Marked By Betrayal

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last updateLast Updated : 2026-03-20
By:  Amaryllis RavennCompleted
Language: English
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They say the happiest moment in a Lycan's life is meeting their fated mate. But what if you reject your fated mate to be with your chosen one, only to realize you made a mistake as your chosen mate betrays you? That's the dilemma Elara found herself in. After discovering she was pregnant with the child of her boyfriend and chosen mate, Elijah Reed, he rejected her and chose her step-sister, Fiona Arundel, instead. Little did Elara know, this was all a plot orchestrated by her step-sister and step-mother. They wanted to secure Elijah, the Alpha of their Forestheart pack. Since her mother's death and her father's absence, Elara had been slowly poisoned by her stepmother, leading to a miscarriage and her impending end. In her final breath, she uncovered the truth about her child's death and her stepmom's entire plan. "Even in your last breath, Elara, you remain naive. Too kind, just like your mother. That's why you'll die now without a fight." Fernanda smiled at her, covering Elara's face with a pillow. Helpless and unable to move her body, Elara had no chance. In her last breath, she vowed to seek revenge, to make those who tormented and belittled her pay. And as she opened her eyes, she found herself back in the past, a year before her death. There, she reencounters her rejected fated mate, Damian Raven Ashford, the man she would use to achieve her revenge. "Mark me and I will give you my body and my whole life. In exchange, help me seek revenge against those who have oppressed me." Elara saw the mischievous smile on Damian's lips. "If that's the case, start by making me happy using your body." They marked their alliance. a bond that would draw them closer to each other.

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Chapter 1

CHAPTER: 01 I Must Reject You As My Fated Mate.

Eu acreditava que me casar com Carlos tinha sido a maior sorte da minha vida. Por ele, cheguei até a abrir mão da oportunidade de estudar no exterior.

Ele era gentil e atencioso. Durante a gravidez, não me deixava sequer calçar as próprias meias. Até que, na 35ª semana de gestação, fui procurá-lo radiante de felicidade, levando nas mãos o resultado do meu pré-natal.

Mas, do lado de fora do escritório, ouvi Paulo Ferreira, seu amigo de infância, provocá-lo:

— Carlos, a Luana vai voltar para o país. Você ainda pretende continuar ao lado daquela mulher que só serve para te dar filhos?

Ele respondeu com indiferença:

— Vou continuar fingindo até ela dar à luz. Depois, termino tudo.

Paulo soltou um assobio:

— Você é mesmo incrível, Carlos. Aguentou até agora. No nosso círculo, ninguém conseguiu sustentar essa encenação por mais da metade da gravidez.

Carlos soltou uma risada desdenhosa:

— Desse jeito, não tem risco nenhum. Eu jamais deixaria a Luana passar por esse sofrimento.

Não entrei para confrontá-lo. Apenas me virei em silêncio e comecei a preparar os documentos para estudar no exterior.

Continuei parada do lado de fora do escritório, ainda apertando na mão a ultrassonografia que tinha acabado de imprimir.

O contorno do bebê aparecia com nitidez: mãozinhas pequenas, pezinhos minúsculos, como uma sementinha que acabava de brotar.

"Luca." Esse era o nome que Carlos havia escolhido para o bebê. Ele dizia que queria que nosso filho crescesse feliz, cercado de amor.

Naquele momento, porém, o nome, carregado de tantos bons desejos, pareceu insuportavelmente cruel aos meus olhos.

Apertei o papel com tanta força que minhas unhas rasgaram o nome "Luca", escrito à mão.

Que ironia. Quando deu um nome ao nosso filho, era em outra mulher que ele estava pensando.

Meu estômago se revirou de repente, e um gosto ácido e amargo subiu pela garganta. Por instinto, corri para o banheiro ao lado.

Diante da pia, curvei o corpo e tive algumas ânsias, mas não consegui vomitar nada.

Meu olhar caiu sobre a ultrassonografia, que eu já havia amassado até virar uma bola, e senti como se uma mão apertasse meu coração com violência.

O contorno do bebê continuava nítido. Mas, naquele instante, aquelas mãozinhas e aqueles pezinhos pareciam lâminas se cravando profundamente no meu peito.

Então era isso que eu representava aos olhos de Carlos: apenas "uma mulher que só servia para lhe dar filhos".

De repente, ouvi passos apressados atrás de mim.

A mão de Carlos pousou nas minhas costas, e o aroma de menta misturado ao cheiro de cigarro invadiu minhas narinas.

— Você está vomitando de novo? — A voz dele ficou tensa enquanto sua palma quente acariciava de leve minhas costas. — Pedi para Helena preparar alguma coisa nutritiva. Daqui a pouco...

Me afastei bruscamente do toque dele. O movimento foi tão repentino que sua mão ficou suspensa no ar.

— O Luca aprontou com você de novo hoje?

Ele se agachou e afastou do meu rosto os fios de cabelo grudados de suor na testa. No instante em que seus dedos tocaram o lóbulo da minha orelha, um tremor percorreu meu corpo inteiro.

Antes, o calor das mãos dele me trazia segurança. Agora, só me fazia pensar na língua bifurcada de uma serpente venenosa.

— Não toque em mim. — Murmurei, com a voz rouca, o empurrando para longe.

Carlos pareceu surpreso por um instante, mas logo abriu um sorriso resignado:

— São os hormônios da gravidez mexendo com o seu humor? Vou buscar um copo de água morna para você.

Não respondi. Apenas mantive os olhos fixos na tatuagem sobre a clavícula dele: "Só LG".

Ele a havia feito no dia em que confirmamos minha gravidez.

Quando perguntei o que significava, Carlos me explicou:

— L e G são as iniciais dos nossos sobrenomes. Só vou amar você nesta vida.

Só então eu entendi.

LG significava Luana Gomes.

— Abra a boca.

Ele aproximou o copo de água morna, encostando a borda nos meus lábios.

A luz do sol entrava oblíqua pela janela, alongando a sombra de seus cílios. Toda aquela ternura parecia uma armadilha cuidadosamente calculada.

De repente, o celular de Carlos tocou. Ele olhou para a tela e franziu a testa quase imperceptivelmente.

— Atenda. — Falei em voz baixa. — Pode ser alguma coisa da empresa.

Ele hesitou por um segundo antes de caminhar até a janela e atender.

— Certo... Entendi... Estou indo para aí agora mesmo. — Depois de desligar, se virou para mim, a sua expressão estava tomada pela doçura. — Amor, surgiu uma reunião urgente na empresa. Vou pedir para Helena cuidar de você.

Olhei para a tatuagem em sua clavícula e, de repente, sorri:

— Está bem.

Assim que ele saiu, ouvi uma voz abafada vindo do fim do corredor.

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