LOGINSabrina era posta em uma maca ainda inconsistente, Aaron desceu apressado, batendo a porta do veículo com força, Gustavo resmungou ao sair do carro dando a volta no mesmo e bufa ao notar a lataria amassada por causa do primo.
-Merda.Ele correu alcançando Aaron que estava prestes a anunciar uma discussão.-Esse homem não vai encostar um dedo na minha mulher.- ele rosnou entre os dentes, encarando furiosamente doutor Valentin.-Então você prefere que a Sabrina morra?- Kléber questiona tentando se manter calmo. -Se eu não entrar com ela agora, ela morre Aaron.Kléber levantou o tom de voz, ajustou seu jaleco com o seu nome estampado nele em seu corpo, aguardando a resposta do homem que estava alguns centímetros de distância.Sabrina já havia entrado, passaria por um exame de tomografia...-Não repita o nome dela...-Deixe ele ir Aaron!- Gustavo intervém se pondo à frente do primo. -Não quero minha amiga morta por causa de uma briga besta.Aaron se calou.-Irei fazer o meu melhor.- Kléber de as costas e se apressou para alcançar os enfermeiros sumindo do campo de visão dos rapazes.-Eu quero aquele homem morto.- Aaron aumentou o tom de voz na recepção recebendo atenção das pessoas que aguardavam sobre seus parentes e alguns funcionários.Gustavo forçou um sorriso sem graça, e puxou o primo para outro canto.-Você deve estar doidinho pra ser preso.- diz encarando os olhos negros que reviráram. -Se a polícia souber...-A polícia.- Aaron diz irônico com um sorriso debochado. -Eu tenho aqueles idiotas na palma da mão.-Podem expulsar a gente daqui...-Eu só saio daqui com a minha mulher, Gustavo.Gustavo se afasta surpreso pela autoridade do primo que o encara sem esboçar surpresa.-Agora ela é sua mulher! Não estava atrás da Sabina?-Porra! Cala a bocaEle abandona o primo se sentando em uma cadeira próxima, abaixando a cabeça.Gustavo encara o primo que esfrega o rosto e nega com um sorriso de lado.-Eu sabia!Depois de 4:00h Kléber analisava o resultado da tomografia em suas mãos, por milagre não foi constatado nenhum dano em região craniana.Ele observava a loira dormindo profundamente por conta dos sedativos.-Você é a cópia da sua irmã...-ele analisa os batimentos cardíacos se estabilizarem. -Imagina se ela soubesse de tudo que está acontecendo agora.Seus arranhões nas bochechas não eram notáveis como antes, em algumas partes do corpo haviam alguns curativos e uma faixa um pouco acima do seu joelho esquerdo.Ele queria contar a sua mulher, mas não podia! A gestação exigia repouso, por isso Ele não a trouxe junto contigo, na ilha Sabina teria paz e tranquilidade.Coisa que falta na Alemanha.-Admiro você Becker! Passar por tudo isso...Kléber se afasta ao ter a porta do quarto quase sendo arrombada.-Seu trabalho acabou, saia.- diz ríspido o encarando nos olhos.Kléber apenas faz algumas anotações e regula o nível de oxigênio que era transferido para a garota.Gustavo o olhar suplicativo, temendo o próximo passo do primo que por sorte deixou a magnum no porta luvas.-O estado dela é estável, se me dão licença.- Gustavo assentiu, Kléber olhou pela última vez a loira recebendo o olhar matador do mafioso a sua frente e saiu fechando a porta silenciosamente.Seu telefone toca em um dos bolsos e ele o pega.-Valentin.-Kléber! Como vai o homem que é dono do sorriso mais bonito do mundo?-Dia difícil no hospital loira, fora isso está tudo bem e vocês? Como estão os amores da minha vida?-Bem!- ela riu. -Sabe valentin? Eu não estou com um pressentimento nada bom, houve algo?Kleber suspira ao se sentar em sua antiga cadeira, sua sala ainda estava intacta.-Deve ser somente impressão Sabina, procure relaxar, sim?-Eu amo você, Valentin.- sussurrou saudosa.-Também amo vocês loira.Aaron análise os curativos espalhados pelo seu corpo magro, fios espelhados pelos travesseiro branca e ele negou sutilmente ao alisa os fios loiros, delicadamente.-Seja lá quem ousou a fez isso com você gatinha, eu irei fazer pagar por cada arranhão lhe causado.- ele beija gentilmente a testa onde tinha um curativo no canto superior. -Isso não vai ficar assim garota insolente. Eu darei o meu melhor.Aaron beija o canto dos seus lábios, ele deposita seu olhar nas pálpebras fechadas e suspira afastando-se.-Reforce a segurança desse lugar.- ele se vira encarando Gustavo que chorava. -Que caralhos Gustavo.-Desculpa!- enxuga as lágrimas com o dorso dás mãos. -Estou comovido.Aaron se aproximou em passos duros, o encarando friamente.-Você não viu nada.Gustavo assentiu e depositou o olhar em sua amiga que dormia tranquilamente.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







