Mag-log in— Tudo bem? Em que posso ajudar? — A mulher mostrou um sorriso de felicidade por um tempo, até mencionar a cobertura e que estava ali para ver a mulher que possivelmente já estaria lá. O sorriso morreu junto com o olhar que desceu para o computador e então lhe entregou a chave — boa sorte.
Voltou a sentar junto de sua amiga e Mason deu as costas seguindo para o elevador. Por que ela lhe daria boa sorte? Por que todo mundo agia estranho quando o assunto era a querida Laissa Chase?
Essa mulher era tão bonita e poderosa, sensual em algumas fotos, queria descobrir mais sobre seu rosto uma vez que o chapéu que sempre usava escondia metade.
As portas finalmente abriram e Mason entrou no elevador achando o botão da coberta, até agradeceu por não ter ninguém. Respirou fundo olhando novamente para a recepção e as portas à sua frente se fecharam escondendo o sussurro das recepcionistas ainda encarando.
Bom… tudo bem.
Estava longe de casa, Jason pensava que estava dormindo, seus pais com certeza achavam que continuava trabalhando, não conhecia ninguém rico o suficiente para encontrar ali.
Estava tudo muito bem.
Quando as portas voltaram a se abrir, um frio percorreu a sua espinha. Cada vez mais que se aproximava daquela porta dourada, suas pernas se arrepiaram. Talvez, só talvez agora ele notasse onde estava e o que iria fazer.
O cartão para o acesso a porta estava entre seus dedos e girou entre eles antes de passar na porta e ela abrir revelando um tapete vermelho que o levava para dentro.
Deu os primeiros passos fechando a porta atrás de si, logo na entrada havia uma escada espiral, e claro que não iria subir dali. Seguiu adiante encontrando a sala com uma iluminação baixa, algumas velas, comida e… que tipo de comida era aquela?
Tudo bem, não iria surtar. Era um garoto maduro e grande. Ele não precisava ter medo de uma garotinha de 1.60, né?
— Você chegou — Uma voz suave soou por todo lugar, ele olhou para os lados subindo lentamente até encontrar a dona no andar de cima. Seus olhos cresceram em cima da figura que segurava uma taça de champanhe no topo da escada. — Bem na hora. Não gosto de atrasos.
Mason entreabriu aos lábios, incrédulo, quando a viu descer as escadas, o robe transparente não escondia o par de lingeries que cobria seu corpo pequeno… mas cheio de curvas, curvas aquelas que lhe davam seios rosados e bonitos e aquelas pernas marcadas pela academia?
Encarou o rosto quando ela chegou ao andar debaixo, e céus, ela era muito bonita, bonita para sua idade, para o luxo, para o dinheiro, para seu poder, para sua aura ameaçadora que vinha em sua direção. O que era? Uma leoa pronta para devorar sua presa?
Droga… ele era a presa.
Tinha que correr agora?
Não dava mais.
O sorriso dela se abriu quando chegou perto, e seu aroma doce lhe pegou, ah sim, não teria problemas para ficar excitado porque já sentia seu pau querer aparecer mais do que os peitos dela.
Quando Laissa parou mais próxima ele quis rir da sua altura. Já sabia que 1.98 tornavam as outras pessoas pequenas formigas diante de si. E até usava isso a seu favor quando estava pronto para brigar… ou simplesmente dormir com uma mulher.
O que seria útil ali também uma vez que ela não deveria pesar nada e a seus braços queriam a levantar e jogar no sofá… não, tinha que fazer o que ela mandasse, Mariane lhe avisou.
— Você é realmente muito bonito… e alto. — Passou a língua por entre os lábios e Mason se surpreendeu… ele podia se mexer, será? Porque queria.
— Você também é uma mulher muito bonita. — Laissa riu de canto lhe entregando a taça de champanhe.
— Aqui você só vai me chamar de mestra, entendeu? — Mason estreitou os olhos, mas assentiu. — Agora tira a roupa. Eu quero devorar você.
Esse negócio de prostituto é mesmo uma loucura. A voz dela não carregava um som mais maduro, algo que você escutava e já entendia que era uma mulher encarecidamente bruta… Laissa era doce, seus olhos, seu sorriso, os passos e voz.
Tão perfeita… e ainda era rica.
Mason a viu caminhar até o sofá e se sentar cruzando as pernas… céus, aquela mulher era linda e que pernas eram aquelas?
Virou em sua direção tirando primeiro a jaqueta dos ombros e os olhos dela estavam brilhando, puxou a camisa para cima e essa com certeza era a parte que mais gostava.
O tecido foi ao chão junto com a sanidade de Laissa que observou com cuidado cada hominho sendo revelado até o peito quadrado e finalmente aquela camisa sair dando-lhe a visão total de um tronco forte.
Mason Price era mesmo um lindo homem.
— Não seja tímido — sussurrou ao olhar para a calça.
Ele não estava as sentindo desconfortável, não era bem essa a sensação de tirar a roupa na frente de uma mulher rica que estaria pagando para usar seu corpo.
Mas sim, aquela de que iria acabar sendo devorado por uma leoa que quanto menos peças tinha, mais ela ansiava.
Quando ficou apenas de cueca, Laissa se jogou contra o sofá o chamando apenas com seu dedo indicador.
E não tinha como não se aproximar. Ela o hipnotizada. Se inclinou diante dela sentindo o primeiro toque… a mão dela, pequena e delicada passou por seu rosto e desceu para o peito.
O arrepio subiu a espinha na mesma hora.
— Eu não faço ideia onde você estava, mas valeu a pena esperar — Sussurrou dengosa e levantou outra vez.
Ela não estava intimidada pelo tamanho dele, o empurrou no sofá ficando entre suas pernas e puxou o único tecido ainda presente no corpo dele revelando um pau que ela adorou primeiramente o tamanho, e sorriu ao tocá-lo.
Mason engoliu o primeiro gemido. Mas sabia que ficaria difícil, uma vez que a viu juntar seu cabelo para o lado enquanto se abaixava lentamente, como uma gata manhosa para colocar sua língua para fora e passar no seu pau bem devagar, arrepiando todo seu corpo.
E tudo isso, sem tirar os olhos dele.
Não lembrava e ter uma menina que o lambia devagar com os olhos presos aos dele como se estivesse o colocando sob os efeitos de uma fada.
Ah, isso, ela era uma fada.
Depois de girar sua língua sobre a glande o escutando apenas ronronar, abriu mais seus lábios o colocando em sua boca quente e gelada ao mesmo tempo.
Mason gemeu fechando olhos e esse foi o seu erro, de repente, sentou sua pele arder e uma estalada soar no ar.
Abriu os olhos outra vez pelo susto e não entendeu o que acontecia até ver nitidamente um chicote… um chicote nas mãos dela.
UM CHICOTE NAS MÃOS DELA.
— Não feche os olhos enquanto eu chupo você. — Mason apenas entreabriu os lábios. Ela tornou a colocá-lo na boca e sua mão livre o masturbou mais embaixo, engoliu a seco gemendo dessa vez, porque o que sua boca fazia, era bom… bom demais.
Porém, além da visão que tinha dela se deliciando no seu pau, o chicote erguido em sua outra mão lhe encheu de dúvidas e até distraiu.
Por quê?
Ela gostava de sexo selvagem?
Com chicotes?
Aquela garota doce?
De repente, ela ergueu-se outra vez mostrando seu corpo bonito, de verdade, aquela mulher era um espetáculo.
Ela se ajoelhou no sofá tocando em seu pau e sentou abre ele deslizando para dentro. Gemeu docemente deixando um sorriso no ar.
Até mesmo os gemidos dela era doce.
Viciante.
Aquela mulher era incrível.
Mas e aquele chicote? Caralho!
— Ahh, como você é grande. — sussurrou ao chegar ao final e rebolar sobre ele.
E ela era tudo ao contrário, era gostosa, quente, apertada, sentia seu pau pedir para sair, pois estava sendo esmagado. Gemeu outra vez quando ela rebolou lentamente apenas para senti-lo dentro de si.
Laissa era incrível, o quadril pareceu ter vida própria, mas ele podia ajuda-la, certo? Suas mãos se moveram para a cintura dela e antes de realmente lhe ajudar.
Sentiu outra vez aqueles fios quentes do chicote acertar seu peito. Aquilo com certeza ficaria marca.
Ela desceu o olhar para ele agarrando o queixo de Mason que já estava perdido. A encarou.
— Você não tem que me tocar, entendeu? — Ela balançou a cabeça dele — Você é grande, e gostoso, estou sentindo minha vagina vibrar por você. Mas não vamos gozar agora…
Ele não sabia se falava, ou apenas deixava a mulher colocar as ordens entre eles, porque o medo de levar outra chicotada se instalou.
E mais ainda quando ela ergueu outra vez a mão com o instrumento de dor, mas sinceramente passou por seu pescoço segurando do outro lado, o prendendo ali.
Não podia a tocar.
E não podia se afastar.
Um desafio, ele gostou daquilo.
E de repente, o quadril ela voltou a se mover.
Mas para cima e para baixo e aumentando a velocidade numa sentada apertada, rápida e gostosa.
No céu… ele estava no céu.
O treinador entrou no vestiário com dois homens.— Silêncio!Ninguém calou.— CALEM A BOCA!Aos poucos.— Temos representantes universitários aqui.Mason congelou.Um deles chamou seu nome.— Mason Price.Levantou.— Seu desempenho esportivo é excelente.— Obrigado.— Suas notas não.Todos riram.Mason fechou os olhos.— Eu sei.— Mas melhoraram.Silêncio.— Queremos oferecer uma vaga condicional. Se concluir o ano mantendo a melhora acadêmica, haverá bolsa esportiva.Mason ficou parado.— Está falando sério?— Muito.O vestiário explodiu.Jason provavelmente ouviria o grito do outro lado da cidade.Depois outro representante chamou:— Yuri Vicente.Yuri arregalou os olhos.Mason sorriu.— Vai lá, capitão.Yuri deu um soco leve no ombro dele. Os dois haviam conseguido. Nenhuma coleira. Nenhum cheque. Nenhum pai. Nenhuma mulher rica. Eles.--Laissa esperou Mason do lado de fora. Ele apareceu ainda molhado, mochila no ombro e sorriso enorme. Ela tentou manter a elegância. Falhou. Mason
Yuri chegou ao treino disposto a destruir Mason.Não literalmente.Talvez um pouco.O pai passara a semana lembrando-o de que havia perdido a braçadeira.Comparando-o com o irmão.Perguntando quando voltaria a ser alguém importante.Yuri tinha o segredo perfeito.Laissa.Mason.A coleira.O patrocínio.Bastava falar.Uma fotografia.Um comentário.Uma mensagem anônima para o diretor.Mas, antes de entrar no campo, encontrou Mason sozinho no vestiário.— Preciso falar com você.Mason nem levantou.— Se for Laissa, não.— Não é.— Milagre.Yuri sentou.— Vou contar.Mason olhou.— O quê?— Tudo que sei.A expressão dele mudou.— Para quem?— Diretor. Treinador. Talvez meus pais.Mason levantou.— Você é um filho da—— Senta.— Não me manda sentar.— Então fica em pé e escuta.Mason ficou.Yuri respirou.— Eu preciso da braçadeira.— Então j**a melhor.— Não é tão simples.— Pra mim também não.— Meu pai disse que eu fui uma vergonha.Mason se calou.Yuri contou.O irmão perfeito.As bols
Jonathan abriu a porta e encontrou Mariane chorando.— O que aconteceu?Ele entrou.Tentou falar.Não conseguiu.Ele a abraçou.— Foi a Laissa?Mariane chorou ainda mais.— Dessa vez fui eu.Sentaram.Ela contou tudo.Mason.Jason.Terreno.Mentiras.Jonathan escutou até o fim.— Ele tem razão — ela disse.— Em estar bravo?— Em tudo.Jonathan suspirou.— Você passou anos tentando não perder esse emprego.— E comecei a perder todo o resto.Ele ficou em silêncio.— Eu te amo, Mari. — Ela olhou. — Mas não quero viver esperando sua chefe ligar.Mariane fechou os olhos.— Eu sei.— Não quero que deixe sua carreira. Só quero que exista uma parte da sua vida onde ela não manda.Mariane pensou em Laissa.Depois em Mariane Price.Duas mulheres completamente diferentes.Uma mandava.Outra obedecia.E, entre elas, Mariane passara anos fazendo as duas coisas.Obedecendo Laissa.Mandando em si mesma que precisava aceitar.Levantou.— Onde vai?— Trabalhar.Jonathan fez uma cara incrédula.— Sério?
— Está fazendo o quê?— Nada.— Então faça nada mais longe.Ele riu.— Bom dia, mestra.Laissa fechou os olhos outra vez.— Melhor.Mason olhou para o teto.Pela primeira vez desde que entrara naquele mundo, não se sentia comprado.E isso tornava tudo muito mais perigoso.Porque agora tinha alguma coisa de verdade a perder.Jason não acreditava em coincidências.Talvez porque a vida tivesse lhe ensinado cedo demais que quando coisas estranhas começavam a se encaixar, normalmente havia uma desgraça escondida atrás.Mason tinha dinheiro.Muito mais do que deveria.Mason dormia fora.Mariane buscava Mason.Laissa patrocinara a escola.Laissa comprara o terreno.E, acima de tudo, Mason tinha marcas.Jason conhecia marcas.Conhecia dinheiro.Conhecia homens e mulheres pagando para possuir horas da vida de outra pessoa.Conhecia aquela sensação de ter dinheiro no bolso e nenhuma vontade de explicar de onde veio.Por isso, quando Mason entrou no bar perto do meio-dia usando uma camisa larga d
— Sente.— Prefiro ficar em pé.— Não foi um pedido.Mason ficou olhando para ela. Depois sorriu de canto. — Hoje não, Laissa.O sorriso de Laissa desapareceu. Não porque tivesse sido desobedecida. Mas porque não havia agressividade na recusa. Apenas firmeza.— Interessante.— Quero conversar primeiro.— Está começando a ficar muito exigente para alguém que apareceu sem convite.Mason caminhou até a mesa. Tirou um envelope do bolso. Colocou diante dela. Laissa reconheceu. Dinheiro. O último pagamento.— O que é isso?— Tudo que sobrou.— Não pedi devolução.— Eu sei.— Então leve.— Não.Ela levantou.— Mason.— Não quero mais.Silêncio.— Dinheiro?— Por sexo.Laissa ficou completamente parada.Ele respirou fundo.— Vou continuar pagando minhas coisas com o que já tenho. Vou trabalhar no bar, jogar, tentar melhorar minhas notas e conseguir uma bolsa.— E acha que vai conseguir fazer tudo isso sozinho?— Preciso tentar.— Orgulho idiota.— Talvez.Mason aproximou-se.— Mas se eu contin
— Eu estou falando sério. Você não vai dormir com ele.Silêncio. Laissa ficou completamente imóvel.— Repita, se tiver coragem.Mason engoliu em seco.— Não dorme com Yuri.— Você está me proibindo?— Estou pedindo.— Não parece um pedido.Mason respirou. Tentou novamente.— Por favor.Aquilo pareceu atingir Laissa de maneira diferente. Mason nunca pedia. Brigava. Reclamava. Desafiava. Fugia. Mas não pedia daquele jeito.— Por que eu deveria aceitar?— Porque eu não quero outro cara com você.— Isso ainda não responde.— Responde sim.— Não.Laissa aproximou-se ainda mais.— Quando começamos isso, não estabelecemos exclusividade. Você recebia para estar comigo. — Mason desviou os olhos. — Nunca me pediu namoro. Nunca disse que queria ser o único. Então não apareça agora querendo colocar uma coleira em mim, Mason Price. — Ele tornou a encará-la. A frase acertou em cheio. — Você pode usar uma porque escolhe usar. Eu não. Eu não pertenço a você. Não pertenço à sua vontade. Então entenda







