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Capítulo 157

مؤلف: Romênia
last update تاريخ النشر: 2026-09-15 18:08:18

Capítulo 86 - LIVRO 2

Havia suco natural, café, leite, bolo, torradas, queijo, manteiga e outras pequenas coisas organizadas cuidadosamente sobre a mesa. Tudo estava impecável, bonito e perfeitamente arrumado, como se ela esperasse receber várias pessoas em vez de apenas ele e uma criança.

Cayenne continuou ajeitando algumas coisas enquanto Alessio permaneceu em pé ao lado da mesa.

— Bom dia — respondeu finalmente.

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  • Sob o Domínio do Fazendeiro (O CONTRATO)   Capítulo 169

    Capítulo 98 - LIVRO 2Cayenne foi organizando a mesa, levando pratos e talheres enquanto Alessio levava o que ela pedia, guardava algumas coisas e ajudava a deixar a cozinha em ordem.Ele ficou observando Cayenne se movimentar pela cozinha com tanta facilidade e comentou cheio de administração:— Eu admiro esse seu jeito de cuidar da casa, de cozinhar. Desde quando não sabia nem ler, fazia as receitas certinhas. Ela virou o rosto para ele e sorriu, falou lembrando do passado.— Ah, admira, é?Havia graça em sua expressão, continuou falando.— Você adora comer o que eu faço, né? Eu lembro bem como você sempre comia tudo que eu fazia.Alessio sorriu nostálgico, Cayenne continuou, empolgando-se com o assunto:— Você sabia que eu fiz curso de gastronomia?Ele respondeu surpreso.— Não. Combina com você.Ela continuou falando.— Eu sei fazer de tudo que você imaginar.— Aprendi a misturar coisas e fazer outras que eu nem sequer sabia que podia comer. Eu já fiz de tudo.Riu de si mesma.—

  • Sob o Domínio do Fazendeiro (O CONTRATO)   Capítulo 168

    Capítulo 97 - LIVRO 2Quando chegou de volta à fazenda, Alessio estacionou e foi entrando com as coisas que havia buscado.Levou primeiro tudo para o quarto, deixando organizado por lá. Assim que saiu novamente para o corredor, ouviu as vozes vindo da cozinha.Ou melhor, ouviu principalmente a voz de Jorge.O menino falava sem parar sobre insetos.Alessio seguiu o som e, quando chegou à cozinha, encontrou Jorge ajudando Cayenne com o jantar.Cayenne ainda estava bebendo. Tinha uma cerveja por perto enquanto preparava a comida, e Jorge permanecia ao lado dela, acompanhando tudo, contando alguma coisa atrás da outra.Assim que viu Alessio entrando, Cayenne olhou para ele com um sorriso quase desesperado e falou, rindo de nervoso:— Ele não para, né? Nossa...Alessio entendeu exatamente o que ela queria dizer, começou a rir.— É, não para. Não para de falar, né?Olhou para o filho.— Ô, filho, você vai deixar a Cayenne doida. Ela não tá acostumada com criança falando assim no ouvido dela

  • Sob o Domínio do Fazendeiro (O CONTRATO)   Capítulo 167

    Capítulo 96 - LIVRO 2Alessio se aproximou devagar da piscina, observando os dois.Por alguns segundos, permaneceu apenas em pé rindo, olhando Jorge se divertir com Cayenne. O menino estava completamente à vontade, rindo alto, falando sem parar como se já estivesse acostumado a estar ali.Alessio se sentou perto da piscina, falou oi mostrando a sacolinha da farmácia.Cayenne olhou imediatamente para ele, falou se aproximando.— Você não quer entrar?Alessio balançou a cabeça.— Não. Tenho que ir fazer minhas coisas, quer tomar já? É melhor né!Ela se aproximou, foi saindo da piscina, falou rindo. — Ah, que chato. Alessio foi abrindo a caixinha, ela pegou um copo de suco, ele se levantou sério, deu a cartela nas mãos dela, falou desconcertado.— Isso não devia ter acontecido. Sem proteção!Cayenne sorriu com a maior naturalidade do mundo, falou com deboche.— Gostou pelo menos? Ele sorriu sutilmente intrigado, respondeu evitando o contato visual.— E tem como não gostar? Ela deu de

  • Sob o Domínio do Fazendeiro (O CONTRATO)   Capítulo 166

    Capítulo 95 - LIVRO 2 A afastou as pressas quando foi soltando o pré gozo. — Para para para! Estava todo vermelho dos pés a cabeça, ofegante, ela se aproximou falou rindo lambendo a cabeça do pau, como uma devassa. — Quero todo o seu leitinho. Você goza muito rápido e nem diz que a culpa é minha. Devo me preocupar? Ele ficou desconcertado, respondeu se sentando a afastando sutilmente. — Já te falei que não fico com ninguém a muito tempo. Ela foi subindo no colo dele, falou roçando a intimidade úmida na ereção dele, o acariciando no rosto, pescoço e ombros. — Tudo bem, não fica nervoso. Eu entendo! — Trouxe camisinha? — Disse o beijando no pescoço. Alessio estava um pouco frio, com as mãos na cintura dela, falou sério. — Não tenho. Você não usa anticoncepcional? Ela o olhou séria, respondeu levando a mão até o meio dos dois. — Não. Pegou o pau, e o colocou dentro de si lentamente, Alessio ficou paralisado a olhando nos olhos, estava nervoso, quando sentiu a buceta úmida q

  • Sob o Domínio do Fazendeiro (O CONTRATO)   Capítulo 165

    Capítulo 94 - LIVRO 2Ele estava distraído relendo tudo, quase desistindo de enviar, Cayenne o viu pela fresta, empurrou sutilmente a porta, falou séria reparando nos olhos marejados dele.— Oi, tudo bem? Aconteceu alguma coisa?Ele enviou, se aproximou, falou a olhando fixamente nos olhos sério.— Sim. Seu cheiro chega antes de você, refrescou?Ela respondeu encostando no batente da porta, o olhando diretamente no abdômen sarado.— Uhum, tem algo errado com o meu cheiro? Você não gosta? Posso trocar.Ele parou bem em frente a ela, acariciou seu rosto sutilmente, falou a segurando pela lateral do pescoço.— Até parece, que faria isso por mim. Seu cheiro, só não é melhor, que o seu gosto.Ela começou a rir desconcertada com o elogio, ele se aproximou e cheirou o pescoço dela, foi distribuindo beijinhos a deixando arrepiada.Ela fechou os olhos, falou baixinho sorrindo o acariciando nos braços e costa

  • Sob o Domínio do Fazendeiro (O CONTRATO)   Capítulo 164

    Capítulo 93 - LIVRO 2Alessio ficou rindo pensativo.Já começava a desconfiar que Cayenne estava com segundas intenções para cima dele.Depois da madrugada anterior, principalmente, não sabia mais distinguir muito bem o que fazia parte do acordo, o que era provocação contra Renzo e o que ela realmente queria, ele falou enquanto dirigia.— É... se você quiser, a gente fica.— Mas eu acho melhor não.Cayenne franziu a testa, perguntou já na defensiva.— Por quê?Alessio olhou rapidamente para Jorge, antes de explicar:— Porque o Jorge vai começar a ficar livre demais e isso não é bom.Ela continuou olhando, sem entender completamente, Alessio explicou falando baixo.— Porque, a partir do momento que você falar um não pra ele, ele vai ficar com muita raiva de você. Ele é assim. Ele é criança. Não entende que cada coisa tem o seu devido momento, que às vezes acontecem coisas e depois não vão acontecer de novo.Alessio suspirou.— É complicado.Cayenne permaneceu quieta, ficou séria nitida

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