Quando cheguei à porta da escola, o local já estava cheio de pais esperando pelos filhos.Na entrada da sala de Rafaela, Augusto também estava lá, aguardando Laís.Assim que ele me viu, ele se aproximou devagar, carregando uma expressão fria e ao mesmo tempo contida.— Se você está fazendo isso só para me provocar ou para irritar a Laís, não precisa. Débora, precisamos mesmo chegar a esse ponto?Eu o encarei com calma e respondi:— Você está imaginando coisas.Nesse momento, as crianças começaram a sair da sala, uma por uma.— Rafa!Eu acenei para Rafaela, que veio até mim com passos tranquilos, sorrindo de forma adorável.Mais adiante, Laís apareceu com a mochila nas costas, mas o rosto dela estava fechado, carregado de mau humor.De repente, uma das crianças olhou para mim, claramente curiosa, e perguntou:— Tia, você não é a mãe da Laís? Eu te vi no hospital aquele dia! Como é que agora você virou a mãe da Rafaela?Antes que eu pudesse responder, Laís se adiantou e declarou, com uma
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