LOGINSabrina Becker.
Era finalzinho da tarde. O sol estava se pondo no horizonte dando vida a lua que já era bastante visível. -Pena que o sol está indo embora.- Kelly retira o óculos de sol o deixando por cima da barriga. -Quando seu maridinho chega? -Maridinho?- Kelly cismou mesmo em chamar Aaron de maridinho, estreito os olhos e nego. -Já deveria ter chegado... -Tomara que acidentalmente ele tenha sofrido um acidente.- Kelly sussurrou baixo e a olho do modo repreendedor. -Brincadeirinha gatinha. -Ridícula você garota. Levanto-me da espreguiçadeira dando alguns passos até a piscina tomando cuidado para não escorregar já que alguém molhou as bordas. -Não sabia que vaca sabia nadar!- Kelly rir e reviro os olhos sem olhá-la. Me sento na beira da piscina, pondo os pés na água e os mexo. -Não sabia que piranha sobrevivia fora da água.- Digo humorada e ouço Kelly bufa. Não aguenta brincar, coitada. Impulsiono o corpo para frente entrando por completo na água ainda morna. Prendo a respiração e mergulho, abro os olhos ainda embaixo da água encarando a imensidão azul piscina. Vejo um objeto que refletia por conta da luz solar que atravessa a água refletindo direto no objeto. O ar me falta e subo puxando o ar com força para meus pulmões, tiro o excesso de água no cabelo os penteando para trás. Olho para Kelly que aponta com o queixo em direção a porta de correr por onde passavam um grupo de homens usando roupas sócias, incluindo Aaron. Apoio as duas mãos na borda forçando meu corpo para cima. Aaron me olha atentamente, diz algo para Diogo que indica o interior de casa para os rapazes. Sentei-me na borda da piscina movendo os pés ainda dentro da água observando sua aproximação de relance. -Ceus!- Kelly pega uma revista ao lado a abrindo em frente ao seu rosto. -Becker.- Uma coisa que eu aprendi durante esse tempo é que quando Aaron me chama pelo meu sobrenome é quando está irritado. -Duckworth!- Ele estendeu sua mão e a pego me levantando, passo a encarar olhos. -Como foi seu dia? -Teria sido perfeito se aqueles homens não estivessem te visto assim.- diz calmo me analisando de cima abaixo. Olho para mim, analisando a peça de biquíni neon verde. -Bonito né?- Dou uma voltinha e sorri descaradamente pra ele que fechou o cenho. -Sim, Becker!- Ele me puxa para um abraço inesperado beijando o topo da minha cabeça. -Sabrina? Acredite ou não, eu gosto de você. -Eu estou molhada, Aaron.- Tento o afastar com os dois braços contra seu peito. -Posso deixar outra coisa molhada também, gatinha.- sussurra rouco e o afastei bruscamente, ele sorrir ironicamente tentando se aproximar novamente. -Seu viciado!- o acuso vendo seu sorriso malicioso se ampliar. -Viciado? Sim! Em você Sabrina.- se aproxima rápido me agarrando pela cintura. -Em você.- beija minha testa. -Seu cheiro.- desce uma trilha de beijos pela lateral do meu rosto e inclino a cabeça o dando passagem para o pescoço onde ele suspira riu contra minha pele. -E sua boca.- sussurra ao me deixa um breve selinho e se afasta. -E... -Chega Aaron! -Eu não sou obrigada a isso!- Kelly grita se levantando furiosamente, caminhando apressada para dentro da casa Aaron rir e se afasta cruzando os braços sobre o peito me analisando de cima a baixo. -Gostosa senhora Duckworth!- ele pisca com um belo sorriso de lado. Ajusto a parte de cima e o encaro. -O que quer em Duckworth? -Que tire isso ai Becker.- diz autoritário e me dá as costas caminhando até à entrada. -Temos visitas. -E se eu não estiver afim de tirar? Ele para e me olha por cima dos ombros. -Suma do meu campo de visão. Como ele ousa? Ele quer brincar? Tudo bem! -Que seja Duckworth. Apresso os passos passando por ele que que protesta e me chama, simplesmente o ignoro. Ele quer que eu suma? Ok! Tudo bem. Passo pela sala recebendo os olhares intrigados masculinos e apenas reconheço Diogo. Aceno rápido subindo as escadas apressadamente. -Becker!- sua voz firme e furiosa quebra o silêncio da sala, os rapazes presentes se entreolham logo focando atenção em Aaron. O ignoro virando o corredor. Eu irei sumir por algumas horinhas. Abro a porta do nosso bruscamente a fechando do mesmo jeito, Kelly sai do banheiro assustada, usando uma toalha branca envolvida em seu corpo e outra que envolvia seus fios loiros. -Mas o que...-ergo o dedo e logo bufo. -Esqueci! Caminho apressada passando pela mesmo que me olha intrigada. -Onde vai? -Me banhar, posso?- fecho a porta com brutalidade me escorando na mesma. -Você entendeu o que eu disse Sabrina. -Boate! [...] -FINALMENTE!- Kelly b**e de leve em meus ombros em comemoração. -É bom te ter de volta Becker! Quando sai o divórcio? -Nunca!- resmunguei descendo as escadas com cuidado. -Pare de imaginar coisas garota. "Até que a morte os separe" Os barulhos dos saltos se chocando com firmeza contra o assoalho chamam a atenção dos homens que eram servidos por Clara. Aaron se pos de pé vindo em minha direção, seus olhos não escondem a admiração e a raiva que sentia ao mesmo tempo. -Onde pensa que vai Becker?-ele me observa rapidamente e nega. -Não vai sair assim, Sabrina. Meu vestido é tão bonitinho... -Sou de maior.- passo por ele empurrando seu ombro. -Eu decido o que devo ou não fazer, estou sumindo do seu campo de visão! Como você sugeriu... Abro a porta e sem o olhar suspirando pesadamente, a alegria noturna já se fazia presente mesmo sem estar na Night Sky. -Vamos Kelly! -Sabrina...- sua voz arrastada soa como um pedido desesperado e um olhar suplicante. -Não vai. Viro-me lentamente à procura da minha prima que está ao lado do meu marido. -Você vem Kelly? A garota passa por meu querido marido que a fuzila com o olhar e ela da língua. Ceus! -Ainda pergunta, Vamos! -Garota insolente! Isso não vai ficar assim Becker. Aaron Duckworth. Seu telefone chama e chama e nada atender, suspiro frustrado massageando o rosto ainda com o aparelho em mãos. Porra Gustavo! Minha pequena reunião foi cancelada! Talvez eu tenha exagerado um pouco... Talvez! -Vai deixar ela sair assim? -Eu não posso fazer nada Diogo.- digo ríspido, encarando a loira entrar em um táxi junto a outra Becker insuportável. Tento ligar novamente para Gustavo que finalmente atende. -Fala chefe!- diz alto fazendo-me afastar o aparelho pondo no viva voz. -Gustavo já gosta de uma festa.- Diogo diz tranquilamente enquanto nega e concordo. -Onde está? -Night Sky! Por quê? -Sabrina está indo. -Você deixou sua mulher vim para cá? 79% das pessoas que estão aqui são homens. Ouço o barulho da porta ao se fechar e o som da música eletrônica diminuir. Não precisava ouvir a porra dos detalhes. -Só fique de olho. Sabrina Becker. Música, bebidas coloridas, homens bonitos, danças e...Gustavo, que parecia estar bem bebado. -Ele parece não ter te visto!- Kelly grita eufórica. -Relaxa Sabrina, ele está chapado. Kelly segura firmemente meu pulso, atravessamos a pista de dança com um pouco de dificuldade, há muitos homens. Alguns rapazes nos olham e sorri amigavelmente. Desviamos muito rápido das pessoas tão rápido que cheguei a tropeçar, quase caindo. -Aqui só tem homem praticamente, sem dúvidas estamos no céu. Grito com um toque de humor e minha querida prima me olha de relance. -Você é casada! Nem pense. -Saudades da minha vida de solteira.- rir alto já sentindo meu corpo se envolver com a música eletrônica extremamente alta. Nos apoiamos no balcão, o garçom sorri ao nos ver. -O que temos aqui...- limpa o copo metálico dourado com auxílio de um pano. -Becker! Vocês sumiram. -Se a idiota casou!- Kelly passa seu braço ao redor do meu pescoço. -Creio que saiba da história. Ela sussurrou logo dando um tico sorriso em deboche. Ele assentiu me olhando de cima a baixo admirado. -Casamento fez bem para você, Sabrina.- jogo uma mecha do cabelo para trás do ombro com um belo sorriso sínico. -Sempre fui a mais bonita entre as Becker.- Kelly pigarreia e bato de leve em suas costas.- Melhor? -Idiota. -Acho melhor vocês beberam muito! Vão sair desidratadas de tanto que estão secando vocês Olho por cima do ombro verificando a confirmação do nosso amigo. É verdade. Dou de ombros. -Ser bonita dar nisso.- Kelly se gaba e reviro os olhos. -Eu quero whisky com muito gelo. Os olhos azuis me fitavam com curiosa e penso um pouco. -Somente água.- assentiu se afastando. -Não tô afim de me embriagar. Me virei encarando a pista de dança onde os corpos suados pulava e rebolava ao som da música. A musica foi trocada assim como as luzes que agora são vermelhas e azuis. Encaro as barras de pole dance e um sorriso encapa dos meus lábios ao lembrar das minhas noites de pura agitação. -Você não vai fazer isso né?- Kelly rir e nega. -Aaron vai matar você Sabrina, já não basta ter saído. -Vamos pra pista?- voltei a encarar a pista que era iluminada por luzes neon em roxo e preto. -Vamos! -E as bebidas?- questiona chateado. Hector chega com as bebidas em mãos e Kelly acena. -Já voltamos, Hector.- O loiro bufou deixando os copo sobre o balcão Kelly segurou meu pulso me arrastando pelo pulso até a pista de dança onde abriram espaço para a gente. Kelly me girou soltando meu pulso e começamos a pular sacudindo os braços. -Eu tô louca sem precisar de bebida.- ela grita soltando os fios balançando a cabeça. -Auge! Meu vestido subia enquanto dançava sensualmente e adivinha? Eu não ligava. Sinto os olhares sobre mim e quem sou eu para mentir? Estava amando. Rebolo o quadril vagarosamente puxando o cabelo para cima com o antebraço. Eu precisava disso, sentir-me livre nem que seja pôr algumas horas, Aaron tem sido incrível ultimamente mas as vezes ele ultrapassa os limites. Continuo dançando enquanto analiso os rostos dos homens e algumas mulheres presentes. Onde aquela doida se meteu? -Oi gata.- viro-me ao ouvir a voz por trás de mim. -Você rebola muito bem...- diz em um tom sexy e pisca. -Obrigado! O analiso rápido, era bonitinho até. Cabelo castanho penteados para trás, sobrancelha grossa com os fios castanhos e uma bela boca... Meu braço é agarrado e sou puxada para trás. -Ela é casada! Vaza. O homem o olhou com uma cara nada contente mas não teve relutância. -O que você tá fazendo aqui?- puxo meu braço e ele revira os olhos me puxando para mais perto, firmando sua mão em minha cintura. -ficou Louco? Aaron vai te matar Venture. -Você tá correndo perigo, loira. Sério? Que novidade. -Com você aqui? Com certeza! Havia sumido e apareceu agora por quê? Abandono a pista de dança e ele me segue. -Escute Sabrina.- ele me puxa pelo pulso, desvia o olhar para a à entrada e xinga baixo. Olho para o mesmo lugar vendo 5 homens armados analisarem a multidão na pista. -Droga... Dimitri se põe a minha frente, arruma meu cabelo em frente ao meu rosto e respira fundo. -Por que acha que tem poucas mulheres aqui Becker? Seria mais fácil de te identificar. Ele segura minha mão. Como eles saberiam que estaria aqui? -Por que eu deveria confiar em você? -Porra, Sabrina! Você prefere confiar em mim ou no homem que está te encarando agora? Olho de relance vendo um dos homens cerrar os olhos em dúvida. -Kelly... -Eu já a tirei daqui.- ele sorrir. -ela é bem difícil de ser seduzida, para não dizer ao contrário. Entrelaça seus dedos aos meus, caminhando em direção aos fundos, aceno discretamente para Hector que assentiu. Um tiro é dado e Dimitri adianta os passos me levando junto para uma área vazia. Atravessamos uma cortina roxa que dava acesso direto a porta de emergência. Me guia com uma de suas mãos nas minhas costas e tranca a porta por fora. Passo o cabelo para trás dos ombros e suspiro. -Falsa paz.- resmungo frustrada. -Minha noite. Ele assentiu desconcertado. -Eu praticamente virei seu anjo da guarda, mas seu marido faz um ótimo trabalho.- ele riu indicando o caminho de pedras até o carro. -Vamos, antes que eles comecem a fazer buscas. Alguém vai surtar... Ou não.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







