INICIAR SESIÓNApós o fim de mais um contrato sexual, Laissa D. Chase sente o vazio deixado pela ausência de alguém disposto a se curvar aos seus desejos. Rica, poderosa e acostumada a transformar vontades em ordens, a CEO decide que precisa de um novo brinquedo. Para encontrá-lo, coloca Mariane, sua assistente, em uma situação tão perigosa quanto desesperadora: escolher entre desafiar a mulher que controla sua vida ou entregar um de seus melhores amigos às mãos de uma dominadora tão sedutora quanto assustadora. É assim que Mason Price entra no mundo de Laissa. Expulso de casa, afastado do futebol e precisando de dinheiro para construir o próprio futuro, Mason poderia aceitar a proposta como apenas mais um trabalho. O problema é que ele nunca se ajoelharia diante de ninguém sem ter voz, limites ou liberdade. Ele se recusa a ser o submisso mudo de uma CEO mimada, manipuladora e incapaz de ouvir um "não". Mas dizer não a Laissa D. Chase é muito mais difícil do que ele imaginava. Entre contratos, desejos proibidos e jogos perigosos de poder, Mason percebe que a mesma mulher capaz de arruinar sua vida também pode resolver todos os problemas que ele carrega sobre os ombros. E quanto mais tenta escapar de seu domínio, mais se perde no prazer de pertencer a ela. Laissa acredita que pode comprá-lo. Mason acredita que pode resistir. Nenhum dos dois está preparado para descobrir que, quando desejo, poder e sentimento se confundem, a verdadeira submissão não acontece quando alguém se ajoelha, mas quando já não consegue se levantar e ir embora.
Ver másHavia desejo naquele olhar.
Mas não era um desejo limpo, simples, fácil de nomear.
Havia fúria.
Paixão.
Arrependimento.
E, enterrado sob todas aquelas camadas, algo ainda mais perigoso: amor.
Mas amor da parte de quem?
Laissa sustentou o olhar de Mason enquanto ele avançava para dentro do quarto. A luz da lua atravessava as janelas e recortava o corpo dele contra a escuridão, transformando-o numa presença impossível de ignorar. Ele parecia feito de sombra e resistência. Cada passo dizia que não deveria estar ali. Cada respiração denunciava que desejava ficar.
Ela tinha coisas demais para dizer.
Acusações. Ordens. Talvez uma confissão.
No entanto, pela primeira vez, não sabia se deveria falar ou apenas escutar o que ele viera lhe cobrar.
O último encontro ainda ardia entre os dois: o sexo, a discussão, o tapa, a porta batendo com violência e Mason jurando que nunca mais pisaria no mesmo chão que ela. Laissa se lembrava de suas costas desaparecendo pelo corredor. Lembrava-se, sobretudo, do silêncio que ficara depois.
Agora ele estava ali.
Bastara uma mensagem.
Poucas palavras na tela. Um chamado seco. Uma ordem antiga demais para precisar ser explicada.
Mason talvez não compreendesse a extensão do vínculo entre eles, mas já orbitava ao redor dela havia tempo demais. Laissa o havia marcado sem tocar, dominado antes mesmo de dar o primeiro comando. E ele podia odiá-la por isso; podia odiar a si mesmo ainda mais. Não mudava o fato de que tinha voltado.
Ela pousou a taça. O cristal tocou a mesa com um som delicado, pequeno demais para a tensão que sufocava o quarto. Levantou-se devagar, medindo a distância entre os dois como se qualquer passo em falso pudesse romper a última coisa que ainda os mantinha inteiros.
— O que trouxe você aqui?
A voz saiu baixa, quase macia. Mason mal a ouviu, mas viu o movimento dos lábios dela e sentiu, com uma certeza brutal, que atravessar aquela porta tinha sido sua rendição.
A despedida definitiva de uma vida calma, humana e normal.
— Não foi a minha consciência — respondeu. — Disso você pode ter certeza.
Laissa riu pelo canto da boca e lançou os cabelos para trás, vestindo arrogância como uma armadura. Era assim que ela sobrevivia: transformava cada fraqueza em ameaça antes que alguém pudesse reconhecê-la.
Mason reconheceu.
Por trás da dominadora mimada, cruel e sensual, existia uma mulher apavorada com a possibilidade de precisar de alguém. Uma mulher que não sabia pedir para ser amada sem antes tentar obrigar o mundo a se ajoelhar.
— Não autorizei ninguém a subir ao meu quarto — disse ela, erguendo o queixo. — Posso chamar os seguranças e mandar que coloquem você para fora.
— Então chame.
Ele cruzou os braços e não desviou os olhos.
— Mande que me expulsem sem recorrer ao poder que tem sobre mim.
O silêncio entre eles ficou afiado.
— Isso é um desafio?
— É a sua chance de provar que consegue me deixar partir.
A expressão dela endureceu.
— Não sinto pena de um submisso qualquer. Posso encontrar quantos homens quiser para a minha cama.
Mason recebeu as palavras sem recuar, embora cada uma encontrasse exatamente onde ferir.
— Então não precisa de mim. Perdi meu tempo vindo até aqui sem ter sido convocado.
Virou-se.
Deu um passo em direção à porta.
— Fique parado.
A ordem atravessou o quarto como um golpe.
Não era um pedido. Não era a grande CEO implorando para não ser abandonada. Era a voz firme de uma mulher acostumada a ser obedecida — e, ainda assim, havia uma rachadura quase imperceptível por baixo dela.
Mason poderia rir. Poderia abrir a porta e ir embora.
Mas o corpo parou antes que o orgulho decidisse.
Ficou imóvel porque desejava ficar. Porque uma parte dele ainda queria ouvir o que ela jamais confessaria sem transformar em comando.
Laissa se aproximou. Os passos eram lentos, controlados, mas a respiração já não obedecia à mesma disciplina. As mãos tocaram as costas dele e deslizaram pelos braços com uma hesitação que nela parecia mais íntima do que qualquer carícia.
Então ela contornou seu corpo e parou diante dele.
— Você não tem permissão para seguir a sua vida sem mim, Mason.
Ele descruzou os braços. Queria parecer imune. Queria que ela acreditasse que seus comandos já não alcançavam os lugares mais vulneráveis dentro dele.
Mas a quem pretendia enganar?
A mulher alta, poderosa, insuportável e perigosamente bela que invadira sua vida? Ou a si mesmo, que continuava voltando sempre que ela chamava?
— E para que eu tenho permissão?
Laissa sustentou seu olhar. Por um instante, a soberba desapareceu, deixando apenas a necessidade nua e assustadora que ela se recusava a nomear.
Então a máscara voltou.
— Para se ajoelhar aos meus pés.
Não houve súplica. Apenas o comando — firme, inevitável.
Mason desceu lentamente, sem quebrar o contato entre os olhos. O joelho tocou o chão, mas o gesto não pareceu uma derrota. Pareceu um pacto. Uma escolha tão sombria quanto consciente.
Laissa prendeu a respiração.
Inclinou-se e segurou o rosto dele, obrigando-o a encará-la de perto. Conhecia a beleza daquele homem, a força, a raiva e o desejo. O que a desarmava, porém, não era a vontade de possuí-lo.
Era a vontade de não perdê-lo.
Algo perigosamente próximo de amor.
— Agora me faça esquecer que um dia tentou ir embora — ordenou, embora a voz traísse o medo de que ele ainda pudesse fazê-lo.
Mason permaneceu em silêncio por um segundo. Tempo suficiente para lembrá-la de que submissão não era ausência de vontade.
Então respondeu:
— Sim, minha mestra.
O jogo iniciou naquela noite com gritos de alunos antigos, novos e até mesmo os que não participavam do jogo. Logo quando o nome de Laissa Chase foi anunciado por toda a escola e souberam que a dita cuja estaria presente, não houve uma garota que não deixou de se arrumar para comparecer naquele jogo. O campeonato era de grande poste, muitas pessoas, e o tudo dependiam daquele time ganhar, afinal, se a vitória chegasse, eles ganhariam muito. Até mesmo o treinador estava nervoso, mas seu nervosismo diminuiu quando o primeiro gol do seu time foi feito… O capitão saiu gritando, seus amigos correram ao redor o derrubando logo depois.Yuri olhou de longe, não se aproximou, ele não iria admitir o quanto Mason era bom, mas também não seria o garoto hipócrita a não demostrar nenhum tipo de felicidade por seu time esta ganhando. E não foi apenas um gol feito naquela noite, como a vitória chegou ao fim daquele jogo trazendo felicidade a todos da escola e do time que no momento a únic
O vestido escolhido era colocado ao seu corpo marcando cada curva com uma atenção proposital. Tal como o decote, e o alinhamento em sua cintura fina, cobrindo as pernas longas e torneadas, mas nunca deixando de mostrar o quanto eram convidativas. O cabelo solto ao redor de seus ombros deu-lhe um destaque a mais. As luvas calçando suas mãos e mais uma vez, virou-se perante o espelhado admirando seus traços e parou em frente à mulher sentada no sofá.— Procurei o vestido menos caro da ultima coleção, um jogo de garotos pobres não precisa de tanto brilho. - Contou empolgada enquanto Mariana a olhava, desde os saltos com grampos de rubi, o vestido vermelho tal como as luvas e o chapéu que ela colocava para finalizar o look. — Um jogo de garotos pobres que você faz questão de ir e nem é por caridade é porque está dormindo com um deles. - Laissa virou para a secretária que apenas revirou os olhos — Nada contra, faça o que você quiser, mas ainda acredito que não precise disso.L
O olhar de insatisfação era lançado ao homem que, agora, terminava de colocar as chuteiras com um sorriso no rosto. A todo o momento passava um ou dois amigos falando o quanto estavam felizes de ter o antigo capitão de volta. Então estavam mesmos felizes por Mason ter voltando para o time depois de ter abandonado todo mundo?— Yuri? - O garoto desviou o olhar para o melhor amigo que sentou ao lado. Havia um sorriso triste, irônico e brincalhão — Porque você está com essa cara, está mundo feliz menos você.— E porque eu estaria feliz? Acabei de perder a posição mais importante do time, por um cara que jogou tudo pra cima sem pensar como que ficariam. E pensar em outros, no time, e nos seus amigos é que nos torna lideres e capitães bons. - O garoto sussurrou sério fazendo o amigo parar o sorriso nos lábios. — Não estou feliz de terem tomado a braçadeira para dar a aquele irresponsável.— Irresponsável ou não, Mason foi o garoto que mais conquistou títulos para nosso time. E foi por conqu
Ele já tinha brigado porque não queria aparecer na casa dela todos os dias na semana? Sim. Mas depois de virar capitão e começar a treinar e se preparar para o jogo do outro dia, seria desperdiço não aparecer apenas para dizer oi e se aproveitar do corpo perfeito de sua querida… Dominadora? Na verdade ele não se aproveitava de nada, era apenas escravo de uma mulher maravilhosa que o fazia gozar de um jeito ou outro sem ao menos deixar que a tocasse.Mal parou na porta e ela logo foi aberta, uma das empregadas lhe lançou um sorriso gentil enquanto o garoto apenas entrava lhe encarando. Certo que não ia muito a aquela casa, mas não se lembrava de ter visto qualquer empregada morena com olhos tão brilhosos daquele jeito.— A Srta. Chase já está o esperando no quarto - Mason sorriu passando direto.Com certeza se tivessem outras empregadas na casa sabiam exatamente o que ele estava fazendo ali. Será que isso seria um problema? Problema talvez para Laissa se soubessem que ele e






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