupa.

— Agora vamos comemorar o seu novo emprego, gata.

Engatinha por cima de mim até ficarmos cara a cara, e com isso, sinto um cheiro forte de álcool no hálito dele.

— Você está completamente bêbado, Anthony. - viro o rosto não aguentando o hálito forte de bebida.

— Tô sim, mas ainda consigo trepar com a minha mulher. - diz colocando seu p**** um pouco mole e um pouco duro, no meio das minhas pernas.

A minha vontade é de empurra- lo de cima de mim, mas se eu fizer isso, teremos uma discussão muito feia, por conta de eu me negar a transar com ele.

Às vezes até rola agressão física.

Então por conta disso, eu prefiro deixar rolar.

— Quero deixar essa sua b******** satisfeita. - diz segurando- o na mão e esfregando na minha entrada.

Sinto nojo, asco, quando ele encosta em mim.

— Hoje vou te fude a noite inteira, amor.

Morde meu pescoço enquanto seu p**** é colocado para dentro de mim.

Eu fecho os meus olhos e tento não pensar em nada, mas não tem como. A cena dele comendo outra mulher em nosso quarto, em nossa cama, vem rapidamente a tona.

Começo a torcer para que acabe logo.

.." Senhor, por favor, faça o gozar logo e sair de cima de mim.

Uma de suas mãos segura forte em meu queixo, virando o meu rosto e me beijando bruscamente.

Tento ao máximo não retribuir, mas ele persiste até eu me dar por vencida e beija- ló também.

Não sei se é por ele estar embriagado ou não, mas suas investidas são rápidas e fortes. Tanto que chego a sentir uma pequena dor por dentro.

— Por favor, pare Anthony. - afasto de sua boca e suplico novamente —  Você está me machucando.

Súplicas que são em vão.

Ele desisti da minha boca, levanta a blusa do meu pijama e cai de boca em meu seio esquerdo.

Serpenteando o meu mamilo com a ponta da língua, chupando- o, sugando- o e roçando seus dentes nele. Fazendo o tesão surgir em mim, afinal faz alguns meses que não transamos.

Mas eu não demonstro, segurando- me ao máximo

— Pare de se fazer de difícil, gata, e entregue- se a mim.

Ignoro suas palavras.

Com isso, ele tira seu p**** de dentro de mim e desci, parando em minha v*****.

— Agora vamos ver o quanto você aguenta se segurar, docinho. - olha- me maliciosamente antes de cair de boca nela.

Lambendo, chupando, serpenteando sua língua em meu clitóris e sugando os beiços da minha v***** com vontade.

Demora um pouco, mas eu começo a sentir um enorme prazer, enquanto minha v***** lateja insistentemente. Fazendo- me agarrar os lados do travesseiro com as mãos e apertar fortemente, enquanto retraío os dedos dos pés.

.." Ooh.. Anthony, ooh.. isso.. assim.. ooh.. - mordo meu lábio segurando um gemido.

Uma sugada forte e eu arqueio minha costa.

.." Ooh.. - suspiro várias vezes.

Sabendo onde é o meu ponto 'G', ele não mede esforços para tirar um gemido meu.

Serpentea com a ponta da língua rapidamente, seguido de lambidas e sugadas famintas.

— Ooh.. Anthony, Ooh.. não pare, não pare.

Estou quase gozando quando ele se afasta e volta para cima de mim.

Penetrando- me novamente enquanto me beija.

Investidas rápidas e fortes, que me fazem voltar a sentir tesão.

.." Agora eu gozo, só mais algumas estocadas dessa e eu atinjo o orgasmo.

Uma vontade louca que não se cumpre, pois mal termino a frase em meu pensamento e sinto seu esperma sendo liberado dentro de mim.

Deixando- me insatisfeita e frustada.

— Gozou amor? - pergunta deitando- se ao lado.

— Sim, claro. - minto para ele enquanto me levanto e vou ao banheiro me limpar.

Encho a banheira e entro dentro.

." Mais uma vez sou deixada a ver navios.

Fico deitada e pensando em como ele não se importa comigo e com as minhas necessidades.

.." Como ele não percebeu que eu não gozei?!

Ainda sinto- me muito excitada e com minha v***** latejando insistentemente.

.." A única forma de diminuir isso é eu me masturbando.

Coloco minha mão direita dentro da água, levo até a minha entrada e me penetro com dois dedo.

Com receio de ser pega pelo Anthony, faço movimentos de ir e vir rapidamente.

Sempre me masturbei pensando em atores famosos, como por exemplo: Jamie Dornan, Dominic Sherwood, Ian Somerhalder, ... mas hoje não, hoje estou com a imagem do meu novo CEO 'Thomas Mueller Price' em meus pensamentos.

Fecho meus olhos e começo a me lembrar dele todo peladinho.

Daquele p**** enorme e grosso, daquele corpo todo tonificado, daquela boca carnuda e olhos penetrantes.

Me imagino dentro do escritório dele, sendo colocada de costa por ele sobre a mesa dele, 

minha calcinha sendo tirada lentamente, sua mão deslizando pela minha perna até seus dedos encontrar a entrada da perdição, em seguida penetrando- me com um único dedo até me deixar pronta para recebe- ló.

Movimentos de por e tirar, que me fazem suspirar, tanto na imaginação como na vida real.

— Ooh.. senhor Price. - gemo baixinho.

Já toda molhadinha, ele tira seu dedo, substituindo por seu delicioso membro já ereto.

Penetrando- me profundamente enquanto sussurra em meu ouvido.

"- Vou te fazer implorar por clemência, senhorita Grace.

Meus dedos ganham mais velocidade e minha imaginação vai mais além.

Deito- me sobre a mesa dele e empino mais a bunda, dando- lhe mais acesso a ela.

Entendendo o meu recado, ele enfia um dedo em meu traseiro enquanto seu p**** se sacia com a minha b*****.

— Ooh.. - mordo o cumprimento do meu dedo para que o gemido saia abafado.

Estocadas fortes e rápidas. Fudendo- me de duas maneiras.

"- Rebola no meu p** Grace, rebola.

Faço na imaginação, assim como faço na vida real.

Rebolo no p**** dele, ao mesmo tempo que rebolo em minha mão, enquanto suas investidas em mim são cada vez melhor.

.." Mesmo sabendo que é só minha imaginação, sinto como se ele estivesse aqui comigo de verdade.

Me fudendo selvagemente.

Começo a estigar meu mamilo esquerdo, com minha mão esquerda, enquanto meus dedos fazem o trabalho em minha v*****.

Fudendo- a com dois de meus dedos, cada vez mais rápido.

— Ooh.. deus. - não conseguindo segurar mais, gemo alto.

Meu corpo me mostra que estou bem perto, fazendo- me masturbar mais rapidamente.

Minha bunda, então, se contrai e meu corpo sofre espasmos enquanto gozo dentro da banheira.

— Aah.. - suspiro profundamente satisfeita.

Dou uma pausa para recuperar o fôlego, lavo- me, saiu da banheira, me enxugo e saiu do banheiro.

Olho para a cama e vejo o Anthony roncando como um trator.

.." Ufa.. que bom que ele não ouviu nada.

Visto meu pijama de novo, deito- me ao seu lado e em minutos pego no sono.

Continúa leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la App

Último capítulo

  • Humilhada pelo meu chefe.   Agora vai!

    Ele as coloca no meio de minhas pernas, perto do tornozelo, e já em seguida, ele me puxa pelos pés quase que para perto da beirada da cama. Depois disso, ele me vira rapidamente de barriga para baixo.Eu, é claro que não questiono o motivo dele fazer isso, pois estou muito curiosa para saber o que ele irá fazer comigo.- Agora eu vou ensina - lá como é que uma SUB deve se comportar e falar com o seu DOM. - diz num tom firme já pegando uma das cintas com o cadarço.Não levando- o tão a serio no que diz, eu olho sobre o ombro para trás e começo a rir.- Ok, meu senhor, vamos lá. - digo num tom provocante - Me ensine então. - dou um riso travesso.Com isso e sem hesitar, ele passa a outra ponta do cadarço por dentro da fivela e o puxa, colocando- a no meu tornozelo como uma tornozeleira. Em seguida, ele amarra o cadarço no pé da cama. Fazendo a mesma coisa com uma outra cinta, no meu outro tornozelo.- Quase lá, docinho.Ele pega mais duas cintas e faz o mesmo nos meus pulsos. Só que des

  • Humilhada pelo meu chefe.   Louca ousadia minha?!

    Mesmo com essas dúvidas, eu coloco meus braços em volta de seu pescoço e acaricio seus cabelos macios e sedosos.— Quer saber de uma coisa, Thomas? — olho- o fixamente — A partir de agora, que se dane tudo e todos, pois a vida é um sopro. E infelizmente eu não tenho ideia nenhuma do que pode acontecer comigo amanhã. — sorrio — Então, hoje, eu fazendo certo ou errado, pecando ou não, me arrependendo ou não, eu vou me esbaldar com você.Isso é o suficiente para ele me pegar em seus braços, me levar até a minha pequena área de serviço e me colocar sentada em cima da máquina de lavar.— Na área de serviço?! — indago curiosa —Sério, Thomas? Shhh.. — Pera, docinho. Você já vai saber o porquê da área de serviço ser a minha escolha.Ele se afasta, vai até a sala e liga o som, mas em uma altura razoável. Colocando para tocar a música ( Unstoppable - Sia ). Em seguida, vai até a geladeira e pega uma lata de milkmaid já aberta. Retornando para mim, com um olhar malicioso e um sorriso travesso

  • Humilhada pelo meu chefe.   Pratos na mesa.

    — Não, eu não armei nada para você, Grace. — tenta se explicar — Eu só a livrei de fazer uma burrada enorme lá no bar.— Burrada? — indago afastando- me dele — De que burrada você está falando?— Depois que você bebeu acima do seu limite, você subiu em cima da mesa e começou a dançar como uma stripper de boate. — diz num tom sério — Dizendo até que iria tirar a roupa. Algo inaceitável para mim.Ao ouvir isso, fico cabisbaixa e completamente envergonhada.— Te pedi algumas vezes para você parar com tal loucura, mas você fingia não me escutar. Ignorando - me por completo.— Desculpe! — digo num tom baixo — É que fazia tempo que eu não saia para beber e me divertir um pouco. Acho que foi por isso que exagerei na dose.— É, foi o que eu pensei. Pois nem o Dominic, com aquele jeitinho calmo dele, conseguiu te convencer a descer da mesa. Levando até uma bela de uma bofetada sua.Ao ouvir isso, olho com os olhos arregalados e boquiaberta.— O que? — indago incrédula — Eu bati na cara do Nic?

  • Humilhada pelo meu chefe.   Armação?

    Tomo coragem e resolvo dizer a ele o motivo de querer muito ver as filmagens da noite passada.— Então senhor, é que ontem à noite eu..— Ah, que bom.. aí está você amiga. — diz num tom alto vindo em minha direção.— Emma?! — olho surpresa — O que você faz aqui?— Como, o que eu faço aqui, Grace?! — diz num tom meio sarcástico — Eu vim até aqui te buscar. Afinal você me enviou uma mensagem a duas horas atrás me pedindo para vir até aqui te pegar, pois você acabou deixando o seu carro no estacionamento do bar ontem a noite. — Eu mandei? — indago pegando o celular dentro da bolsa para ver se eu realmente enviei alguma coisa a ela, pois eu não me lembro de ter feito isso — Tem certeza?— Claro, olha aqui. — pega seu celular e mostra- me a mensagem enquanto eu olho no meu ao mesmo tempo...( Emma, primeiramente bom dia!Amiga, ontem à noite lá no bar, eu acabei conhecendo um cara muito bacana e muito legal. E por ver nossa grande afinidade e muitas coisas em comum, ele me convidou para v

  • Humilhada pelo meu chefe.   Depois de dois anos, ainda faço burrada!

    Estou eu mesmo fazendo o pedido do meu almoço no meu restaurante favorito, quando ouço batidas na porta do meu escritório da minha mais nova conquista.— Entre!. — digo num tom brando.— Com licença e desculpa incomoda- lá novamente, senhorita Butler. — abre uma pequena brecha na porta e diz num tom meio reprimido — Mas é que tem alguém aqui fora, insistindo muito para falar com a senhorita. Eu até disse que estamos fechado para o almoço, mas ela..— Tudo bem, Ashley. — sorrio simpaticamente — Deixe- a entrar. — autorizo mesmo sem saber quem é.— Ok, senhorita Butler! — suspira aliviada — Eu vou fazer isso agora mesmo, com licença.Aceno positivamente, ela sai e eu aproveito para finalizar o pedido antes da pessoa entrar em meu escritório.— Quem será e o que quer tanto falar comigo que não pode esperar a hora do almoço passar para eu reabrir a minha galeria de artes? Eu mal termino de indagar a mim mesma e a porta se abre outra vez.— E aí sumida, bora almoçar comida japonesa?! — en

  • Humilhada pelo meu chefe.   Vamos dar tempo ao tempo rapazes.

    — Grace, você sabe que mesmo agora estando com o senhor Price, você sempre poderá contar comigo, não sabe?Me afasto de seus braços e o olho fixamente enquanto limpo meus olhos discretamente.— Nic, eu e o senhor Price, nos estamos juntos.— Mas ele te chamou de amor. — relembra- me.— Sim, mas foi só para te irritar, para se vingar de você. — Então você está..— Solteira? — completo — Sim! E assim pretendo ficar por um longo tempo agora.— Nossa, só porque eu ia lhe convidar para jantar comigo essa noite.Rio divertidamente.— Nic, por incrível que pareça, esse é o segundo convite que recebo para sair para jantar em menos de meia hora. — Sério? — olha- me surpreso — Será que eu o conheço?! — indaga com um sorriso de canto de boca.— Ahm.. até bem de mais. — Ah, então acho que ele não vai se importar de sairmos para jantar a três. Afinal nós já fizemos isso lá no Quênia, lembra? Pelo modo como ele diz, noto que ele sabe de quem eu estou falando.— Sim, como eu me esqueceria. Aquel

Más capítulos
Explora y lee buenas novelas gratis
Acceso gratuito a una gran cantidad de buenas novelas en la app GoodNovel. Descarga los libros que te gusten y léelos donde y cuando quieras.
Lee libros gratis en la app
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status