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A vadia do meu meio-irmão (6)

Author: Author.B
last update publish date: 2026-09-07 05:55:56

O sêmen de Max ainda pingava da minha buceta quando consegui subir as escadas, equilibrando uma bandeja com um copo de água gelada e uma tigela de frutas.

Kai estava sentado na minha cama, encarando a parede quando entrei. Seu pau estava duro e ereto entre suas pernas, sem amolecer mesmo sem a minha buceta ao redor dele.

Os olhos dele desviaram para as manchas de sêmen nas minhas coxas e depois para os meus olhos. Meu olhar baixou, a vergonha ameaçando me engolir por inteiro. Eu não podia descer mais baixo do que já tinha descido.

"Trouxe o que você pediu", disse, colocando a bandeja na cômoda grande ao lado da porta.

"Ele te fodeu?" Ele levantou um dedo, fazendo um gesto para eu aproximar a bandeja.

Obedeci imediatamente, desesperada para ser boazinha depois de cometer tal infração. "Ele só veio por trás de mim e..."

Ele se levantou de repente, me interrompendo no meio da frase. "Sua vadia nojenta. Meu pau não foi o suficiente para você, né?"

Meu rosto ficou vermelho enquanto ele pegava uma fatia de abacaxi congelada e a pressionava contra meu bico do peito esquerdo.

A bandeja quase caiu ali mesmo enquanto a fruta gelada fazia arrepios subirem por toda a minha pele.

"Porra." Ele pressionou mais fundo, antes de se inclinar e sugar o pedaço de fruta para dentro da boca.

"Eu disse para ele não gozar dentro de você", ele resmungou enquanto mastigava, pegando outro pedaço de fruta.

As palavras dele finalmente fizeram sentido enquanto meu bico do peito se adaptava ao próximo ataque gélido. "Espera, o quê?"

"Meu pai. Eu disse para ele não gozar dentro de você quando te mandei lá para baixo."

"Você deixou ele me foder?" Meus olhos se arregalaram, nojo e tesão travando uma guerra feroz na minha cabeça. "Por que porra você faria isso?"

"Eu já fodi a cadela dele, é justo que ele foda a minha também." Ele deu um sorriso malicioso antes de pegar meu bico do peito de volta na boca e sugar a fruta dele.

Os dentes dele se cravaram no broto macio e, por um breve momento, nossa conversa foi esquecida enquanto a boca dele me dava mais prazer do que qualquer vibrador jamais poderia dar.

Então meu cérebro decodificou o significado da última frase dele e eu me afastei, quase virando o copo alto cheio até a borda com água gelada na bandeja.

"Você fodeu a minha mãe?" Minha mente acelerou, procurando os possíveis momentos em que ele teve a chance de enfiar o pau na mulher que me colocou no mundo.

"É." Ele não deu mais explicações enquanto esticava a mão, desta vez pegando a água em vez da fruta. "O chão está limpo, né?"

Meus olhos se estreitaram ligeiramente, desconfiada do próximo passo dele, embora a antecipação deixasse minha buceta ainda mais molhada. "Sim, por quê?"

"Você fodeu o meu pai sem permissão. Eu preciso te punir", ele disse simplesmente, dando um pequeno gole no copo.

"O que você vai... porra!" A palavra saiu engasgada quando Kai começou a despejar a água em mim, devagar, enquanto as gotas desciam pela minha pele em um ritmo agoniante.

A água estava tão gelada que provavelmente estava a minutos de congelar na geladeira.

Ele não parou mesmo quando a água acabou e só restaram os cubos de gelo.

Quando ele tirou o copo de cima da minha cabeça, meu corpo estava tremendo de frio, ainda nua e exposta, com meus bicos do peito duros e apontando para fora como vidro.

Ele se curvou, pegando dois cubos de gelo e estalando a língua nos dentes. "Olha só. Você fez uma bagunça enquanto eu te limpava. Garota suja."

"Vira de costas e se dobra", ele disse, arrancando a bandeja das minhas mãos e colocando-a de lado.

Meu corpo já começava a se adaptar ao dildo grande na minha bunda, e quase temia perder a sensação de estar completamente preenchida.

Essa sensação não durou muito, no entanto, porque assim que o brinquedo escorregou para fora, foi rapidamente substituído pelos cubos de gelo.

"Kai... porra, você está me deixando louca!" Minha garganta doía de tanto gritar. Não havia sentido em tentar ficar em silêncio de qualquer forma.

Se o que ele disse estava correto, minha mãe era uma vadia tão louca por pau quanto eu.

"Eu também, querida. Eu também." Ele empurrou os outros cubos de gelo esquecidos para dentro do meu ânus, até que começaram a derreter dentro de mim e a pingar para fora. "Tudo bem, vadia, limpe sua bagunça. Se você parar, eu tiro. Fui claro?"

Estiquei a mão para a toalha que ele tinha largado na cama depois de entrar de fininho no chuveiro comigo, mas a mão dele disparou instantaneamente, dando um tapa na minha.

"Usa a porra da sua língua, sua cadela."

Meus joelhos entraram em contato com o chão, minha cabeça balançando em um aceno enquanto baixava para lamber a água do chão como um cachorro.

Ele jogou a bandeja na cama depois que ela cumpriu o propósito que ele queria. Me humilhar.

Bem quando minha língua passou pela água, o pau dele foi enterrado até o cabo dentro da minha buceta.

Era uma tarefa impossível, ser fudida tão profundamente enquanto era incapaz de gemer. Cada gemido de prazer era engolido, junto com quaisquer gotas de água que minha língua conseguia tirar do chão.

Meus lábios absorviam tudo como se a água do chão fosse as últimas gotas existentes.

Ele começou a dar estocadas com a velocidade e a loucura de um psicopata, rindo sadisticamente enquanto me via lutar para continuar limpando a bagunça enquanto meus quadris batiam de volta para acompanhar o ritmo dele.

"Você... você terminou?" Consegui pronunciar com dificuldade, olhando para trás apenas para levar um tapa violento na bunda, me mandando de cara na poça que restava no chão.

Ele continuou me fudendo, porém, sem cumprir a ameaça de ir embora. Nós dois sabíamos o motivo. Ele precisava gozar tanto quanto eu.

A única diferença era que ele podia usar meu corpo como um brinquedo e chegar ao orgasmo enquanto me negava o meu próprio prazer.

"Terminou com o quê?"

"De me punir. Pela festa, quero dizer." Meus bicos do peito, já duros e sensíveis, roçavam o chão a cada estocada violenta, enviando explosões de dor e prazer pelo meu corpo.

Ele não me ordenou a gozar ou não, e quando meu orgasmo veio, foi incontrolável. Meu corpo travou, as pernas tremendo enquanto o gozo escorria da minha buceta.

Kai continuou me fudendo, sem desacelerar ou responder às minhas perguntas até que seu pau disparou jatos quentes de sêmen fundo dentro de mim. Eu deveria ter sentido mais vergonha do que senti pelo fato de um homem e seu filho terem gozado dentro da minha buceta na mesma noite.

"Sobe na cama, querida, vamos de novo. Eu nunca vou terminar de punir você e o seu clitóris."

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