LOGINCada sentada dela seu peito subia e descia, o controle que tinha do corpo já era de muitos anos, mas os treinos de futebol nunca o prepararam para uma mulher como aquela.
Uma delícia de mulher, apenas isso.
Desceu o olhar assistindo seu pau entrar nela sem parar… E todas as vezes que descia era um sonho, como entrar num lugar que não lhe cabia era ainda mais perfeito.
Suas mãos estavam quase grudadas ao seu corpo, não iria sequer a tocar e acataria suas ordens, preferia ficar calado, gemer baixo a levar a terceira chicotada…
Porém, logo ela parou suas sentadas e tornou a agarrar seu queixo o puxando para um beijo.
Ah um beijo.
O cheiro dela era mesmo perfeito… Uma delícia.
Deixando seus lábios de lado, Laissa desceu pelo pescoço deixando uma série de beijos e voltou para os olhos.
— Levante… — Sussurrou para o garoto que olhou para ambos os corpos e depois para seu rosto — Pode me tocar, se levante comigo, não saia de dentro de mim.
Ele sorriu malicioso e agarrou a parte de trás de suas pernas antes de se erguer, e como esperada, ela não pesava quase nada, e a vontade que tinha de simplesmente se mover dentro dela…
— Como você é forte, isso me dá mais tesão… — sim ELE ESTAVA PRONTO — pode me foder… eu quero rápido.
Não tinha como esperar, o quadril começou a se movimentar contra o dela enquanto Laissa o abraçou sentindo seu sangue esquentar. Ele era grande, grosso, além de gostoso sabia lhe foder com força, o que logo lhe daria prazer.
Os braços dele eram fortes, enormes, e quanto mais o tinha dentro de si, mais queria.
Entretanto, o ritmo gostoso que pedia seu gozo começou a diminuir… ah, mas ela mais aceitaria aquilo.
Virou para seu rosto bem ao pé do ouvido do outro.
— Não pare agora… — Era um miado? Um gemido? — Não pare porque eu ainda não gozei… e eu gosto que seja rápido, que seja feroz, que me foda como se fosse morrer e essa é sua última transa. — Beijou o rosto dele se afastando um pouco para lhe encarar nos olhos, sua mão agarrou no ombro dele, mas a outra lhe trouxe o chicote outra vez.
Ele acelerou os movimentos sem tirar os olhos dela… apesar de querer aparecer autoritária, podia ver o rosto dela ficando vermelho e seu gemido ir afinando… ela estava prestes a gozar?
Se não, por quanto mais tempo ele iria aguentar? Porque seus braços já estavam doloridos.
— Não diminua o ritmo — Ordenou ao deixar novamente a marca do chicote nos braços do garoto que tirou forças de onde não tinha para seus quadris trabalharem juntos com seu pau que entrou e saiu dela ferozmente até o grito agudo de Laissa chegar a seus ouvidos.
Ela se agarrou a ele erguendo sua cabeça e gozou ainda com ele dentro de si, enfiando a dela entre seus peitos… e ele não parou, continuou a entrar e sair sabendo que ela estava se aliviando…
Tudo ficou mais molhado, mais gostoso, deslizava com facilidade e sim, ele iria gozar.
— Você não pode — Ela disse ao novamente, agarrar seu queixo — me ponha no chão…
Ah não…
Ele parou os momentos e se abaixou para descer. E céus…
Seu pau saiu de dentro dela se mostrando ainda mais duro. Ela sorriu como uma maníaca indo para o sofá, agarrou uma almofada enquanto erguia sua linda bunda na direção do homem.
— Me chupe… eu quero gozar na sua boca agora.
Ele não pensou duas vezes, deitou abaixo dela trazendo o quadril tão pequeno e direção a sua boca. A ouviu gemer quando sua linda se instalou em seu clitóris e sugando, beijando. Passou sua língua por todos os lugares voltando ao princípio brincando com sua carne molhada.
Ela se ergueu… e a visão que Mason dele foi de uma linda mulher sentada em seu corpo esfregando sua vagina na sua boca… Uma boceta, e ela ainda fazia questão de quicar sobre seus lábios e gemer alguma coisa.
Estava gostoso, para ela com certeza.
Quando ela se levantou de novo, deslizou para o quadril dele novamente, onde o colocou para dentro…
Mason sorriu carregado de tesão… sim, o tesão que crescia por ela estava o consumindo. Porque ela era gostosa, tão apertada, montava em si como se fosse um cavalo e cavalgava como se estivesse numa corrida.
Ergueu os braços para abaixo de sua cabeça, não podia a tocar, enquanto a viu rebolar, subir e descer.
Contudo, nada podia ser como seus sonhos, né?
Ela tornou a descer o chicote em seu peito, agora diante dela com livre acesso.
— Mova seus quadris, me ajude a gozar de novo — ele fez o que ela mandou tirando as mãos da cabeça para segurar em qualquer lugar que não fosse dela. — Mais rápido. Mais rápido. Mais rápido.
A cada palavra era uma parte de sua pele que ardia, porque de repente, além do tesão dela aumentar, a velocidade, o seu gozo chegando, ela o chicoteou sob o peito sem parar o ritmo.
— Eu v…
— Você não pode gozar agora — ela avisou aumentando a força de seu instrumento.
Mason olhou para baixo, ela sentando e seu pau, o chicote estalando no peito e no meio de tudo isso ainda conseguiu tempo para pensar que AQUELA MULHER ERA LOUCA.
Ela parou seus movimentos e ambos tornaram a olhar para baixo, ela estava gozando, gemendo, rebolando, e sorrindo…
Ele fechou os olhos gozando também, até mesmo gozar ele achou que seria um problema uma vez que ela sequer o tirou.
E ainda pode senti-lo despejar sua porra dentro de si antes de se sentar confortavelmente em cima dele.
— Ah, céus, você é gostoso… eu vou me divertir tanto como você. — Levantou de seu colo largando o chicote de um lado e pegou a taça de champanhe correndo para o outro.
E ele assentiu notando que nem mesmo a calcinha ela tirou, mas as aberturas nela deixou seu pau entrar e sair sem atrapalhar. Os seios ainda estavam bem guardados, o salto ainda abaixo de seus pés.
Inclinou-se um pouco se apoiando nos cotovelos, ele por outro lado, estava depenado.
Gozado, chicoteado, as pernas doendo e os braços marcados… E o seu pau? Ele estava de pé.
Será que estava sentindo prazer em ver seu dono apanhar?
APANHAR DE CHICOTE?
— Suba… você precisa de um banho, a nossa noite está apenas começando. Eu quero voltar a montar em você. — Escutou a voz dela e a viu sumir por entre os corredores.
Ele saltou do sofá e primeiramente, pegou o chicote na mesinha olhando de um mais para o outro — Eu não gosto de você.
Murmurou para os fios de couro e o largou ali.
Era para subir, então iria fazer isso antes que ela voltasse, pegou suas roupas e subiu os degraus olhando para baixo, a grande sala era cheia de luxo, com cortina, artes um sofá enorme e comida… ah ele devia ter comido algo.
No andar de cima, Mason travou no último degrau, ali havia uma cama grande, com uma estrutura ao redor dela com cortinas transparentes… e isso podia ser o seu local de trabalho, se além das cortinas não estivesse uma parede com mais chicotes, correntes, algemas…
Ele olhou para baixo, para a cama, a parede, seu peito, os braços, olhou para a parede.
— Essa mulher vai me matar.
Voltou para trás procurando sua cueca entre as roupas e colocou, a calça foi à última assim que chegou ao andar debaixo. Catou sua jaqueta, os sapatos, olhou para o chicote na mesinha, para o andar de cima imaginando tudo aquilo sendo usado no seu corpo.
— Sem chances.
Correu até a porta e lamentou não poder mais sentir aquela boceta ao redor do seu pau.
Mas era melhor ficar vivo e pobre do que apanhar de chicote de uma mulher que ele nunca sequer viu na vida.
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O sorriso em seu rosto era de extrema animação.
Após um dia frustrado cheio de trabalho e estresse, naquela noite especial descontaria toda a sua energia negativa em ao menos três horas de sexo com seu namorado gostoso.
Não é sempre que encontramos um homem bonito, ruivo tatuado com fome de sexo e apaixonado por você passando na rua.
Ela tinha acertado dessa vez e iria tentar manter sua vida amorosa e sexual bem quente.
Desistiu do sorriso no espelho voltando-se ao quarto. Ainda tinha trabalhos para fazer, mas hoje era uma noite especial, aniversário do seu namorado e se não estivesse ali iria perdê-lo.
Saiu do quarto indo e cada vela espalhada pelo chão até a mesa do jantar bem feito, tudo tinha que estar perfeito.
Mariane a estressada, era uma guerreira, trabalha para uma sadomasoquista, e com surtados, mas dentro de casa esperava ser apenas a janta e a sobremesa do ruivo personal.
De repente, a campainha tocou preenchendo o ar olhou o relógio na parede e não era nem 1 hora da manhã. Infelizmente seu personal chegava em casa mais ou menos duras horas da madrugada.
Típico de personal de mulheres famosa que acham que os outros não têm o que fazer… mas também não iria sentir ciúmes. Tudo bem.
— Já vai — gritou quando tocou outra vez. Quem iria à sua casa uma hora dessas e sem avisar? Abriu a porta já esperando um vizinho qualquer quando seus olhos caíram em… — Mason? Mas o que você está fazendo aqui?
O treinador entrou no vestiário com dois homens.— Silêncio!Ninguém calou.— CALEM A BOCA!Aos poucos.— Temos representantes universitários aqui.Mason congelou.Um deles chamou seu nome.— Mason Price.Levantou.— Seu desempenho esportivo é excelente.— Obrigado.— Suas notas não.Todos riram.Mason fechou os olhos.— Eu sei.— Mas melhoraram.Silêncio.— Queremos oferecer uma vaga condicional. Se concluir o ano mantendo a melhora acadêmica, haverá bolsa esportiva.Mason ficou parado.— Está falando sério?— Muito.O vestiário explodiu.Jason provavelmente ouviria o grito do outro lado da cidade.Depois outro representante chamou:— Yuri Vicente.Yuri arregalou os olhos.Mason sorriu.— Vai lá, capitão.Yuri deu um soco leve no ombro dele. Os dois haviam conseguido. Nenhuma coleira. Nenhum cheque. Nenhum pai. Nenhuma mulher rica. Eles.--Laissa esperou Mason do lado de fora. Ele apareceu ainda molhado, mochila no ombro e sorriso enorme. Ela tentou manter a elegância. Falhou. Mason
Yuri chegou ao treino disposto a destruir Mason.Não literalmente.Talvez um pouco.O pai passara a semana lembrando-o de que havia perdido a braçadeira.Comparando-o com o irmão.Perguntando quando voltaria a ser alguém importante.Yuri tinha o segredo perfeito.Laissa.Mason.A coleira.O patrocínio.Bastava falar.Uma fotografia.Um comentário.Uma mensagem anônima para o diretor.Mas, antes de entrar no campo, encontrou Mason sozinho no vestiário.— Preciso falar com você.Mason nem levantou.— Se for Laissa, não.— Não é.— Milagre.Yuri sentou.— Vou contar.Mason olhou.— O quê?— Tudo que sei.A expressão dele mudou.— Para quem?— Diretor. Treinador. Talvez meus pais.Mason levantou.— Você é um filho da—— Senta.— Não me manda sentar.— Então fica em pé e escuta.Mason ficou.Yuri respirou.— Eu preciso da braçadeira.— Então j**a melhor.— Não é tão simples.— Pra mim também não.— Meu pai disse que eu fui uma vergonha.Mason se calou.Yuri contou.O irmão perfeito.As bols
Jonathan abriu a porta e encontrou Mariane chorando.— O que aconteceu?Ele entrou.Tentou falar.Não conseguiu.Ele a abraçou.— Foi a Laissa?Mariane chorou ainda mais.— Dessa vez fui eu.Sentaram.Ela contou tudo.Mason.Jason.Terreno.Mentiras.Jonathan escutou até o fim.— Ele tem razão — ela disse.— Em estar bravo?— Em tudo.Jonathan suspirou.— Você passou anos tentando não perder esse emprego.— E comecei a perder todo o resto.Ele ficou em silêncio.— Eu te amo, Mari. — Ela olhou. — Mas não quero viver esperando sua chefe ligar.Mariane fechou os olhos.— Eu sei.— Não quero que deixe sua carreira. Só quero que exista uma parte da sua vida onde ela não manda.Mariane pensou em Laissa.Depois em Mariane Price.Duas mulheres completamente diferentes.Uma mandava.Outra obedecia.E, entre elas, Mariane passara anos fazendo as duas coisas.Obedecendo Laissa.Mandando em si mesma que precisava aceitar.Levantou.— Onde vai?— Trabalhar.Jonathan fez uma cara incrédula.— Sério?
— Está fazendo o quê?— Nada.— Então faça nada mais longe.Ele riu.— Bom dia, mestra.Laissa fechou os olhos outra vez.— Melhor.Mason olhou para o teto.Pela primeira vez desde que entrara naquele mundo, não se sentia comprado.E isso tornava tudo muito mais perigoso.Porque agora tinha alguma coisa de verdade a perder.Jason não acreditava em coincidências.Talvez porque a vida tivesse lhe ensinado cedo demais que quando coisas estranhas começavam a se encaixar, normalmente havia uma desgraça escondida atrás.Mason tinha dinheiro.Muito mais do que deveria.Mason dormia fora.Mariane buscava Mason.Laissa patrocinara a escola.Laissa comprara o terreno.E, acima de tudo, Mason tinha marcas.Jason conhecia marcas.Conhecia dinheiro.Conhecia homens e mulheres pagando para possuir horas da vida de outra pessoa.Conhecia aquela sensação de ter dinheiro no bolso e nenhuma vontade de explicar de onde veio.Por isso, quando Mason entrou no bar perto do meio-dia usando uma camisa larga d
— Sente.— Prefiro ficar em pé.— Não foi um pedido.Mason ficou olhando para ela. Depois sorriu de canto. — Hoje não, Laissa.O sorriso de Laissa desapareceu. Não porque tivesse sido desobedecida. Mas porque não havia agressividade na recusa. Apenas firmeza.— Interessante.— Quero conversar primeiro.— Está começando a ficar muito exigente para alguém que apareceu sem convite.Mason caminhou até a mesa. Tirou um envelope do bolso. Colocou diante dela. Laissa reconheceu. Dinheiro. O último pagamento.— O que é isso?— Tudo que sobrou.— Não pedi devolução.— Eu sei.— Então leve.— Não.Ela levantou.— Mason.— Não quero mais.Silêncio.— Dinheiro?— Por sexo.Laissa ficou completamente parada.Ele respirou fundo.— Vou continuar pagando minhas coisas com o que já tenho. Vou trabalhar no bar, jogar, tentar melhorar minhas notas e conseguir uma bolsa.— E acha que vai conseguir fazer tudo isso sozinho?— Preciso tentar.— Orgulho idiota.— Talvez.Mason aproximou-se.— Mas se eu contin
— Eu estou falando sério. Você não vai dormir com ele.Silêncio. Laissa ficou completamente imóvel.— Repita, se tiver coragem.Mason engoliu em seco.— Não dorme com Yuri.— Você está me proibindo?— Estou pedindo.— Não parece um pedido.Mason respirou. Tentou novamente.— Por favor.Aquilo pareceu atingir Laissa de maneira diferente. Mason nunca pedia. Brigava. Reclamava. Desafiava. Fugia. Mas não pedia daquele jeito.— Por que eu deveria aceitar?— Porque eu não quero outro cara com você.— Isso ainda não responde.— Responde sim.— Não.Laissa aproximou-se ainda mais.— Quando começamos isso, não estabelecemos exclusividade. Você recebia para estar comigo. — Mason desviou os olhos. — Nunca me pediu namoro. Nunca disse que queria ser o único. Então não apareça agora querendo colocar uma coleira em mim, Mason Price. — Ele tornou a encará-la. A frase acertou em cheio. — Você pode usar uma porque escolhe usar. Eu não. Eu não pertenço a você. Não pertenço à sua vontade. Então entenda







