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Capítulo 29

last update publish date: 2024-08-24 04:57:00

3 meses depois...

Era um belo dia ensolarado em Berlim, Alemanha.

Havia 3 meses que não acontecia nada, absolutamente nada! Pelas ruas...

Os atentados e aparições de Dimitri haviam sessado, o que instiga Aaron a ter um mal pressentimento. Já que essa sensação de paz não é normal ao seus olhos.

Não na Alemanha.

-Tudo muito quieto...-bebeu seu whisky tranquilamente enquanto lia algumas fichas. -Não existe paz na Alemanha, ainda mais depois de um atentado sem sucesso...

-Você tem razão.- Gustavo sopra o líquido meia amargo fervente e beberica. -Há algo de errado.

-Nunca erro Gustavo!- o olha de relance. -Notícias do Augusto?

-Entrou em contato! Ele disse que precisava de férias, por isso saiu sem avisar a vossa excelência.- Gustavo diz com um leve toque de humor que faz o primo rir.

-Você é idiota.

-Eu sei.- da de ombros.-A data do seu aniversário se aproxima, o que vai fazer?

-Dormir o dia inteiro.- Analisa o papel e faz careta em desgosto.

-O que houve?- Gustavo se inclina tentando além do papel.

Aaron lhe estende o papel recebendo o olhar intrigado do primo que analisa rápido logo devolvendo.

-Isso não é bom...-nega sutilmente enquanto beberica o líquido já morno. -Meu café até esfriou.

Aaron se questionava mentalmente enquanto calculava, os números não batiam.

-Quem será o corajoso...

Talvez os pesadelos de 3 meses atrás tenham retornado, a falsa paz acabaria ali, para seu alívio.

Ou não.

A imagem de Sabrina é projetada em sua mente, ela pulava, rodopiava e sorria livremente quando o carro explodiu levando consigo a alegria da garota que até então era misteriosa.

As cenas fofas também se faziam presentes, o dia em que ele a puxou para dentro do banheiro para que a mesma o ajudasse com as costas o fez rir baixo.

Sabrina estava vermelha como um tomate.

-Terra chamando Aaron levi Duckworth.- Gustavo estala os dedos em frente ao rosto do primo que o olha. -Você viajou em! Seu telefone tocou e eu atendi já que eu te chamei por uns...- ele pensa. -3 minutos.

-Quem era?

-Cecília! Johnson está subindo.

Aaron assentiu guardando com calma os papéis em suas gavetas em sua devida ordem.

A porta é aberta pela secretária que anuncia a entrada do homem que é permitida por Aaron.

Gustavo se levanta liberando a cadeira para que o homem se acomodasse melhor.

Adentra a sala completamente sério, Cecília se retira fechando a porta atrás de si.

-Duckworth.- faz uma breve reverência.

-Sente-se.- Aaron aponta para a cadeira vazia observando o homem se sentar soltando um pesado suspiro. -Direto ao assunto? Como sua...

-Não ouse citar o nome dela jhonson!- Aaron o interrompeu. -Eu ainda não esqueci o insulto que fez a minha mulher.- bebi em um só gole whisky sem desviar o olhar do homem.

Jhonson sorrir de canto abaixando a cabeça.

-Peço perdões, Duckworth. Não foi minha intenção insultar a sua mulher.- diz em um tom de ironia perceptível. -Como Sabrina está?

-Isso não é da sua conta.- desvia o olhar encarando Gustavo em pé ao lado de chefe. -Não leve-me a mal, mas como está a sua mulher?

O homem arruma a postura já se sentindo desconfortável com a situação.

-Iremos fechar o acordo Duckworth?- questiona já impaciente. -Eu tenho outros afazeres.

-Entendo.- Aaron entrelaça os dedos sobre a mesma.

-Eu queria estar com a minha mulher em casa, mas...

-Abre os braços ao se afastar da mesa empurrando a cadeira. Alguém tem que pôr ordem aqui.

-Não teremos um acordo dessa vez.- Gustavo responde. -Talvez deva conseguir outros contatos.

O homem se levanta batendo com força as mãos sobre fazendo Aaron se levantar.

-Não podem fazer...

-Não só posso.- Aaron encara seu olhos castanhos com raiva. -Como fiz.

-Está cometendo um grande erro Duckworth.

-Estou?- questionou irônico erguendo uma sobrancelha. -Se me der licença Jhonson.

O homem puxa seu terno cinza o ajustando em seu corpo, dar meia volta caminhando rápido até a porta a abrindo bruscamente e a fecha batendo com força.

Aaron rir e abaixa a cabeça relaxando os músculos, Gustavo o encara desanimado.

-Boa sorte priminho.

[...]

Sabrina analisava o vestido justo em seu corpo e a mudança repentina em 3 meses lhe agradou agradou bastante.

-Você tá engordando muito rápido.- Kelly morde um pedaço do bolo encarando a prima pelo reflexo do espelho. -Aaron não disse nada?

Ela negou ainda avaliando o vestido preto que ia até o meio de suas coxas.

Seu quadril estava mais largo que antes, seus seios mais fartos para a legria da imensa da garota, seu cabelo também havia crescido bem rápido, chegando no meio das costas.

-Te garanto que ele está adorando.- ela sorrir de forma maldosa, soltando o coque feito para que ela pudesse vestir o vestido. -Eu to feliz, ele tá feliz...então todo mundo sai ganhando.

-Que horror.- Kelly rir e cruza as pernas. -Você teve que trocar o manequim gatinha.

-Faz parte!

Sabrina analisa um shorts jeans branco com botões dourados e o pega seguindo para o vestuário, vesti a peça com dificuldade por conta do bumbum que havia crescido, suspirou chateada desistindo da peça, logo a tirando.

Saiu do vestuário devolvendo a peça para seu devido lugar.

-Ninguém merece.- resmunga revoltada, volta para o vestuário retirando o vestido e vestindo um mais leve.

-Vem Kelly! Vamos pagar esse troço e passar na loja de doces.- Sabrina saiu apressada e Kelly se pôs de pé de imediato.

-Mas a gente não acabou de voltar de lá?- abre os braços em protesto. -Depois fica chorando por causa do arrependimento.- bufa. -"aí Kelly porque você deixou-me comer aquilo"- força a voz imitando a da prima que rir.

Kelly apressa os passos pegando sua bolsa alcançando a prima.

-Você não acha que já chega de doces?

Sabrina digita a senha do cartão e segundos depois o tira.

-Não Kelly! Fica na sua.

-Depois venha pra minha casa chorar que eu te dou o seu Becker!- Kelly resmunga indignada ao lembrar das suas tardes de sono da beleza interrompidas pela prima desesperada por conta do corpo.

-Tanto faz!- da de ombros expondo seu sorriso. -Tenho uma pessoa que gosta de mim do jeito que sou e diz que eu sou perfeita desse jeitinho.- pega a sacola na mão da mulher do caixa e agradeci. -Sem contar o amor próprio que é tudo.

A verdade é que Aaron estava ficando louco! Não podia ficar um minuto sequer com a mulher a sós que sua mente pensava em mil maneiras de satisfazê-la e contemplar as belas curvas variadas do seu corpo.

Ele achava fofo o jeito em que sua barriga se formava duas dobrinhas quando ela se sentava.

Sem contar as provocações bem sucedidas que Sabrina fazia sempre questão de fazer, fazendo o homem ficar totalmente dependente dela.

Um verdadeiro pau-mandado.

-Então vamos para lojas dê doces.- Kelly se dar por vencida e Sabrina sorri vitoriosa.

Amor próprio ❤️

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