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A vadia do meu meio-irmão (3)

Author: Author.B
last update publish date: 2026-09-07 05:52:06

Kai me empurrou na cama, e as gotas de água que ainda estavam na minha pele foram enxugadas pelo edredom rosa macio.

Meus buracos se contraíram em antecipação; a sensação de vazio era um incômodo indesejado depois de saber como era ter o pau dele enterrado dentro de mim.

Rebolei a bunda, convidando-o a voltar para dentro enquanto o colchão afundava sob o seu peso.

Ele parecia se transformar em uma pessoa completamente diferente quando tirava os óculos. Uma pessoa atraente e pecaminosa, que me fudia com mais força do que qualquer um jamais tinha ousado.

"Porra, mete antes que eles saiam do quarto", resmunguei, desesperada para senti-lo lá dentro de novo.

"Tão impaciente. Tão malcriada." Os dedos dele traçaram minha bunda levemente antes de se afastarem.

Por um segundo, minha pele arrepiava, lamentando a falta do toque dele. Então a palma da mão dele entrou em contato com a minha bunda, de forma rápida e certeira. Tão rápido que a dor só veio muito depois de ele ter tirado a mão.

"Garotas malcriadas merecem ser punidas, você não acha?"

Minha mente parecia confusa demais para elaborar uma resposta, e esse silêncio me rendeu outro tapa, que me trouxe de volta ao meu juízo perfeito.

"É. Malcriada." Engoli em seco, me encolhendo quando ele esfregou o local dolorido que tinha atingido duas vezes.

"E você tem sido malcriada?" Ele exigiu, puxando o gag de bola da minha boca dolorida.

Levantei uma sobrancelha, olhando para trás. Ele não podia estar falando sério.

"Me seduzindo por causa de um desafio dos seus amigos, me vestindo e agindo como uma vadia na frente deles. Muito malcriada mesmo." Ele deu uma risada profunda, dando outro tapa na minha bunda.

Dei um tranco para a frente, a dor se misturando com um prazer incerto.

"Quantos?" Consegui pronunciar com dificuldade, com as palmas das mãos doendo debaixo de mim enquanto sustentavam o peso do meu corpo inteiro e me impediam de cair de cara na cama por causa dos t***s.

"Quantos eu quiser... querida."

Meu rosto ficou vermelho. Tinha sido assim que eu o chamei quando meus amigos me desafiaram a sentar no pau de um estranho na festa de Réveillon. Ele não me parecia familiar, e supus pela aparência dele que teria um pau insignificante e nem duraria muito.

Mal sabia eu que o garoto era o filho do homem que minha mãe vinha escondendo de mim, e também que ele iria me foder com força num sofá na frente de toda a minha turma.

Os vídeos estavam por toda parte e, com o tempo, nem me dei ao trabalho de tentar me esconder, chegando a me vestir de forma vulgar e mostrar minha buceta nua para os caras da sala.

"Não foi culpa minha, sabe? Se eu soubesse que era você..."

Ele me interrompeu com outro tapa.

Ele não podia estar pensando em vingança agora, simplesmente não fazia sentido. Não quando já tinha me humilhado tão completamente na festa, me fudendo em público e me transformando em sua vadia particular.

"Você já se vingou", resmunguei, empurrando meus quadris para trás e procurando o pau dele.

"Empatados? Quando foi isso? Se tem uma coisa, é que você me deve por ter te tirado da sua caixinha. Agora o mundo inteiro sabe o tipo de vadia que você é."

As palavras deveriam ter me ofendido, afinal ele era a causa, mas a lembrança dos meus colegas de escola filmando enquanto Kai me fudia por trás era toda a verdade de que eu precisava.

"Eu fui malcriada." Minha bunda subiu bem alto, as costas curvadas perfeitamente para dar a ele acesso livre à minha buceta.

Ele deu um estalo com os dedos no meu buraco inchado por um segundo antes de desferir um tapa de verdade.

Gritei de dor, sem me importar se minha mãe escutaria.

Então meu gemido ecoou de volta, só que não era o meu. Era a voz da minha mãe gritando.

"Isso, isso, me fode, Max. Me fode com força, hum, assim mesmo. Ah, isso."

Fiquei pensando em como ela reagiria ao saber que a filha estava prestes a receber o mesmo tratamento.

"Tal mãe, tal filha." Kai meteu o dedo preguiçosamente na minha buceta, sem pressa alguma de me foder.

"Por favor. Por favor, eu preciso gozar."

"O que exatamente faz você pensar que merece gozar?" Ele deu a volta na cama, engatinhando até que seu pau estivesse ao meu alcance.

"Chupa meu pau e faz ser bom. Aí eu posso considerar usar um dos seus outros buracos de vadia."

Eu me inclinei imediatamente, desesperada para agradá-lo e ter a satisfação que ele vinha me negando desde que seus dedos exploraram minha buceta pela primeira vez.

Minha língua passou pelas laterais primeiro, lambendo o pré-sêmen e engolindo antes de mandar a cabeça do pau dele até o fundo da minha garganta.

Depois de alguns minutos daquele boquete bem molhado, no entanto, ele me empurrou e se deitou na cama, acariciando o pau preguiçosamente. "Senta em mim, vadia. Acaba logo com isso, você não é a única buceta que eu preciso preencher."

Embora soubesse que ele estava sendo sarcástico, uma parte de mim, uma parte profundamente possessiva, queria prendê-lo ali. Mostrar a ele que ele só precisava de uma buceta para se satisfazer. A minha.

Posicionei meu corpo sobre o dele, com os joelhos pressionando o colchão em ambos os lados do seu corpo grande e musculoso.

O pau dele parecia muito maior quando se tratava de eu mesma encarar e fazer todo o trabalho. Quando minha bunda entrou em contato com a virilha dele, ele já tinha pegado o telefone de onde o havia deixado na minha mesa de cabeceira e estava rolando a tela despretensiosamente.

"O mínimo que você poderia fazer ao foder uma garota é prestar atenção nela", disse, levantando meu corpo e me soltando com força sobre ele.

Era bom demais. O pau dele tinha explorado cantos do meu corpo que mais ninguém tinha explorado e, apesar das circunstâncias do início da nossa vida sexual, eu não conseguia me imaginar voltando para o meu estilo de vida sem graça e tradicional.

"Eu estou prestando atenção em você, mas o ângulo não está bom para o vídeo."

Meus olhos se arregalaram. Vídeo? Estiquei a mão para arrancar o celular do aperto dele, encarando o aplicativo da câmera na tela gravando tudo.

"Essa é uma excelente ideia, sua vadia." Ele apertou meus bicos do peito com força suficiente para me fazer curvar para a frente e me encolher. "Grave você mesma. Grave um vídeo de você mesma sentando no meu pau enquanto implora por mais."

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