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A vadia do meu meio-irmão (2)

Author: Author.B
last update publish date: 2026-09-07 05:50:49

A palma da mão dele se chocou contra os meus lábios, abafando os gemidos incontroláveis que escapavam da minha boca.

Era impossível segurar com o pau de Kai enterrado tão fundo dentro de mim.

"Não grita, porra. A gente pode ser pego." A outra mão dele veio voando na minha nádega, deixando um ardor satisfatório enquanto ele agarrava a carne macia.

"Ah, porra, você é tão grande!" Meu corpo não parecia meu, não com o prazer intenso despertando partes minhas que nem deveriam existir.

"Stella? Está tudo bem?" A voz preocupada e ligeiramente irritada da minha mãe ecoou na cozinha, fazendo nós dois congelarmos.

"É... sim, mãe. Está tudo bem." Minha garganta parecia seca enquanto meus ouvidos se esforçavam de ansiedade.

Com certeza, uma cadeira se arrastou contra o chão de madeira da sala de jantar e passos se aproximaram.

"Merda, merda, merda." Kai puxou o pau duro de dentro de mim, se recompondo. Em menos de um segundo, seus óculos já estavam de volta e ele passou do cara que conheci numa festa e que me comeu de jeito para o nerd que seu pai acreditava firmemente que ele era.

Levei um segundo para perceber que eu ainda estava seminua, com meus buracos totalmente expostos para a porta.

Rapidamente, ajeitei minhas roupas amassadas, correndo para fora do cômodo e passando direto pela minha mãe.

Ela bufou assustada quando passei, segurando o peito enquanto olhava alternadamente para mim e para a cozinha. Mas antes que ela tivesse tempo de juntar as peças, corri para o meu quarto, batendo a porta atrás de mim.

Minhas coxas pareciam pegajosas e a adrenalina tinha secado meu tesão, embora os pensamentos sobre o pau do Kai tenham despertado meu clitóris rapidamente.

Meu corpo parecia rígido e pesado depois daquela confusão no jantar lá embaixo. Tirei minhas roupas, deixando a saia curta e o top caírem no chão.

O chuveiro estava na temperatura certa, quente o suficiente para relaxar os nós de tensão nos meus músculos sem causar desconforto.

Meus pés pareciam pesados enquanto me arrastava para debaixo do chuveiro, me segurando sob a água.

A água morna encharcou meu cabelo, lavando o suor e os últimos vestígios do toque de Kai em mim.

Não demorou muito, porém, para meus bicos do peito dourarem e minha buceta começar a exigir atenção.

Sem escolha, meus dedos finalmente afundaram no calor firme, explorando o interior macio da minha vagina.

Meus olhos se fecharam, os dedos roçando em cada parte que podiam alcançar.

Minha outra mão envolveu meu peito de tamanho médio, apertando-o com força.

Por um breve momento, pareceu que as mãos de outra pessoa haviam assumido o controle, duras e implacáveis. Demorou um pouco para eu perceber que a mão acariciando meu outro peito não podia ser minha, já que minha outra mão ainda estava afundada na minha buceta.

Meu corpo deu um tranco para a frente, quase caindo no chão, não fossem os braços fortes de Kai me segurando com firmeza.

"Cuidado. Eu odiaria ter que te foder com um braço quebrado." Sua voz fria e divertida soou perigosamente perto do meu ouvido.

"Como você..."

"Não importa. Meu pai e sua mãe foram foder na cama, o que significa que temos todo o tempo do mundo antes que ele a foda até ela desmaiar."

"E o que nós vamos fazer nesse tempo?" Meus dedos saíram da minha buceta, dando acesso a ele.

Ele não respondeu, além da cabeça dura do seu pau afundando na minha buceta. Meus gemidos foram engolidos pelo som da água do chuveiro espirrando contra os azulejos do banheiro.

Ele retomou o mesmo ritmo brutal que mantinha na cozinha. Em pouco tempo, ele estava arfando e achei que estivesse à beira do orgasmo.

O pau dele escapou de mim, ainda duro e latejante. Ele me virou de costas, me dobrando até que minha única fonte de equilíbrio fossem as palmas das mãos dele na minha bunda e as minhas na parede.

"Não tenta me fazer gozar tão rápido. Não vou embora até meu pau provar cada buraco que você tem a oferecer."

Ele deu uma risada maliciosa, cutucando meu ânus com o polegar.

Cada célula do meu corpo congelou enquanto o dedo abria caminho para dentro do buraco apertado. Ele o puxou para fora com um estalo e pegou meu hidratante, derramando um pouco na palma da mão como lubrificante.

"Já fez anal antes, sua vadia?" Ele esfregou o creme no meu buraco e nos dedos dele.

"Só uma vez. Acho que não..." O dedo dele voltou para dentro e logo outro o seguiu. Ambos os dedos começaram a se afastar, fazendo um movimento de tesoura dentro de mim.

"Não me importa o que você acha." Ele colocou um pequeno sabonete na minha mão. "Deixe cair se quiser que eu pare."

Senti algo molhado pressionar meus lábios e logo Kai tinha um gag de bola firmemente preso ao redor da minha cabeça. "Não quero que você faça a gente ser pego."

Os dois dedos continuaram, a sensação de preenchimento impossível acompanhada pela presença dele.

O desconforto no meu anel logo se transformou em puro prazer e os dedos dele já não pareciam suficientes.

"Porra, por favor, Kai. Seu pau. Mete seu pau na minha bunda." Eu queria gritar, mas o gag fazia as palavras saírem como gemidos abafados.

Ele deu uma risada abafada, divertido com os meus súplicas.

Meu ânus parecia dilatado o suficiente, mas com tudo o que eu tinha ouvido sobre sexo anal, era melhor estar preparada antes de ser fodida.

"Pronta?" Ele não esperou por uma resposta antes de afundar, mais devagar do que quando estava usando minha buceta.

Cada centímetro parecia mais impossível que o anterior e, quando o pau dele estava enterrado até as bolas, parecia impossível respirar, quanto mais pensar.

A sensação de esticar parecia demais, mas eu sabia que a dor logo valeria a pena.

Kai se moveu, puxando devagar apenas para se cravar de volta, me dando a chance de me adaptar.

O sabonete quase escorregou da minha mão, mas meu punho se fechou ao redor dele, segurando como se minha vida dependesse disso enquanto Kai finalmente começava a me foder no ritmo que desejava.

"Gosta disso? Gosta de tomar o pau do seu meio-irmão na bunda?" O aperto dele no meu quadril ficou mais forte.

A água morna escorria pela minha pele, algumas gotas caíam nos meus olhos, embaçando minha visão enquanto minha cabeça balançava, assentindo furiosamente.

O prazer se tornou intenso demais, me levando ao limite da sanidade. Meu orgasmo percorreu meu corpo e o sabonete caiu dos meus dedos.

Kai puxou para fora, me virando e me empurrando em direção ao quarto. "Vai para a cama e fica de quatro. Vou te foder de novo, dessa vez, sem piedade."

Se ele tinha mostrado piedade antes, eu mal podia esperar para ver como ele seria sem ela.

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