LOGINSabrina ao entrar no carro limpa as lágrimas falsas e rir descontroladamente.
-Babaca.- ela resmunga e nega ainda não acreditando no seu mais novo feito.Nada foi por acaso! Tudo perfeitamente planejado e traçado por sua cabecinha maluca.Ela arranca com tudo e os seguranças abrem o portão, ela nem mesmo acena, vê Aaron sair da casa de Gustavo com os punhos cerrados.Ela faz questão de acelerar a lamborghini vermelha do marido que grita só que ela não escuta e ultrapassa o mesmo.Tudo que ela havia feito tinha um propósito, ela só não contava com os argumentos ditos por ele."Eu sabia que era você, Sabrina"E claro que veio em sua mente as palavras ditas por Mari no início de tudo."No fundo ele sabia que era você""Acredite, Aaron é inteligente! Se não quisesse casar-se com você, ele não casava"Sabrina passa a marcha rumo à mansão Becker.-Filho da mãe.- ela resmunga humorada, com um sorriso de canto. -Ele sabia o tempo todo...Gustavo apoia-se na janela do carro que está aberta observando Aaron guardar a magnum no porta luvas.-Onde vai?-Vai a merda! Você sabia disso tudo e não me contou.Aaron afivela o cinto e Gustavo respira fundo.-Eu não sabia, Aaron!- ele argumenta se afastando do veículo que é ligado pelo primo.-Quero a localização do meu carro em 1:00hr. Quando achar, envie-me uma mensagem.Gustavo assentiu e Aaron acelerou a BMW do primo.Gustavo negou com descrença, pegou o telefone e ligou para a amiga.-Ele tá puto! E com certeza, caiu na real.- observar o carro sumir do seu campo de visão.-Você é um amor Gustavo!- Sabrina rir. -Lhe devo essa.-Eu estou a pé agora! Aaron pegou meu carro.- nega puxando os fios negros para trás. -Ninguém merece, pegarei um táxi.-Desculpa por isso! Estou indo para mansão Becker, caso ele queira saber.-Obrigado por me poupar tempo, boa sorte Becker.A garota riu e desligou o telefone ainda incrédula.-Desculpa por isso Duckworth!Ela estacionou o carro do outro lado da rua quase sem movimentação, bem parada...Ela deu de ombros, saiu de veículo e o trancou.Olhou ao redor averiguando a segurança da sua e atravessou.Ela tinha certeza! Estava pronta para pedir desculpas.Os seguranças permitiram a sua entrada, sinal que seus pais não haviam barrado sua presença na mansão.Pensava em como iniciaria o assunto com seus pais...Desde o casamento a relação deles estava complicada...Encara o chafariz desligado e suspira apressando os passos.Ergueu a mão para bater na porta mas foi surpreendida por sua mãe que sorriu calorosamente para a filha, como uma permissão...Sabrina deu dois passos à frente, sua mãe a envolveu em um abraço apertado, como se soubesse que sua filha precisava disso.-Perdão, mãe...Ester alisa os fios loiros e beija a testa da filha ao se afastar.-Não há o quê perdoar filha, você fez pela sua irmã! Em seu lugar eu faria o mesmo.- ela alisou o rosto da loira que sorriu aliviada. -Venha, vamos entrar! O seu pai não está em casa...Ela agarrou seu braço a puxando para dentro, de mãos dadas, ambas caminharam até o sofá branco, novo...Sabrina nota a reforma na casa mas não questiona.-Então? Como está indo com o Levi?- sua mãe cruza as pernas elegantemente. -Muitos problemas?-Mais ou menos, eu tenho uma confissão a fazer.-Continue filha.-Eu troquei de lugar algumas vezes com a Sabina.- Ela faz careta. -Foram poucas vezes...Ester não parece surpresa, pois rir logo em seguida.-Vantagens de ter gêmea, mas sabe que foi errado o que a senhorita fez certo?- Sabrina assentiu. -Não adianta levar sermão agora é uma situação irreversível.-Eu sei mãe, Sabina está feliz! Isso o que importa.-E você, Sabrina? Está feliz?Sabrina desvia o olhar para o tapete vermelho na sala...Adam gira o whisky no copo e bebi tudo de uma vez em um só gole.Aaron o encara friamente, como se já não bastasse o sermão.-Concordo com a sua mulher! Casou-se com uma Becker, qual a necessidade de procurar a Sabina?Aaron afunda o corpo na poltrona de couro e fecha os olhos.-Se não fosse pela Sabrina, aquela garota acabaria com o nome da família, sem contar a traição que ela manteve escondida. É questão de honra.Adam se mexe desconfortável e Aaron sorri irônico.-Certeiro.-Deixe a Sabina em paz Aaron levi, não porque Sabrina assinou um simples papel e sim porque foi uma ordem minha.Adam se põe indo até a vidraça de vidro transparente, Aaron apenas o observa.-Você gosta dela, para de bancar o idiota da história e passe e se comportar Aaron.- diz calmo. -Não cometa a porra de um erro por besteira, aprenda a reconhecer os seus erros Duckworth.- Ele se vira para encarar o filho. -Esqueça a Sabina.Aaron parece analisar suas lavras e anota mentalmente as ordens do seu pai, se põe de pé retirando o telefone do bolso e liga para Gustavo.-A localização da Becker.-Mansão Becker.Aaron desligou o aparelho e voltou o olhar para o pai.-Obrigado pai.Aaron apressas os passos sumindo das vistas do seu pai.-Meu garoto.- ele sorri orgulhoso.Aaron refletia sobre as palavras do seu pai enquanto dirigia, mesmo comentendo erros, tinha ótimos conselhos.Ele tinha razão, não há motivos para que ele continuasse a procura da Sabina.Ver Sabrina com seus olhos nublados por o líquido salgado fez dispersar nele o sentimento de culpa...Ele deveria está dando o melhor parar sua esposa, assim como seu pai havia ensinado.-Eu fiz tudo ao contrário esse tempo todo...deveria honrá-la e respeita-lá. Você é um tremendo burro Aaron.- ele aperta o volante com força, descantando sua raiva."Você gosta dela querido, o que custa se esforçar um pouco?"As palavras da sua governanta vem em sua cabeça, ela tinha razão, Mari tinha razão, não custava conhecê-la direito, da o mínimo de atenção que ela realmente merecia.Aaron estaciona o carro um pouco distante ao ver o sorriso de orelha ou orelha que Sabrina esbanja enquanto rodopiava contente.Aquela imagem ficaria gravada em sua mente para o resto de sua vida, os fios loiros levemente bagunçados por conta da leve brisa da tarde ressalva sua beleza. Sabrina era o tipo de mulher que ficava perfeita, sem um risquicio se quer de maquiagem.Aaron riu a mais uma rodopiada que loira deu, quase tropeçando.Como uma câmera lenta...Seu coração erra uma batida...Seus olhos vidram na fumaça escura que saia do seu veículo, que se tornou apenas ferragens, seu olhos se depositam no corpo estirado ao chão que foi impulsionado para tras com o impacto da explosão.Ele volta a realidade ao entender o que acaba de acontecer a seus olhos.Um atentado.O seu desespero foi tão grande que saiu deixando a porta do veículo aberta, ele não se importou ao se ajoelhar bruscamente no chão, causando graves arranhados em seus joelhos.Aquilo não importava.Seus olhos aflitos não acreditavam na cena a sua frente.-Sabrina!!!- Aaron á apoiou ainda desacordada em seus joelhos. -Pelo amor de Deus, não faz isso comigo.Ele encostou a cabeça em seu peito, seu coração mantinha as batimentos fracos, ele voltou o olhar seu rosto com um machucado na testa e alguns arranhões na bochecha e outros pelo corpo, inclusive no braço.Se ela estivesse mais próxima do carro, teria queimaduras graves.Gustavo desceu de táxi apressado, já com o telefone na orelha, ele fala algo mas o primo não era capaz ouvir.Ajoelhou ao lado do primo, analisou o estrago do veículo e voltou olhar para a amiga desacordada.-A ambulância está chegando.- ele engole seco. -Que caralhos.- ele se levanta penteando os fios para trás em desespero.Aaron a encarava em silêncio, uma lágrima escorreu pela lateral do seu rosto, a imagem da garota sorridente e que saltitava feliz ainda estava em sua mente e agora, tudo parece que evaporou.-Não faz isso comigo gatinha, por favor.- disse em sussurro rouco, tocando a bochecha gentilmente da garota.Ele penteia os fios loiros para trás, tendo a visão ampla do seu belo rosto, que estava machucado.Senhora Becker era contida pelos seguranças, era uma ordem de proteção. Estabelecidas pélas regras da casa.Aaron engoliu seco, só uma coisa vinha em sua mente.O culpado.É hora de reassumir a Máfia Alemã.Eitaa🪦💔Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







