Mag-log inCapítulo 4
Matteo Cole A porta do quarto se fechou atrás de nós com um clique suave. Natasha ficou parada no meio do espaço amplo, a luz baixa da cidade entrando pelas cortinas semiabertas. A blusa preta marcava cada curva, o decote profundo revelando o começo da tatuagem no peito. Eu tirei o paletó sem tirar os olhos dela e joguei sobre a poltrona. — Vem cá — eu disse, a voz mais baixa do que o normal. Ela veio ainda receosa. Os saltos dela ecoaram no chão de madeira até parar na minha frente. Eu passei os polegares pelas laterais do rosto dela, sentindo a pele quente, e desci a boca até a dela. O beijo começou lento, mas em segundos se transformou em algo faminto. Natasha abriu os lábios para mim, a língua quente e doce do coquetel. Eu puxei o corpo dela contra o meu e senti os seios macios pressionarem o peito. As mãos dela subiram pelo meu peito, desfazendo os botões da camisa social com pressa. Quando a peça caiu no chão, ela passou as palmas pelas minhas costas nuas e soltou um suspiro baixo contra minha boca. Eu desci as mãos até a bunda generosa, apertando com força. O tecido da calça esticou sob meus dedos. Natasha arqueou as costas, empurrando o quadril contra a minha ereção já dura. — Matteo… O jeito como ela disse meu nome me fez perder a paciência. Virei ela de costas para mim e puxei o zíper da calça. O tecido deslizou pelas coxas largas e caiu no chão. A calcinha preta contrastava com a pele branca. Eu me ajoelhei atrás dela, beijei a curva da bunda e puxei o tecido para o lado. A umidade dela já brilhava. Passei a língua devagar, de baixo para cima, e ela tremeu, apoiando as mãos na parede. — Porra… — ela gemeu. Eu chupei mais forte, segurando as coxas dela para manter o equilíbrio. O gosto dela me deixou ainda mais duro. Quando senti as pernas dela fraquejarem, me levantei, desfiz o sutiã e virei-a de frente novamente. Os seios pesados caíram livres. Inclinei a cabeça e chupei um mamilo, depois o outro, sentindo-os endurecerem na minha língua enquanto ela puxava meu cabelo. Guiei-a até a cama. Natasha deitou de costas, as pernas se abrindo naturalmente para mim. Eu tirei o resto da roupa, coloquei uma camisinha e me posicionei entre as coxas dela. A cabeça do meu pau escorregou entre as dobras molhadas. Empurrei devagar, sentindo cada centímetro ser engolido pelo calor apertado. Natasha arqueou as costas, soltando um gemido longo. Eu enterrei até o fundo e fiquei parado, respirando contra o pescoço dela, sentindo as paredes internas pularem ao redor de mim. — Me fode — ela pediu, a voz rouca. Eu comecei a me mover. As estocadas começaram profundas e controladas. O som da pele batendo na pele encheu o quarto. Eu segurei uma coxa dela, abri mais e enfiei com mais força. Os seios balançavam a cada investida. Natasha cravou as unhas nas minhas costas e gemeu meu nome como se estivesse pedindo socorro. — Mais fundo… assim… Obedeci. Aumentei o ritmo. O calor dela me envolvia por completo. Eu desci a mão entre os corpos e esfreguei o clitóris dela com o polegar, no mesmo ritmo das estocadas. O corpo dela tremeu. As pernas apertaram minha cintura. O orgasmo veio forte: ela gritou, as paredes internas apertaram meu pau com força, e eu senti cada contração. Não aguentei. Enterrei fundo uma última vez e gozei com um gemido gutural, o corpo inteiro tenso contra o dela. Por longos segundos só conseguimos respirar. Eu me afastei com cuidado, descartei a camisinha e deitei ao lado dela. Natasha estava com os olhos fechados, o peito subindo e descendo rápido, o cabelo bagunçado espalhado no travesseiro. Passei o polegar pelo lábio inferior dela, ainda úmido do beijo. Ela abriu os olhos e me olhou. Havia algo naquele olhar,uma mistura de prazer e vulnerabilidade, que eu não estava acostumado a ver depois de uma noite dessas. Passei a mão pela curva da cintura dela, sentindo a pele quente e macia. — Ainda não terminei com você — murmurei. O canto da boca dela se ergueu num sorriso lento e satisfeito. — Então prova. Natasha ainda estava ofegante quando eu deslizei a mão pela curva da cintura dela. A pele quente, o cheiro de sexo no ar, os seios pesados subindo e descendo com a respiração acelerada. Eu estava prestes a puxá-la de novo para baixo de mim quando ela abriu os olhos e me encarou com um brilho diferente. — Senta — ela ordenou, a voz rouca, mas firme. Eu ergui uma sobrancelha, surpreso. — O quê? Ela se ergueu sobre os cotovelos, o cabelo bagunçado caindo sobre um ombro, os mamilos ainda duros e marcados pelos meus dentes. — Senta na beira da cama. Agora. O tom de comando me pegou de surpresa. A maioria das mulheres que eu levava para a cama esperava que eu guiasse tudo. Natasha, aparentemente, tinha outras ideias. E o fato de ela estar mandando em mim me deixou ainda mais duro do que eu já estava. Obedeci. Sentei na beira da cama, as pernas abertas, a ereção já latejando de novo contra a barriga. Natasha se ajoelhou entre minhas coxas, passou a língua devagar pela extensão do meu pau e depois subiu no meu colo, ajoelhando-se sobre mim. As coxas largas e macias se abriram ao meu redor. Ela segurou a base do meu pau com uma mão e desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro até eu estar completamente enterrado nela. O calor apertado me arrancou um gemido gutural. — Porra, Natasha… Ela sorriu, satisfeita com a reação, e começou a se mover. No começo foi lento. Quadris rolando em círculos profundos, os seios balançando na minha cara. Eu segurei a bunda generosa com as duas mãos, apertando forte o suficiente para deixar marcas, e ajudei no movimento. Mas logo ela tomou o controle total. As coxas dela trabalhavam com força, subindo e descendo num ritmo cada vez mais rápido e desesperado. O som molhado da nossa pele se encontrando encheu o quarto. Eu chupei um mamilo com força e ela jogou a cabeça para trás, gemendo alto. — Isso… fica assim — ela ofegou. — Me deixa te foder. Eu nunca tinha ouvido uma mulher falar daquele jeito comigo. E nunca tinha ficado tão excitado. As unhas dela cravaram nos meus ombros. O ritmo ficou brutal. Cada vez que ela descia, eu batia fundo, acertando o ponto que fazia as paredes internas dela apertarem ao redor do meu pau. Eu sentia cada contração, cada tremor. O suor escorria entre os seios dela. O cheiro de sexo estava por toda parte. — Você está tão apertada… — eu grunhi, a voz quase irreconhecível. — Continua. Não para. Natasha acelerou ainda mais. O rosto dela estava vermelho, os lábios abertos, os olhos semicerrados de prazer. Eu desci a mão entre os corpos e esfreguei o clitóris dela com o polegar, no mesmo ritmo das descidas. O corpo dela tremeu violentamente. — Matteo… eu vou… — Goza. Agora. Ela gritou. O orgasmo a atingiu com força. As paredes internas apertaram meu pau em contrações ritmadas e quentes, e eu quase gozei junto só de sentir. Mas me contive. Queria mais. Antes que ela pudesse recuperar o fôlego, eu a levantei pela cintura, virei-a de quatro na cama e a puxei para a beira. A bunda redonda e generosa ficou exposta para mim. Eu abri as nádegas com as mãos e empurrei o pau de uma vez só, até o fundo. Natasha gritou no travesseiro. — Porra… mais fundo! Eu agarrei o cabelo dela com uma mão, puxando a cabeça para trás, e comecei a foder com força. As estocadas eram profundas, secas, possessivas. A cada investida a bunda dela tremia. O som da minha pele batendo contra a dela era obsceno e perfeito. Eu desci a outra mão e dei um tapa forte na nádega direita. O gemido que ela soltou me fez perder o pouco de controle que ainda restava. — Você gosta disso? — eu perguntei, a voz rouca, quase um rosnado. — Sim… — ela ofegou. — Não para. Me fode mais forte. Eu obedeci. Aumentei o ritmo até o limite. A cama batia contra a parede. Natasha empurrava o quadril para trás, encontrando cada estocada, gemendo meu nome como se estivesse pedindo socorro. Eu sentia o prazer subindo rápido demais. O aperto dela era viciante. O jeito como ela se entregava sem nenhum arrependimento, sem nenhuma vergonha, me deixava louco. — Vou gozar — eu avisei, a voz quebrada. — Dentro… — ela pediu. — Quero sentir. Aquela frase me destruiu. Enterrei fundo uma última vez e gozei com um gemido quase animal, o corpo inteiro tenso, descarregando tudo dentro dela enquanto as paredes internas ainda pulsavam ao redor do meu pau. Por longos segundos só conseguimos respirar. Eu me afastei com cuidado e caí ao lado dela na cama. Natasha virou o rosto para mim, o cabelo grudado na testa suada, os lábios inchados, as bochechas vermelhas. Havia um sorriso lento e satisfeito no canto da boca dela. — Ainda quer ir embora pela manhã? — ela perguntou, a voz rouca de tanto gemer. Eu passei o polegar pelo lábio inferior dela, ainda úmido. — Não. A resposta saiu antes mesmo que eu pensasse. E, pela primeira vez em anos, eu não estava mentindo.Capítulo 7 Matteo Cole O último andar da Cole Empresas de Tecnologia era o meu território. As paredes de vidro ofereciam uma vista privilegiada de Londres, enquanto os móveis escuros, os detalhes em metal e a iluminação discreta davam à minha sala um ar sofisticado. Atrás da minha mesa de madeira maciça, uma estante exibia alguns prêmios da empresa, e uma pequena sala de reuniões separada por portas de vidro ocupava o lado oposto do ambiente. Tudo estava exatamente como eu gostava: organizado, silencioso e sob controle. Ou quase tudo. — Quantas candidatas ainda faltam? — perguntei, sem tirar os olhos do currículo que estava sobre a mesa. Minha secretária, Victoria, consultou o tablet. — Mais duas, senhor Cole. A última está aguardando na recepção. Soltei um suspiro impaciente e larguei a caneta. Aquela manhã estava sendo um verdadeiro teste de resistência. Eu precisava de uma assistente pessoal competente, discreta e capaz de lidar com a minha agenda sem transformar cada co
Capítulo 6 Natasha Torres O céu de Londres começava a clarear quando cheguei ao apartamento de Camila. Meus pés doíam dentro dos sapatos, meu cabelo estava uma bagunça e eu sentia o corpo inteiro reclamar depois de uma noite que, definitivamente, não estava nos meus planos. Ainda assim, havia um sorriso insistente nos meus lábios, daqueles que a gente tenta esconder, mas que teimam em aparecer a cada lembrança. A noite anterior tinha sido uma loucura. Uma loucura deliciosa, diga-se de passagem. Girei a chave na fechadura com o máximo de cuidado, segurando a respiração quando a porta rangeu baixinho. A última coisa que eu queria era acordar Camila naquele horário e ter que responder a um interrogatório antes mesmo de tomar um banho. Entrei na ponta dos pés, tirei os sapatos e os segurei pelas tiras. O apartamento estava silencioso, iluminado apenas pela claridade azulada que atravessava as cortinas da sala. Dei um suspiro aliviado. — Finalmente em casa... — Ah, então
Capítulo 5 Matteo Cole Natasha adormeceu primeiro.O corpo dela estava quente e pesado contra o meu, uma perna jogada sobre a minha coxa, o rosto enterrado no meu peito. A respiração lenta e regular fazia o seio direito subir e descer num ritmo hipnótico. O cabelo bagunçado cobria parte do ombro dela, sentir o cheiro de sexo, perfume e suor misturados na nossa pele. Eu fiquei parado por longos minutos, só olhando. Nunca tinha ficado tanto tempo depois de transar com uma mulher. Normalmente eu já estaria no banheiro, vestindo a camisa, calculando quanto tempo levaria para chegar em casa sem parecer rude. Mas ali, com o calor dela colado em mim, eu não conseguia me mexer. A noite tinha sido… diferente. Eu fechei os olhos e revivei cada segundo. O jeito como ela montou em mim, mandando eu sentar. O gemido rouco quando eu a virei de quatro. A forma como ela pediu para eu gozar dentro. Nenhuma das modelos que eu tinha levado para a cama, mulheres magras, perfeitas, treinadas para agr
Capítulo 4 Matteo Cole A porta do quarto se fechou atrás de nós com um clique suave. Natasha ficou parada no meio do espaço amplo, a luz baixa da cidade entrando pelas cortinas semiabertas. A blusa preta marcava cada curva, o decote profundo revelando o começo da tatuagem no peito. Eu tirei o paletó sem tirar os olhos dela e joguei sobre a poltrona. — Vem cá — eu disse, a voz mais baixa do que o normal. Ela veio ainda receosa. Os saltos dela ecoaram no chão de madeira até parar na minha frente. Eu passei os polegares pelas laterais do rosto dela, sentindo a pele quente, e desci a boca até a dela. O beijo começou lento, mas em segundos se transformou em algo faminto. Natasha abriu os lábios para mim, a língua quente e doce do coquetel. Eu puxei o corpo dela contra o meu e senti os seios macios pressionarem o peito. As mãos dela subiram pelo meu peito, desfazendo os botões da camisa social com pressa. Quando a peça caiu no chão, ela passou as palmas pelas minhas costas nuas e sol
Capítulo 3 Matteo Cole Eu nunca precisei me esforçar muito para conseguir a atenção de uma mulher. Bastava entrar em um restaurante, atravessar o salão de uma festa ou me sentar em um bar para perceber os olhares acompanhando meus movimentos. Algumas mulheres sorriam descaradamente. Outras inventavam desculpas para passar perto da minha mesa. Havia aquelas que fingiam não me reconhecer, embora seus olhos entregassem a curiosidade. Eu conhecia aquele jogo. E, para ser sincero, gostava de jogá-lo. Aos trinta e cinco anos, dono de uma das empresas de tecnologia mais rentáveis de Londres, eu tinha dinheiro, influência e uma aparência que, segundo Scott, era uma combinação injusta para o restante da população masculina. Nunca me faltaram opções. Relacionamentos sérios, entretanto, não faziam parte dos meus planos. Gostava da conquista, da novidade e da liberdade de ir embora pela manhã sem precisar explicar a ninguém por que não ligaria no dia seguinte. Naquela noite, eu só queria b
Capítulo 2 Natasha Torres Eu ainda não acreditava que tinha aceitado sair com Camila para aquele lugar. O bar parecia ter sido criado para pessoas que nasceram cercadas de dinheiro. Lustres dourados iluminavam o teto, as paredes escuras refletiam a luz suave das luminárias, e o balcão de mármore se estendia por quase todo o salão. Havia sofás de veludo, mesas elegantes e pessoas vestidas com roupas que provavelmente custavam mais do que tudo o que eu tinha levado comigo para Londres. O ar estava impregnado de perfumes caros, bebidas e uma fragrância amadeirada que tornava o ambiente ainda mais sofisticado. Olhei para minha blusa preta e minha calça de cintura alta. Será que eu deveria ter escolhido outra roupa? Antes que pudesse me arrepender de ter saído de casa, Camila segurou meu braço e me puxou para dentro. — Vamos, mulher! Você está andando como se estivesse entrando em um tribunal. — Talvez porque eu esteja me sentindo julgada por todas as pessoas daqui. Ela soltou um







