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A vadia do meu meio-irmão (5)

Author: Author.B
last update publish date: 2026-09-07 05:54:32

A tela do celular se apagou bem no momento em que meu dedo tocou em enviar.

Estava feito e era oficial. Eu era a vadia da turma.

"Boa garota. Agora você vai deixar eu te foder como a vadia que você acabou de dizer a todos que era, não vai?"

Eu assenti, arfando como uma cadela enquanto os dedos dele agarravam meu queixo com força, me puxando para ficar de pé.

Do jeans dele, que estava jogado em um monte na minha cama, ele pegou um dildo vermelho comprido e alcançou minhas costas, enfiando-o na minha bunda.

Eu uivei, mal conseguindo acomodar o plugue grande. "Porra."

"Cala a boca", ele esbravejou, puxando o gag de bola sobre a minha boca e me silenciando.

"Me traga um copo de água e uma tigela de frutas da cozinha."

Através da névoa do meu tesão, as palavras dele levaram um momento para fazer sentido. "O quê?"

A pergunta saiu abafada pelo gag e me rendeu um tapa firme na bunda, me fazendo dar um pulo.

"Você não me questiona, porra", ele rosnou, passando os dedos pelo meu cabelo antes de fechá-los em um punho. "Vá para a cozinha e traga o que eu pedi."

Meu rosto ficou vermelho com o tratamento bruto. Alcancei algumas roupas que estavam jogadas no chão, apenas para levar outro tapa na bunda.

"Você vai nua, sua vadia."

Meus olhos se arregalaram, encarando os dele. Antes que as reclamações pudessem escapar dos meus lábios, no entanto, eles se fecharam. Reclamar só me renderia outro tapa.

Ainda assim, nossos pais também estavam nesta casa. Sair completamente nua fazia minha buceta pingar pelo pau dele, mas o risco envolvido me levou ao topo do tesão.

Sem pensar duas vezes, meus pés se arrastaram um atrás do outro em direção à porta. Hesitei por um breve momento e Kai me deu outro tapa, bem na pele dolorida do segundo tapa.

Antes que ele pudesse me empurrar mais, saí pressurosa, correndo pelo corredor em direção à cozinha.

Seria fácil preparar uma tigela de frutas para ele, e ele só tinha pedido um copo de água mesmo.

Eu estaria de volta à segurança do meu quarto antes que qualquer um dos meus pais pudesse sair de seus quartos.

A cozinha estava com a luz apagada, deixando um reflexo fraco das paredes brancas e balcões cinzas até que minha mão encontrou o interruptor e o ligou.

O cômodo se iluminou e o plugue se deslocou na minha bunda enquanto meu corpo se movia em direção à geladeira.

Ele tinha pedido um copo de água. Assim que eu enchesse um copo com gelo, adicionaria um pouco de água.

Meus movimentos eram lentos e calculados, tentando evitar o prazer intenso que vinha com o plugue grande na minha bunda.

A cesta de frutas estava no topo da geladeira branca e grande.

Minha estatura de um metro e cinquenta não conseguia alcançá-la nem na ponta dos pés e, bem quando eu estava pronta para desistir e pegar algo para empurrar a cesta para baixo, uma mão grande e musculosa alcançou por trás de mim e pegou a cesta.

Eu me virei, colando meus peitos no peito de Max, o pai de Kai.

Ele resmungou, nem um pouco tímido para tirar os olhos do meu peito.

Eu queria pedir desculpas. Explicar. Qualquer coisa que de alguma forma consertasse a confusão em que Kai tinha me colocado.

Mas o gag não me permitia fazer nada e, combinado com o plugue na minha bunda, eles me faziam sentir ainda mais vadia do que antes.

"Olha só. Uma pombinha deixou o ninho sem nenhuma pena para se cobrir", ele riu baixo, me fazendo congelar.

Ele soava exatamente como Kai e, quando se esticou para a frente e envolveu a mão ao redor do meu peito, o toque dele pareceu com o de Kai também.

Ele começou a apertar e amassar, beliscando meus bicos com força.

Meus gemidos aumentaram de volume, mal abafados pelo gag de bola.

"Vejo que meu filho pegou você", ele bateu no plugue na minha bunda, mexendo nele. "Você está sendo tão boazinha. Ele te pediu para trazer frutas?"

Assenti rapidamente, tentando controlar minha excitação.

"Tudo bem. Faça o que ele pediu e me deixe fazer o que eu quiser aqui atrás." Ele lambeu os lábios de forma maliciosa antes de me virar e me dobrar sobre o balcão.

Minhas mãos encontraram o caminho para as minhas costas, porque mesmo sem estar amarrada, eu sabia como me submeter.

Max pressionou seu pau duro contra a entrada da minha buceta através do jeans enquanto brincava com o brinquedo na minha bunda, me fazendo rebolar.

"Você quer isso? Quer o pau do papai?"

Assenti, resmungando coisas incompreensíveis através do gag.

"Continue fazendo a tigela de frutas." Ele puxou o cinto do jeans e, em um movimento rápido, seu pau estava para fora.

Nenhuma outra palavra foi dita enquanto ele se cravava em mim. A maçã que eu tinha pegado escorregou da minha mão para o balcão.

Pelo menos agora eu sabia algo que Max e Kai tinham em comum, além de serem insuportáveis, eram seus paus impossivelmente grandes.

Gritei através do gag, incapaz de segurar enquanto Max começava a mover seu pau maciço dentro de mim.

A forma como ele me fudia era inteiramente diferente de Kai. Não era possessiva ou de posse, apenas um cara que sabia o que queria e pegava.

Em pouco tempo, nós dois estávamos gemendo, a fruta há muito esquecida até que ele deu um tapa na minha bunda. "Continue fazendo o que ele te mandou fazer."

Meus dedos tremiam, mal conseguindo segurar a faca com firmeza suficiente para fatiar uma maçã.

Ele investia contra mim com tanta força e fôlego que quase duvidei que ele tivesse fudido minha mãe há meros minutos.

"Sabe, ele me contou sobre você", ele arfou, quebrando o silêncio.

Algumas palavras ininteligíveis caíram dos meus lábios, exigindo saber o que Kai tinha dito.

"Ele me contou tudo sobre aquela festa e o seu desafio." Na última palavra, ele se cravou na minha buceta com força suficiente para me mandar voando, se não fosse pelo balcão.

O prazer era tão intenso que eu nem me importava em tentar explicar. Meu orgasmo estava subindo rápido e comecei a me empurrar de volta contra o pau dele.

"Ele me contou tudo sobre como você é uma vadia. Eu até achei seu vídeo na internet também", ele riu baixo, dando estocadas profundas e punitivas na minha buceta já bem fudida.

Eu não poderia me importar menos com o que ele estava dizendo, no entanto. Tudo o que eu sabia era que queria gozar e estava a segundos disso. O pau dele começou a inchar dentro de mim, me dizendo que ele estava perto também.

Ele já tinha jogado a cabeça para trás, liberando seu sêmen dentro de mim antes que eu percebesse que ele não tinha usado camisinha.

O porra do meu padrasto estava dentro de mim. Merda.

"Ele realmente não estava exagerando. Esta buceta é de ouro", ele riu baixo e depois fez algo que me deu vontade de arrancar a cara dele com as unhas.

Ele tirou para fora.

Eu me virei imediatamente, com as pernas tremendo, gritando através do gag para ele me deixar gozar.

Meu buraco piscava, implorando por atenção enquanto o plugue na minha bunda continuava se deslocando, aumentando minha miséria.

"Ah, não, eu não dou a mínima para o seu prazer. Se quiser gozar, volte para o garoto que te plugou e veja se ele deixa. Ah, e não se esqueça do que ele pediu."

Ele levantou as calças e começou a se aproximar da porta depois de apertar meus bicos do peito com força mais uma vez.

Antes de sair, ele murmurou algo que meus ouvidos mal captaram, mas fez meu clitóris doer ainda mais: "Tal mãe, tal filha."

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