Enquanto saía dali, David conversava rapidamente com Tiago sobre os próximos passos de comunicação e gestão de crise. Quando terminaram, ele chegou à porta do hotel.Estava de terno, mas já amassado. Guardou o celular e ficou olhando a neve acumulada no chão. O rosto estava sombrio, pesado.Se Júlia teve coragem de armá-lo daquele jeito, é porque tinha se protegido bem. Não deixaria rastros. Mesmo que ele tentasse denunciá-la, não teria provas.Ela ainda tinha o dom de bancar a boba na hora certa, e, se a coisa apertasse, sabia se fazer de vítima melhor do que ninguém.David apertou o celular com força, os nós dos dedos ficaram brancos. O olhar, frio, cortante. Depois de alguns segundos, desbloqueou o aparelho e rolou a tela por um tempo até parar em um contato. Tocou na tela e fez a ligação.Em um clube privado, Júlia bebia com um grupo de amigos. Havia homens e mulheres, todos animados, rindo alto. Quando o celular dela começou a vibrar, ficou surpresa, mas só um pouco.Tão rápid
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