LOGINTirei fotos primeiro.
A maioria ficou desfocada, mas as poucas imagens nítidas mostravam uma imagem perfeita dos meus seios a balançar enquanto o meu corpo subia e descia no membro do Kai. Depois das fotos, veio o vídeo. Os meus dedos quase perderam o apoio no telemóvel e o meu rosto ficou em brasa por causa da humilhação. Este era o telemóvel dele, ele podia fazer o que bem quisesse e ninguém o podia impedir. Afinal de contas, eu estava claramente a gravar os vídeos de livre vontade, e os meus gemidos tornariam tudo ainda mais difícil de desacreditar. «Diz-lhes o quão vadia tu és. Como imploraste pelo meu membro mesmo debaixo do teto da tua mãe.» Ele soava diabólico e impiedoso. «Tu... tu podes enviar isto a qualquer pessoa», ganreguei enquanto o membro dele roçava fendas dentro de mim que eu nem sabia que existiam. «Eu vou fazer a porra do que eu quiser e tu vais virar-te e aguentar essa foda. Não é verdade, vadia?» Ele esticou a mão e agarrou num dos meus seios, amassando e puxando até eu empurrar o meu peito para a frente, a implorar por mais. «Estás a ver?» Ele riu-se baixinho, beliscando os meus mamilos com força suficiente para me fazer encolher. «Diz lá.» Os meus olhos mudaram dele para o ecrã do telemóvel, que me gravava a acolher o membro bem fundo na minha vagina. «Sou uma vadia, a implorar por um membro sem vergonha nenhuma, embora a minha mãe esteja a poucas portas de distância.» A minha garganta encravou, incapaz de cuspir mais palavras através da humilhação. Pela manhã de amanhã, os meus colegas de turma já teriam visto tudo isto. E a pior parte era o quanto eu antecipava isso. A excitação. Por que razão a minha vagina estava a escorrer ainda mais com o pensamento de ir para a escola amanhã ao som de mim mesma a declarar ser uma vadia? «Com certeza. És uma vadia. A minha vadia. Por isso, quando eu disser para cavalgares o meu membro, faz isso como se a tua vida dependesse disso.» Ele torceu o meu mamilo. Um aviso doloroso para eu acelerar o ritmo. O meu corpo bateu contra o dele mais rápido, mais urgente, a perseguir um orgasmo antes que ele decidisse negar-me mais além. Certifiquei-me de empurrar os meus seios na direção da câmara e também de a posicionar para ter uma visão clara da minha vagina durante alguns segundos. De repente, ele agarrou a minha cintura, empurrando-me com força contra o seu membro e tomando o controlo do ritmo. O membro dele foi inacreditavelmente fundo e, em breve, os meus gemidos transformaram-se em gritos de prazer. O telemóvel escorregou das minhas mãos para a cama, aterrando com um baque suave. Ele estalou a língua, olhando para o aparelho enquanto me fodia a um ritmo sobre-humano. Depois, as mãos dele voltaram aos meus seios, empurrando-me para trás com eles. Aterrei de costas e, antes que o meu corpo se pudesse mover e adaptar, ele tinha saído da cama e arrastado-me para a borda. A seguir, o membro dele estava enterrado de volta lá dentro, fazendo-me arfar audivelmente. Ele fodeu-me na posição de missionário, arrancando cada grunhido e gemido de mim até a minha garganta parecer demasiado rouca para conseguir sequer sussurrar. «Gostas disto? Gostas de foder o teu meio-irmão, sua cadela pervertida.» A voz dele continha uma dor real por trás da excitação, mas, na sua busca para se vir, ele não parecia importar-se. «Foi apenas um desafio. Eu não sabia que te tinha magoado tanto.» Ele cortou-me com uma investida firme e punitiva que quase fez os meus dentes cravarem-se no meu lábio. «Sabes, para uma rapariga com um corpo tão incrível, tu és com certeza muito ignorante.» Ele continuava a foder dentro de mim, inclinando a cabeça para trás para rosnar bem alto. «Não sei o que é pior. O facto de me quereres humilhar em público ou nem sequer perceberes o quão errado isso foi. Mas isso não importa agora. Tenho esta vagina para compensar.» Ele tirou o membro, caindo de joelhos e enterrando o rosto entre as minhas pernas. A língua dele passou pela minha vulva, uma e outra vez, e eventualmente afundou-se nela. O desafio tinha sido simples. Pede a uma pessoa aleatória para te mostrar o membro e, se for grande, tinhas de cavalgar esse membro em público; se não fosse grande, a Emily cavalgava. O Kai tinha quebrado as minhas expectativas e eu tinha acabado com o membro dele metido até aos testículos na minha vagina e os vídeos já se tinham espalhado antes mesmo de a festa acabar. Ele não se tinha mostrado ofendido, mesmo quando, dois dias depois, a minha mãe anunciou o noivado com o pai dele. Contudo, agora ele queria acertar as contas. E estava pronto para me punir de todas as formas que eu merecia. Ele fodeu-me com a língua durante alguns segundos antes de se levantar em toda a sua altura. Notei então que os gemidos do quarto da minha mãe tinham diminuído, o que significava que íamos ser apanhados no momento em que ele cravasse o membro de volta em mim e os meus gemidos continuassem. «Eles já acabaram?» O Kai sorriu presunçosamente, olhando da parede de volta para mim. «A tua mãe deve ser extremamente apertada para satisfazer o meu pai tão depressa. Ou talvez, depois de abrir as pernas durante tanto tempo, ela tenha dominado a arte do sexo.» Ele riu-se da sua própria piada, empurrando o seu membro de volta para mim. O meu corpo tinha-se adaptado, tornando-se uma bainha perfeita para o membro dele. «Tão apertada, é como se esta vagina tivesse sido feita para mim.» Ele virou-me de mãos e joelhos, a acariciar as bochechas do meu rabo. «Foi, não foi? Esta vagina foi feita para acolher o meu membro, certo?» Acenei com a cabeça em concordância quase imediatamente. Qualquer coisa que mantivesse o membro dele dentro de mim. «E vais deixar-me foder este orifício sempre que eu quiser? Não me vais dizer a porra de um não, fui claro?» A minha cabeça balançou, com a garganta demasiado seca para falar mais. Senti o membro dele começar a inchar dentro de mim e o meu corpo libertou-se então, com a intensidade do meu orgasmo a ser suficiente para fazer o meu corpo tombar contra a cama. O Kai murmurou sobre como eu até me vinha como uma vadia, depois tirou-me da cama e pôs-me de joelhos no chão. Ele começou a masturbar-se perto do meu rosto. «Abre a boca.» Obedeci imediatamente, permitindo que ele se masturbasse para a minha boca até que jorros de sémen quente saíram do seu membro, aterrando no meu rosto e dentro da minha boca. Engoli imediatamente, observando enquanto ele tirava as roupas de onde as tinha descartado na minha cama, a ofegar profundamente. «Vais embora?» Ele acenou que sim, caminhando na direção da porta antes de congelar e voltar para a minha figura caótica no chão de madeira. Por um momento, pensei que ele tinha voltado para me dar algum carinho pós-sexo. Mas, em vez disso, ele empurrou o telemóvel para a minha cara. Estava preparado para um envio em massa. Bastava carregar num botão e a escola inteira veria. «Queres que fiquemos quites, certo?» Ele apontou o queixo para o telemóvel. «Envia tu mesma este vídeo para toda a gente.»Durante todo o caminho para casa, as palavras do Jason ecoaram na minha mente. Tanto que quase esqueci o desconforto humilhante causado pelo lubrificante e pela porra escorrendo pelas minhas coxas. Ele não tinha gozado dentro de mim, mas havia levado minha calcinha embora, me forçando a ir para casa usando apenas a minha saia curta.De repente, senti que alguém estava me observando. Foi uma sensação nítida que fez os pelos da minha nuca arrepiarem."De onde você está vindo?", as palavras ríscidas de Julian me fizeram dar um pulo enquanto eu me virava para encará-lo."Eu... eu esqueci uma coisa na casa da Lexi."Ele usava uma regata cinza e um short preto, suando e com os fones de ouvido enterrados nos ouvidos.A sobrancelha dele se ergueu. "Na casa da Lexi? O que você esqueceu?"Meus dentes cravaram no lábio inferior enquanto eu buscava uma desculpa. "Achei que tivesse deixado minha jaqueta de líder de torcida na casa dela, mas acho que ainda deve estar no estádio."Ele assentiu, sem
Meu corpo deu um salto para a frente, e a sensação de desconforto logo foi substituída por um prazer cegante.Eu não era estranha ao sexo anal. Na verdade, o cara que tinha tirado minha virgindade vaginal também tinha tirado a minha anal.Mas normalmente as pessoas entravam devagar e bem lubrificadas, e não secas como o caralho do Saara.Pela minha experiência, saliva nunca foi um bom lubrificante, mas Jason não parecia se importar enquanto começava a mover os dedos para dentro e para fora de mim, adicionando mais um no momento em que se deu por satisfeito com o alargamento.Eu queria reclamar, gritar para ele ser gentil, mas no momento em que meus lábios se abriram, tudo o que saiu foi uma série de palavras ininteligíveis e gemidos sem fim."Que vadia boa do caralho. Como é que a sua bunda é tão apertada? Eu sei muito bem que ela já foi usada demais para ainda estar assim tão justa."Ele riu, dando um tapa na minha bunda que já estava dolorida e vermelha. "Pronta para tomar meu pau n
Comparado àquele bruto do Jason, Julian era um santo do caralho.O que me fazia continuar sem entender por que eu insistia em ir atrás dele.Assim que Julian pegou no sono, chequei meu celular e vi duas mensagens de dois números diferentes.A primeira era do Jason, digitada às pressas e com a fome transparecendo em cada palavra: Minha casa. Agora.E a outra... de um estranho que eu conhecia bem demais: Seu namorado sabe que você gosta de ser fodida desse jeito?Não respondi à segunda mensagem, mas, enquanto caminhava pela rua em direção à casa do Jason, a poucos quarteirões dali, parecia até que alguém estava me observando.Essa sensação, porém, foi logo esquecida assim que Jason abriu a porta da sua casa.Antes que qualquer palavra pudesse escapar dos meus lábios, ele se avançou, esmagando a boca dele contra a minha em um beijo ardente e apaixonado."O que é isso?", perguntei, fingindo demência.Ele deu uma risadinha, com seus olhos azul-escuros completamente vazios de emoção enquant
Julian deu alguns passos para trás, desabando em um dos assentos de madeira. As persianas atrás dele estavam fechadas, então eu conseguia vê-lo claramente."Eu quero você." Ele se afastou, e seus olhos escuros encontraram os meus. "Eu quero provar você." Ele me puxou para o seu colo, e eu me sentei alegremente com uma perna de cada lado."Eu sou sua", sussurrei enquanto me inclinava lentamente em direção a ele até que nossos lábios se tocassem. Ele me beijou com suavidade no início, depois de forma agressiva até eu ficar sem fôlego.Percebendo minha necessidade de ar, seus lábios deixaram os meus e ele olhou para mim. "Senta na mesa.""Por quê?", perguntei com um biquinho.Ele passou os braços ao meu redor e me levantou. Dei risadinha como uma adolescente enquanto ele me carregava e me sentava na mesa dele.Soltando um suspiro fundo, ele se aproximou de mim até que sua respiração roçasse o meu rosto. Ele deu um sorriso de canto e levou os lábios à minha orelha."Eu te disse, não gosto
Meu celular vibrou enquanto Julian me empurrava contra a parede da biblioteca. Tínhamos saído do estádio e vindo para cá com a intenção de tomar um ar.Minha buceta, no entanto, tinha outros planos. Foi assim que acabamos agarrados um ao outro na biblioteca, nos beijando.O estranho misterioso tinha me deixado gozar, mas meu clitóris ainda estava gotejando, exigindo mais, e o garoto debaixo de mim era o único homem, além de Jason, que conseguia me arrombar do jeito que eu queria.Forte e sem misericórdia."Me fode, Julian. Comemora a sua vitória com um pouco de buceta. Você não quer?" Minha voz era manhosa e sedutora, no tom perfeito para deixá-lo excitado.Com certeza, o pau dele endureceu contra a minha coxa, e eu me esfreguei nele, pressionando com mais força da minha posição, sentada no colo dele."Sério, Jess? Você quer fazer isso aqui, logo neste lugar? Você é mesmo uma vadia pelo meu pau, não é?"Ele deu uma risadinha. Mal sabia ele que eu não era uma vadia só pelo pau dele. Eu
"Ei, amor, é você aí encostada no corrimão perto da arquibancada?" A voz calma e rouca de Julian veio arquejante pelo telefone. Tentei arrancá-lo da mão do meu captor, mas ele simplesmente se afastou, enquanto a outra mão me segurava para que ele tivesse acesso total à minha buceta enquanto a dilapidava. "É... é sim, sou eu. Também consigo te ver." Minha voz tremeu, subindo o tom à medida que o homem que me segurava me fodia mais forte, em um ritmo perigosamente familiar. "O que você está fazendo aí no alto? Desce para comemorar com a gente. Eu finalmente venci aquele arrombado, dá para acreditar?" O arrombado sendo o maior rival dele, Jason. "É, eu já... já vou descer. Só preciso pegar algumas coisas." "Tipo o quê?" Mesmo de longe, pude ver a confusão no rosto dele se transformar em suspeita. "Está acontecendo alguma coisa?" Ele parecia preocupado, e a última coisa de que eu precisava era que ele viesse até aqui investigar. A multidão ainda era grande, o que tornava di







